Programa de Pós-Graduação em Jornalismo
  • EJM publica edição sobre reconhecimento e transformações contemporâneas

    Publicado em 28/12/2021 às 12:18

    A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do PPGJOR/UFSC, acaba de publicar sua edição 2021-2, que traz 14 artigos livres, 2 resenhas e uma entrevista. O número foi editado pelas professoras Flavia Garcia Guidotti e Maria Terezinha da Silva, que a partir de 2022, passa o bastão para a professora Raquel Ritter Longhi.

    Confira o sumário da edição:
    Reportagem e reconhecimento: a alteridade como projeto  – Reges Schwaab

    Reflexões sobre a importância dos direitos humanos e jornalismo na atualidade  – Lynara Ojeda de Souza e Gabriela Cavalcanti Carneiro de Almeida 

    Arrebatamento comunicacional pelo sensível e desacontecimento jornalístico  – Tayane Aidar Abib e Mauro Ventura

    Enquadramento jornalístico do impeachment de Dilma Rousseff em revistas brasileiras sob uma perspectiva de gênero – Marcos Paulo da Silva e Raquel de Souza Jeronymo

    Jornalismo em tempos de desmanche: elementos dominantes, residuais e emergentes – Rafael Bellan Rodrigues de Souza 

    Fontes científicas em um ecossistema jornalístico: uma nova realidade  – Victor Israel Gentilli e Thalita Mascarelo da Silva

    Plataformas algorítmicas e economia da desinformação – Julio Cesar Lemes de Castro 

    Por uma epistemologia da prática do jornalismo orientado à imersão – Adalton dos Anjos Fonseca 

    Jornalismo efêmero: o uso de stories do Instagram pela Folha de S.Paulo – Raquel Ritter Longhi e Lia Gabriela Pagoto 

    Mapeamento da pesquisa em Jornalismo Móvel no Brasil (2005-2020) – Maíra Evangelista de Sousa 

    A ecologia midiática do audiovisual em ambientes multiplataforma – Paulo Eduardo Silva Lins Cajazeira e José Jullian Gomes Souza 

    O Papel do Jornalismo Impresso na Ficção: Função Social da Gazeta de Tambury na Série After Life da Netflix – Juliana Fernandes Teixeira e Allysson Viana Martins 

    “Novo” paradigma do jornalismo e imprensa oitocentista no Brasil  – Vinícius Brito 

    Envelhecimento masculino e consumo: recorrências discursivas da andropausa na imprensa – Eliza Bachega Casadei

    Resenhas

    A saga do jornalismo digital segundo o olhar de Luciana Mielniczuk – Matheus Nunes 

    Os efeitos das ambiências digitais sobre o social: impactos na comunicação contemporânea  – Douglas Barbosa Gomes

    Entrevista

    “Hoje é impossível o jornalismo se dissociar totalmente das plataformas digitais”  – Ana Marta Flores 

    A Estudos em Jornalismo e Mídia recebe artigos em fluxo contínuo. A próxima edição será um tributo a Nilson Lage, dossiê organizado por Samuel Pantoja Lima e Eduardo Meditsch e que recebe submissões até 7 de fevereiro.  São aceitos textos em português, espanhol e inglês, tanto com artigos teóricos quanto relatos de pesquisa.  A revista é eletrônica, com acesso aberto, circulação semestral, e é classificada como B1 no Qualis/Capes.

    Mais informações sobre submissões estão disponíveis aqui.


  • Recesso de final de ano

    Publicado em 20/12/2021 às 22:49

    O PPGJOR/UFSC encerra o atendimento externo ao público hoje, 20, seguindo as orientações da administração central da UFSC e do Governo Federal. Nos dias 21, 22 e 23, a Secretaria e a Coordenação ainda estarão envolvidas em atividades burocráticas e administrativas internas. O PPGJOR retorno às atividades presenciais e de atendimento ao público em 6 de janeiro de 2022.


  • PPGJOR aprova credenciamento de Fabiana Piccinin

    Publicado em 20/12/2021 às 10:40

    O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC conta com mais uma docente em seu corpo, credenciada para lecionar, pesquisar e orientar trabalhos de mestrado, doutorado e pós-doutorado: Fabiana Quatrin Piccinin. A professora apresentou seu pedido de credenciamento em novembro, que foi aprovado por unanimidade pelo Colegiado do PPGJOR e homologado pela Câmara de Pós-Graduação.

    Fabiana Piccinin é jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e licenciada em Letras (Inglês) pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). É doutora em Comunicação Social pela PUC-RS, e é docente da UFSC desde 2021. Pesquisadora na área de Jornalismo, Imagem e Narrativas, atua como vice-coordenadora do grupo de pesquisa Grupo de Estudos em Narrativas Literárias e Mídia (GENALIM – CNPQ) e integra o Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Telejornalismo (GIPTele -CNPQ). Faz parte do programa americano US International Exchange Alumni, e é integrante das redes de pesquisa TELEJOR (Rede de Pesquisa sobre Telejornalismo), RENAMI (Rede de Pesquisa sobre Narrativas Midiátiacas) e RedINAV (Red Iberoamericana de Investigación en Narrativas Audiovisuales). É integrante do projeto permanentes de Extensão vinculado ao GIPTel, o telejornal universitário TJUFSC. Tem experiência profissional em televisão comercial e universitária e, na pesquisa atua junto ao PósJor na linha Tecnologia, Linguagem e Inovação em Jornalismo, tendo como interesses de investigação o comportamento da narrativa audiovisual jornalística e suas relações com a convergência e digitalização, e seu impacto nas práticas e rotinas editoriais.

    Entre os interesses de pesquisa e de orientação de Fabiana Piccinin estão o telejornalismo, as narrativas jornalísticas, e as práticas editoriais no jornalismo audiovisual, entre outros.


  • Pesquisadores são contemplados com bolsas do CNPq

    Publicado em 19/12/2021 às 22:56

    Dois docentes do PPGJOR estão entre os contemplados com bolsas de produtividade concedidas pelo CNPq: Jacques Mick e Rogério Christofoletti. Os resultados preliminares foram anunciados na sexta-feira, 17, conforme cronograma ajustado pela agência, e o período de recursos vai até o final do mês.

    As bolsas de produtividade em pesquisa são concedidas a investigadores cujas propostas foram mais bem avaliadas pelos comitês de suas áreas de conhecimento. As chamadas Bolsas PQ são divididas em cinco categorias – 2, 1D, 1C, 1B e 1A – com duração de 36 a 60 meses. Os bolsistas contemplados ajudam a compor um grupo selecionado da ciência, tecnologia e inovação no Brasil, desenvolvendo seus projetos com o apoio do CNPq e sendo convocados para avaliar projetos e emitir pareceres.

    Atualmente, os professores Eduardo Meditsch, Gislene Silva e Rogério Christofoletti já são bolsistas PQ no PPGJOR. Suas bolsas vão até fevereiro de 2022. As recém-aprovadas terão vigência de março de 2022 a fevereiro de 2025.

    Além das aprovações no edital de bolsas PQ, o PPGJOR teve ainda boas notícias com os resultados positivos do Edital Universal: Maria Terezinha da Silva e Rogério Christofoletti foram contemplados em dois projetos distintos de pesquisa, envolvendo docentes da UFMG, UnB, UFPA, UFS e Unesp.


  • Rafael Winch defende tese sobre posições de fala de pessoas pobres no jornalismo

    Publicado em 18/12/2021 às 08:30

    O doutorando Rafael Rangel Winch defende na próxima segunda-feira (20), às 14 horas, a tese “Jornalismo e pobreza: lugares para as fontes de classes populares e desigualdade social naturalizada”. A pesquisa tem a orientação da professora Daiane Bertasso.

    A tese quer compreender como o discurso jornalístico sobre a pobreza valora as vozes das fontes de classes populares. Para tanto, o doutorando parte da hipótese de que o jornalismo situa as vozes das pessoas pobres em posições que naturalizam a desigualdade social. Com base na noção de valoração das vozes, processo que estabelece lugares para diferentes atores do campo jornalístico, Rafael mapeia e discute as posições que as pessoas em situação de pobreza ocupam em reportagens dos programas televisivos Câmera Record, Caminhos da Reportagem e Profissão Repórter.

    Os resultados da análise sinalizam uma valoração das vozes que preponderantemente cede para as pessoas pobres lugares relacionados à descrição, ilustração e lamentação e interdita espaços vinculados à opinião, proposição e saber. Tal processo é altamente emocional e corrobora uma construção discursiva em que o jornalismo naturaliza questões estruturais em torno da desigualdade social brasileira.

    Compõem a banca examinadora da pesquisa a professora do PPGJOR Terezinha Silva e as avaliadoras externas Débora Thayane de Oliveira Lapa Gadret (Unisinos) e Márcia Franz Amaral (UFSM). A defesa ocorrerá por videoconferência, respeitando as normas de distanciamento físico, e pode ser acompanhada por este link.


  • Bolsas Fapesc: resultado da seleção no PPGJOR

    Publicado em 17/12/2021 às 19:48

    A Comissão Permanente de Bolsas do PPGJOR/UFSC e a Coordenação do Programa divulgam o resultado da seleção interna destinada a selecionar e indicar doutorandos(as) e mestrandos(as) interessados(as) na alocação de bolsas de Mestrado e Doutorado a que se refere o edital Fapesc Nº 48/2021.

    O objetivo deste edital Fapesc (e sua retificação) é fomentar projetos de pesquisa de desenvolvimento científico, tecnológico e inovação, através de bolsas de mestrado e doutorado acadêmicos e profissionais, vinculados às instituições de ensino superior de Santa Catarina.

    Cada Programa de Pós-Graduação receberá até duas bolsas de Mestrado e até duas bolsas de Doutorado. A indicação às bolsas, portanto, ainda depende da Fapesc. Assim, os selecionados no processo interno do PPGJOR, principalmente os classificados para as duas vagas de cada nível, podem providenciar os documentos listados no edital Fapesc Nº 48/2021, mas devem aguardar o contato da secretaria e/ou coordenação do PPGJOR. Os estudantes devem estar atentos ao cumprimento de todos os requisitos e documentos necessários à indicação, conforme as orientações divulgadas pelo Programa em 03 de dezembro e em 13 de dezembro.

    Considerando os critérios estabelecidos nas orientações, o resultado final do processo de seleção interna é o seguinte:

    DOUTORADO

    1º. Jéssica Gustafson Costa

    2º. Thaís Araújo de Freitas

    3º. Matheus Manuel Lobo Pismel

    4º. Juliana Gomes

    5º. Raphaela Xavier de Oliveira Ferro

    6º. Letícia de Faria Avila dos Santos

    7º. Lauriano Atílio Benazzi

    MESTRADO

    1º. Douglas Barbosa Gomes


  • Pesquisadores do PPGJOR publicam em revista portuguesa

    Publicado em 17/12/2021 às 08:43

    A nova edição da revista Comunicação Pública traz artigo assinado por pesquisadores do PPGJOR e do grupo de pesquisa Girafa. O artigo “Da reportagem ao podcast: aproximação entre a reportagem radiofônica especial e o podcast “CBN Especial”‘, do doutorando Arnaldo Zimmermann e da professora Valci Zuculoto, analisa as estruturas e as especificidades de três edições de podcast da rádio CBN entre 2019 e 2020 e as relaciona com o formato reportagem radiofônica especial.

    A Comunicação Pública é uma revista da Escola Superior de Comunicação Social, de Portugal. A edição atual (Vol. 16 N.º 31) traz o dossiê temático “Os Novos Territórios do Podcast”, com trabalhos de pesquisadores de várias nacionalidades.

    Artigo está disponível em: https://journals.ipl.pt/cpublica/article/view/55

    A edição completa pode ser conferida em: https://journals.ipl.pt/cpublica/index


  • Janaíne Kronbauer defende tese sobre socialização de conhecimentos pelo jornalismo

    Publicado em 16/12/2021 às 14:12

    Amanhã, sexta-feira (17), a partir das 14h30, a doutoranda do PPGJOR, Janaíne Kronbauer defende a tese intitulada “A socialização de conhecimentos pelo jornalismo: afinidades e diferenças com as práticas pedagógicas do ensino formal”. A banca de avaliação é composta pelo professor emérito da Unisinos e atualmente professor visitante da Universidade Federal de Goiás José Luiz Braga e pelos professores do PPGJOR Daiane Bertasso e Samuel Pantoja Lima. A pesquisa foi orientada pelo professor Eduardo Meditsch.

    Organizada em cinco capítulos, a tese apresenta concepções teóricas sobre o conhecimento, sua socialização, as fases de desenvolvimento cognitivo e da aprendizagem por parte dos sujeitos. A seguir, avança na descrição de seis categorias escolhidas para a análise do objeto: contrato comunicativo, sistemas peritos, autoridade atribuída, dispositivos e formatos, conhecimentos sobre os auditórios e finalidades da socialização. Com perfil qualitativo, o estudo utiliza-se de entrevistas semiestruturadas com especialistas nas áreas da comunicação/jornalismo e da educação para estabelecer quadros comparativos sobre as práticas de socialização de conhecimentos operadas pelas agências do ensino formal e do jornalismo.

    Apesar das afinidades identificadas, destaca-se o distanciamento quanto ao conhecimento sobre o perfil dos auditórios vinculados ao jornalismo e ao ensino formal. Quanto às finalidades da socialização, mesmo havendo características compartilhadas entre as agências é preciso relativizá-las, uma vez que o propósito final do jornalismo não se vincula a fins específicos de aprendizagem, como no caso do ensino formal.

    Respeitando os protocolos de restrição impostos pela pandemia de Covid-19, a sessão de defesa da tese será remota. É possível acompanhá-la por meio deste link. Discentes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.


  • Paulo Mueller defende dissertação sobre inovação no telejornalismo catarinense

    Publicado em 16/12/2021 às 08:20

    Amanhã, sexta-feira (17), a partir das 15 horas, Paulo José Mueller, mestrando do PPGJOR, defende a dissertação “Telejornalismo local e os aspectos históricos da inovação no telejornal Bom Dia Santa Catarina”, orientada pela professora Cárlida Emerim. A banca de avaliação é formada pelas professoras Cristiane Finger (PUC/RS) e Rita Paulino (UFSC).

    A pesquisa parte do estudo de caso do Bom Dia Santa Catarina, um dos mais antigos e ininterruptos programas no ar na televisão catarinense, para investigar e buscar por meio do percurso histórico do telejornal, a existência de elementos inovadores para compreender a função assumida pela inovação no telejornalismo local.

    A dissertação está dividida em três capítulos discutindo o estatuto e o papel da imagem na televisão e no telejornalismo, permeando o caminho das inovações e percorrendo a história do objeto empírico. Como metodologia foi adotada uma proposta híbrida pela falta de arquivos públicos de imagem de acesso livre aos programas telejornalísticos mo Brasil, empreendendo pelo estudo de caso e análise semiótica tanto no âmbito do conteúdo quanto da expressão, recorrendo também a História Pública como técnica de pesquisa.

    Por meio dos fragmentos de materiais audiovisuais, a análise identifica as características de inovação desde a estreia do programa nos anos 1980 até 2018. Entre os resultados estão a contribuição para o restabelecimento da história recente do telejornalismo local catarinense e do próprio programa estudado, a compreensão de que as inovações tecnológicas pouco contribuíram para potencializar as formas narrativas na produção e no conteúdo noticioso, além da constatação de que a facilitação tecnologia e de inovação não dispensa os seres humanos nos processos constitutivos de um telejornal.

    A sessão de defesa acontece a distância, por sistema de videoconferência, e pode ser acompanhada por este link. Estudantes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.


  • Magali Moser defende tese sobre a reportagem como método

    Publicado em 15/12/2021 às 08:13

    A doutoranda Magali Moser defende amanhã, 16 de dezembro, a partir das 14h30, a tese intitulada “O método da reportagem: um estudo a partir de depoimentos de repórteres especiais”, orientada pelo professor Eduardo Meditsch. Os professores Raúl Osório Vargas (Universidad de Antioquia, na Colômbia), Valci Zuculoto e Jorge Kanehide Ijuim (ambos do PPGJOR/UFSC) compõem a banca de avaliação. A defesa será por sistema de videoconferência e pode ser acessada neste link. Discentes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.

    O estudo apresenta como objetivo central avançar na explicitação do método da reportagem em profundidade, aquela que transgride os limites, condicionamentos e restrições impostos pelas rotinas e padrões dominantes na indústria jornalística. O referencial teórico parte da concepção do jornalismo como forma social de conhecimento, das noções de conhecimentos tácito e explícito e das competências jornalísticas.

    Depoimentos coletados em pesquisa documental e entrevistas em profundidade com 12 repórteres especiais com atuação no Brasil servem como objeto empírico. O corpus se baseia nas respostas de Adriana Carranca, Andrea Dip, Armando Antenore, Caco Barcellos, Chico Felitti, Daniela Arbex, Fabiana Moraes, Fábio Bispo, José Hamilton Ribeiro, Mauri König, Natália Viana e Renan Antunes de Oliveira (in memoriam).

    A tese é formada por sete capítulos. Como guia para os procedimentos metodológicos, a análise de conteúdo tem como critérios os três saberes jornalísticos: de reconhecimento, de procedimento e de narração. Os resultados revelam dificuldades dos profissionais em explicitar suas metodologias de trabalho, porém, a análise permite identificar semelhanças e regularidades no processo de produção, subjacentes aos fazeres individuais, evidenciando a existência de um método profissional.