Revista EJM

Estudos em Jornalismo e Mídia

Publicada desde 2004, a revista Estudos em Jornalismo e Mídia tem como objetivo se constituir como um lugar de convergência na tarefa da compreensão técnica, teórica, metodológica e epistemológica do campo jornalístico. Interessa à publicação desde as investigações de especificidades, como formatos, gêneros, linguagens, tecnologias, rotinas produtivas e organizacionais, até as que tratam de pressupostos e dimensões conceituais do jornalismo, entendido como processo histórico e político, exercício ético e estético, mediação cultural, discurso e forma de conhecimento.

 A publicação teve edições impressas até 2008, e na sequência migrou para o ambiente online, circulando sem fronteiras e de forma totalmente gratuita. A EJM está indexada em oito bases de dados científicas, é uma publicação B1 pelo sistema Qualis/Capes, e foi a primeira do país na área de Comunicação a conceder DOI (Digital Object Identifier) aos artigos que edita. A revista circula semestralmente, e funciona sob o sistema double blind review, publicando artigos em português, espanhol e inglês.

Em 2013, levantamento de 277 periódicos científicos da comunicação em nível internacional apontou destaque para a revista Estudos em Jornalismo e Mídia entre as de maior fator de impacto na área. O artigo “El impacto de las revistas de comunicación: comparando Google Scholar Metrics, Web of Science y Scopus”, dos pesquisadores espanhois Emilio Delgado e Rafael Repiso, e publicado na edição 41 da revista Comunicar, avalia três bases de dados e seus índices medidores de impacto. O estudo apresenta um ranking das publicações, com grande prevalência de títulos em língua inglesa.

Entre as revistas de comunicação em língua portuguesa, a EJM ocupa a 11ª posição em fator de impacto. Mas entre as revistas de jornalismo – independente do idioma -, o periódico do POSJOR é o número 13 (veja abaixo). No ranking geral, a EJM é a 170ª. Embora a medição de impacto em publicações esteja bem adiantada nas ciências exatas e biológicas, o destaque das publicações brasileiras da comunicação – ciências sociais aplicadas – no ranking sinaliza expressivo aumento de qualidade na área.

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