PPGJOR vence em duas categorias do Prêmio Adelmo Genro Filho

28/09/2026 19:42

A melhor tese de doutorado e a melhor dissertação de mestrado em jornalismo do Brasil foram produzidas no PPGJOR. É o que mostra o anúncio dos vencedores do Prêmio Adelmo Genro Filho, concedido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR).

Pesquisadora do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) e do Laboratório de Qualidade Informativa (Qual-i), a egressa Kalianny Bezerra de Medeiros venceu na categoria Doutorado, com a pesquisa “Transparência jornalística enquanto estratégia: planejamento, negociações e implementação de elementos de transparência em reportagens da Agência Pública e do Intercept Brasil”. A tese foi defendida em outubro de 2025 e orientada pelo professor Rogério Christofoletti.

Já na categoria Mestrado, o primeiro lugar ficou com o agora doutorando Ricardo Alves Chaves Pereira, autor da pesquisa “A constituição da imagem pública de Lula pelos editoriais do jornal O Estado de S.Paulo nas eleições de 2022”. O trabalho foi defendido em agosto do ano passado por Ricardo, que é integrante do grupo de pesquisa Transverso (PPGJOR/UFSC) e foi orientado pela professora Terezinha Silva.

Para a orientadora, a pesquisa se destaca por investigar um objeto de estudo bastante instigante. Além disso, completa ela, chama atenção pela metodologia, ao adaptar, para a análise da imagem de Lula, métodos que vêm sendo utilizados em outras investigações do grupo de pesquisa Transverso, do PPGJOR, para analisar a imagem e as representações de figuras públicas e de grupos sociais pelas mídias.

O Prêmio Adelmo Genro Filho reconhece trabalhos acadêmicos que contribuem para a consolidação da pesquisa em Jornalismo. A edição deste ano recebeu 21 trabalhos na categoria Doutorado, 22 em Mestrado, 15 em Iniciação Científica/TCC e três em Pesquisa Aplicada. 

As premiações deste ano reafirmam a qualidade das pesquisas feitas no programa. “O trabalho vem sendo reconhecido pelas sucessivas premiações que o PPGJOR têm recebido. Isso nos orgulha muito”, diz  a professora Terezinha, coordenadora do Programa.