Programa de Pós-Graduação em Jornalismo
  • Pesquisadores do PPGJor são vencedores do Prêmio Adelmo Genro Filho 2024

    Dois pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJor/UFSC) foram vencedores do Prêmio Adelmo Genro Filho 2024, divulgado nesta terça-feira (01). O prêmio é organizado pela Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e tem o objetivo de reconhecer a excelência de trabalhos acadêmicos voltados para o estudo do jornalismo no Brasil.

    Mateus Costa Nunes foi vencedor na categoria Mestrado com a sua dissertação intitulada “Algoritmos e Humanos, Parceiros de Redação: A cobertura do portal G1 nas eleições municipais de 2020”. O trabalho foi orientado pela professora Drª. Stefanie Carlan da Silveira.

    Na categoria Doutorado, Andressa Kikuti Dancosky, atualmente pós-doutoranda do Programa, recebeu menção honrosa pela sua tese intitulada “Risco biográfico e trajetórias profissionais de jornalistas no Brasil: uma análise longitudinal feminista de 3 mil currículos do LinkedIn”. O trabalho foi orientado pelo professor Dr. Jaques Mick.

    O Prêmio Adelmo Genro Filho é uma iniciativa importante para promover o desenvolvimento e o reconhecimento de pesquisas inovadoras no campo do jornalismo, incentivando tanto pesquisadores iniciantes quanto profissionais experientes. A premiação inclui trabalhos nas categorias de Doutorado, Mestrado, Iniciação Científica ou Trabalho de Conclusão De Curso, Pesquisa Aplicada e uma premiação para pesquisador sênior.
    A lista completa de vencedores está disponível no site oficial do SBPJor.


  • Palestra no PPGJOR discute uso da Inteligência Artificial Generativa na produção de conteúdo informativo


    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será palco de uma palestra sobre um dos temas mais discutidos na atualidade: o uso da Inteligência Artificial Generativa na produção de conteúdo informativo. O evento acontecerá no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), no dia 16/09, às 14h, na Sala Hassis (térreo).

    Ministrada pelo professor Márcio Carneiro dos Santos, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), a palestra explorará como redações jornalísticas, assessorias de comunicação e outras organizações podem utilizar ferramentas de IA generativa na criação de conteúdo. O professor, que é coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOMPro) – Modalidade Profissional/CCSO e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, discutirá os potenciais e desafios dessa tecnologia, que, apesar de ser altamente criativa, ainda apresenta limitações e imprecisões.

    A Inteligência Artificial Generativa tem revolucionado a produção de conteúdos automatizados, mas a palestra abordará como seu uso em contextos jornalísticos e de comunicação demanda cuidado, supervisão humana e estratégias para garantir a precisão da informação gerada.

    O evento conta com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) e será uma oportunidade imperdível para profissionais e estudantes interessados em compreender o impacto e as nuances da IA no campo da comunicação.

    Data: 16/09
    Horário: 14h
    Local: Sala Hassis, térreo, Centro de Comunicação e Expressão (CCE), UFSC
    Entrada gratuita – Inscrições no local.


  • ObjETHOS/PPGJOr celebra 15 anos com seminário sobre o papel do jornalismo e a crítica de mídia

     

    Em setembro de 2024, o Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) completa 15 anos de atividades. Para celebrar a data e promover espaços de reflexão no campo do jornalismo, será realizado um seminário no dia 27 de setembro, no Auditório Henrique Fontes, do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Com o tema “O papel do jornalismo na sociedade: a crítica de mídia nos últimos 15 anos”, o encontro contará com a participação de pesquisadores e pesquisadoras, professor@s e jornalistas de todo o Brasil (confira programação abaixo). O objetivo é debater temas como os desafios sobre a crítica de mídia no Brasil e entender o papel de quem faz e quem recebe a crítica de mídia no país. Um dos coordenadores do objETHOS, o professor Samuel Pantoja Lima enfatiza a importância do seminário para pensar o jornalismo como forma social de conhecimento. “A gente espera poder aprofundar um pouco o nosso olhar e seguir nessa luta, porque consideramos que o jornalismo segue sendo um insumo imprescindível à vida democrática contemporânea. O papel do objETHOS é problematizar isso, trazer a reflexão crítica e contribuir para qualificação da profissão e da pesquisa em jornalismo”, destaca Lima. As vagas são limitadas e a inscrição será realizada no local, por ordem de chegada.

    Confira a Programação do Seminário

    9h – Abertura

    9h30 às 11h45 – Mesa de Debate 1: Reflexões e desafios sobre a crítica de mídia no Brasil

    Debatedores: Rogério Christofoletti (UFSC) e Simone Pallone (Labjor/Unicamp).

    Mediadora: Aline Rios 11h45 às 14h – Intervalo para almoço

    11h45 às 14h – Intervalo para almoço 14h – Mesa de Debate 2: Quem faz e quem recebe a crítica de mídia?

    Debatedores: Paula Guimarães (Portal Catarinas), Paulo Mueller (NDTV) e Rafiza Varão (UnB/SOS Imprensa/Renoi)

    Mediador: Samuel Pantoja Lima (objETHOS/UFSC)

    16h30 – Encerramento

    Sobre o objETHOS

    O Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) está vinculado ao Departamento de Jornalismo e ao Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) da UFSC. Criado em 2009, trata-se de uma iniciativa de pesquisa, acompanhamento e monitoramento da ética praticada por jornalistas e meios de informação. A equipe é formada por mais de 30 pesquisadores de cinco reconhecidas universidades brasileiras (UFSC, Feevale, UFPel e UFBA) e estudantes em nível de doutorado, mestrado e graduação. Os principais temas de investigação estão relacionados com ética jornalística, crítica de mídia, identidade profissional, liberdade de imprensa, riscos ao jornalismo, novos modelos de negócio e de produção jornalística, mídia independente e novas configurações do ecossistema informativo. O objETHOS é membro da Rede Nacional de Observatórios da Imprensa (Renoi), que reúne iniciativas brasileiras acadêmicas e profissionais de acompanhamento da mídia, do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, Coalizão Direitos na Rede (CDR) e Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD).

     


  • Professores e alunos do PPGJOR aprovam 20 trabalhos para a próxima XXª SBPJor

    Professores e alunos do PPGJor vão marcar presença no próximo encontro da SBPJor, Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, que este ano vai acontecer na Universidade Federal do Pará, em Belém. O evento acontece entre os dias 6/11 e 08/11 e tem como  tema “Jornalismo e territórios: fluxos, hegemonias e resistências”. Confira a lista dos 21 trabalhos aprovados de professores, mestrandos e dotourandos nas redes de pesquisa do evento JORTEC, RADIOJOR, TELEJOR, RENOI, RENAMI e RETIJ e nas SESSÕES COORDENADAS:

     

    JORTEC:

    Tragédias climáticas e a tragédia da desinformação

    Raquel Ritter Longhi, Lara Hinkel

    Plataformização dos Humanos Digitais no Jornalismo: o caso americano FOX 26 Houston e a correspondente virtual Riva Houston

    Marcelo Silva Barcelos; Fabia Ioscote; Cristiane Fontinha; Maria José Baldessar

    A complexidade do processo produtivo transmidiático do DCM Team

    Ana Carla Pimenta

     

    RADIOJOR

    Radiojornalismo no Norte do Maranhão: um estudo de emissoras de antena (2018-2023)

    Nayane Cristina Rodrigues de Brito

    A cobertura radiofônica do Carnaval de 2024 – o porto seguro da informação jornalística

    Anderson Luiz Condor Baltar

    Contribuições do radiojornalismo comunitário de Moçambique para o enfrentamento de uniões prematuras: análise de programas das rádios de Sussundenga e Gândwa

    Nadia Atalia Zavala; Luciano Klöckner e Alexandre Zavala

    Potencial radiojornalístico no Vale do Itajaí, Santa Catarina, para cobertura de desastres socioambientais

    Arnaldo Zimmermann; Valci Regina Mousquer Zuculoto

    Estreia feminina na narração em transmissões de futebol da Rádio Nacional: abordagem institucional do ineditismo tardio

    Raphaela Xavier de Oliveira Ferro

    Estudo inicial sobre os impactos das deepfakes de áudio no radiojornalismo brasileiro

    Alvaro Bufarah Junior; Luis David Padilha

    A pequena área da imprensa brasileira: Uma proposta de pesquisa sobre o discurso do jornalismo esportivo

    Luiz Henrique Zart

     

    RETIJ

    A credibilidade no cotidiano profissional: percepções de jornalistas brasileiros

    Rogerio Christofoletti; Denise Becker

    Organizações de serviço público não-estatal: em busca de novas institucionalidades para o jornalismo local

    Jacques Mick; Luisa Meurer Tavares; Andressa Kikuti Dancosky

    O perfil profissional de jornalistas catarinenses: Características sociodemográficas, políticas, de saúde e do trabalho

    Samuel Pantoja Lima;Cesar Orlando Valente

    Tempo e teoria social: uma proposta de periodização da Teoria do Gatekeeping

    Bruna Eduarda Meinen Feil; Laura Storch

    Articulação entre deficiência e gênero em pesquisas sobre jornalismo nos 20 anos da SBPJor

    Thais Araujo

     

    SESSÃO COORDENADA JORNALISMO, GÊNERO, SEXUALIDADE E IDENTIDADES ÉTNICO-RACIAIS

    Como os estudos étnico-raciais são abordados nas pesquisas em Jornalismo?

    Ediane Barbosa Oliveira; Daiane Bertasso; Marcia Veiga da Silva

    Jornalismo como forma interseccional de conhecimento: uma reflexão sobre novos e necessários atravessamentos

    Aline de Oliveira Rios

    Violência de gênero e fontes de informação: apontamentos para um debate sobre qualidade da cobertura jornalística de feminicídios

    Maria Terezinha da Silva

    Na intersecção: apontamentos sobre as jornalistas negras no Norte do Brasil a partir do Perfil do Jornalista Brasileiro 2021

    Jaine Araujo

     

    REDE TELEJOR

    A extimidade para pautar o algoritmo: Considerações sobre a produção audiovisual jornalística nas plataformas

    Fabiana Piccinin; Rita Paulino; Yaskara Ferreira


  • PPGJor participa do V Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciências e Educação

    Pesquisadores e pesquisadoras do PPGJOR participam, a partir desta terça-feira, dia 10 de setembro, do do V Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciências e Educação, que se realiza em Criciúma, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), até sexta-feira. O evento tem como tema “Vidas em Risco e Crise Climática”e conta com 71 Grupos de Trabalho (GTs) de apresentação de artigos, além de várias palestras e uma série de outras atividades.

    O Programa marca presença, com coordenações e exposições de artigos por professoras, estudantes e também egressos(as), nos seguintes GTs:

    GT 11-METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE JOGOS SÉRIOS
    – Métodos de Avaliação aplicados ao Jogo Educacional Municipa2030 nas escolas –
    Rita Paulino, Ricardo Aoki, Bruno Motta

    – Proposta de um método de produção de jogos sérios para o ensino de fundamentos do Design Gráfico
    Ricardo Aoki (Egresso PPGJOR)

    – Do conceito ao controle: estruturando Serious Games com o GDD de 13 Passos
    Carlos Nascimento Marciano (Egresso PPGJOR), Rita Paulino

    O início da jornada: relato sobre processo de desenvolvimento do Game Comenius Módulo I
    – Dulce Marcia Cruz, Carlos Nascimento Marciano

    GT 36-RÁDIO, MÍDIAS SONORAS E RECONFIGURAÇÕES CONTEMPORÂNEAS: PAPÉIS, CONTRIBUIÇÕES E SENTIDOS NO CONTEXTO MUNDIAL DE CRISES, COMO A CLIMÁTICA, E VIDAS EM RISCO
    – Coordenação das professoras Valci Zuculoto (PPGJor/UFSC), Izani Mustafá (UFMA-Imperatriz) e Debora Lopez (UFOP)

    – Por um rádio plenimúsica: a crítica da programação musical de meios radiofônicos na coluna de Música Popular do jornal O Estado – Giovanni de Sousa Vellozo

    – Rádio e crise climática: Mapeamento inicial da força informativa do meio nos municípios catarinenses com maior risco de desastres socioambientais –
    Arnaldo Zimmermann, Valci Regina Mousquer Zuculoto, Izani Mustafá

    – A chegada de Flávia Schilling ao Brasil em 1980 sob a ótica da Rádio Gaúcha: apontamentos a partir da categoria gênero – Raphaela Xavier de Oliveira Ferro

    – Traços de true crime na narrativa do podcast Praia dos Ossos
    Alcides Mafra

    – Gênero na reportagem em podcasts jornalísticos: mapeamento da presença de mulheres em pesquisas nos anais nacionais da SBPJor, Intercom e Rede Alcar
    Caroline dos Passos

    – A cobertura do Repórter UFSC Especial sobre a crise climática no Rio Grande do Sul e a greve geral das Universidades Federais
    Luis David Falcão Padilha, Anderson Luiz Condor Baltar, Luciano Klöckner

    – Análise dos temas mais abordados no Jornal Central, da Agência Central de Notícias Brasil, do Maranhão
    Nayane Cristina Rodrigues de Brito, Valci Regina Mousquer Zuculoto

    – O Golpe Civil-Militar nos estudos históricos em rádio e mídia sonora
    Karina Woehl de Farias, Juliana Cristina Gobbi Betti, Debora Cristina Lopez

    – Rádio e crise climática: reflexões sobre os 20 anos do Catarina e as cheias no Rio Grande do Sul
    Kamili Guimarães, Karina Woehl de Farias


  • Professora do PPGJOR palestra em evento comemorativo ao rádio no RS

    A professora do PPGJOR Valci Zuculoto integrou uma mesa de debates que celebrou os 100 anos do rádio no Rio Grande do Sul, neste dia 7 de setembro. Valci falou enquanto presidenta da ALCAR, a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia, sobre o papel das mulheres na construção histórica do rádio gaúcho. O evento foi promovido pela ARI, a Associação Riograndense de Imprensa e aconteceu na sede da entidade em porto Alegre. Na mesa com Valci, estiveram o presidente da ARI, jornalista José Nunes e o professor e pesquisador Luiz Artur Ferraretto (UFRGS) que,como Valci, trabalhou em diferentes emissoras de rádio em Porto Alegre. Ainda esteve na mesa, o pesquisador e assessor da diretoria científica da ALCAR, Luciano Klöckner que falou sobre a segunda edição do Anedotário do Rádio Gaúcho: 100 anos de história, que narra fatos curiosos de vários radialistas e jornalistas. A obra já está em pré-venda e foi organizada por Luciano e pelo jornalista Plínio Nunes (in memoriam). O evento encerrou com uma visita à exposição de aparelhos de rádios antigos da Cacaredo e um coquetel patrocinado pela Borrussia e Dado Bier.

     


  • Professores e alunos do PPGJOR marcam presença no Intercom 2024

    O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJOR/UFSC) esteve muito bem representado no Congresso Intercom 2024 pela coordenação de diversas atividades e apresentação de trabalhos de professores e alunos de graduação, de mestrado e doutorado. O evento, considerado um dos mais importantes na área de comunicação no Brasil, é uma oportunidade significativa para promoção do debate sobre os desafios contemporâneos enfrentados pelo jornalismo e pela comunicação. Nesta edição do Intercom, a primeira semana da programação, de 27/08 a 29/08, aconteceu de forma remota, enquanto a segunda semana, de 03/9 a 06/09, se deu presencialmente.

    Participação do PPGJOR na etapa remota:

    PAINEL PESQUISA EM TELEJORNALISMO (É)DITADA COM AFETO

    Carlida Emerim

    GP COMUNICAÇÃO PARA A CIDADANIA
    Movimentos Negro e Indígena e a Crítica ao Jornalismo Marisvaldo Silva Lima e Tatiane Karina Barbosa de Queiroz

    GP COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO:
    Como Brasil e Portugal conduzem suas políticas de educação midiática e como podem contribuir para melhoria de ambos
    Ivone Ananias dos Santos Rocha e Rita de Cássia Romeiro Paulino

    Impactos de ferramentas de Inteligência Artificial na sala de aula Nicolas Canale Romeiro, André Salomão, Letícia Maria Fraporti Zanini e Milton Luiz Horn Vieira

    GP FOTOGRAFIA:
    Fotojornalismo em crise? Correlações entre processos de convergência e condições de trabalho de repórteres fotográficos
    Anderson José da Costa Coelho

    GP SEMIÓTICA DA COMUNICAÇÃO

    Narrativas paralelas, estéticas divergentes: a construção semiótica na dualidade dos mundos de Coraline e o Mundo Secreto
    Alexia Silva da Silveira Araujo, Richard Perassi Luiz de Sousa e Milton Luiz Horn Vieira

    GP TECNOLOGIAS E CULTURAS DIGITAIS

    TikTok e true crime: o papel da plataforma na visibilidade de crimes reais Ana Luiza Duarte

    GP TEORIAS DO JORNALISMO

    As transformações no papel do jornalista com o advento da Inteligência Artificial Generativa Francilene de Oliveira Silva

    Participação do PPGJOR na etapa presencial:

    GP CINEMA:
    Ideologias do capital no “Cinema Ambiental” Dominante: Reflexões a Partir de Documentários da Netflix
    Ana Paula Bragaglia

    GP COMUNICAÇÃO ANTIRRACISTA E PENSAMENTO AFRODIASPÓRICO
    Educação étnico-racial na formação de jornalistas: análise de currículos de cursos da região Norte
    Jaine Araújo da Silva

    GP COMUNICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL E LOCAL

    Mapeando interesses do público local: apontamentos preliminares sobre um survey em Florianópolis (SC)
    Lucas Santos Carmo Cabral, Gabriela Bregolin Grillo, Andressa Kikuti Dancosky

    GP COMUNICAÇÃO, MÚSICA E ENTRETENIMENTO

    Opinião ou reprodução? Relações entre jornalismo e indústria fonográfica no conteúdo da coluna de Música Popular do jornal florianopolitano O Estado em um período de modernização
    Giovanni de Sousa Velloso

    Conflitos e narrativas em torno do lançamento do álbum Cartola (1974): imprensa, história e memória
    Matheus Pismel

    GP COMUNICAÇÃO, TECNICIDADES E CULTURAS URBANAS

    Um novo mapa noturno das mediações para compreender a juventude periférica de Criciúma (SC)
    Marli Paulina Vitali

    GP ESTUDOS DE TELEVISÃO E TELEVISUALIDADE
    A Televisão com identidade própria: o Modelo da Televisão Brasileira Paulo Vitor Tavares, Luciane Maria Fadel

    GP FOTOGRAFIA

    Mapeamento dos estudos em fotojornalismo no Brasil no período de 2012 a 2021
    Jhenni Suelen Costa Quaresma

    Reflexões sobre a autoria em projetos fotojornalísticos de longa duração premiados pelo World Press Photo
    Gustavo Paulo Zonta

    Desertos de Notícias: pistas para compreender a escassez de informação jornalística no contexto brasileiro
    Daniel Barbosa Cassol

    GP POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS DA COMUNICAÇÃO

    O combate à desinformação no Governo Lula: as tentativas de criminalização das fake news e de regulamentação das mídias sociais e dos mercados digitais Paulo Fernando Liedtke

    GP RÁDIO E MÍDIA SONORA

    Quem são as mulheres mais retratadas nas edições da Revista do Rádio publicadas de 1948 a 1950 Valci Regina Mousquer Zuculoto; Raphaela Xavier de Oliveira Ferro; Danielly Cardoso Alves; Pedro Guerrazzi de Souza; Lara Roberta Apolinário e Silva e Érica Maria Zucchi

    Trajetória das pesquisadoras do GP Rádio e Mídia Sonora da Intercom no rádio Nayane Brito

    Uma proposta de periodização histórica da Rádio Ponto UFSC Luiz David Padilha

    Mapeamento de pesquisas sobre podcast jornalístico no Brasil: um estudo exploratório a partir das Teses e Dissertações da CAPES (2011-2023) Gessiela Nascimento da Silva e Valci Regina Mousquer Zuculoto

    Reportagem radiofônica: das transmissões de cima de galinheiros ao podcast narrativo: Alcides Mafra

    Particularidades da transmissão radiojornalística do Carnaval carioca Anderson Luiz Condor Baltar

    Coordenação da Sessão 08: Radiodifusão Comunitária Nayane Brito

    GP SEMIÓTICA DA COMUNICAÇÃO:
    Diagramas semióticos pelas fronteiras entre biografia, cinema e literatura Patricia de Oliveira Iuva

    GP TELEJORNALISMO:
    Alterações no grafismo televisual no Jornal Nacional: uma atualização das tipologias e usos Ana Juliana Fontes

    A Tragédia das Enchentes Narrada pela Plataforma: de como o JN vai ao Instagram Fabiana Piccinin, Karin Konzen Franco, Yaskara Ferreira Pinto

    GP TEORIAS DO JORNALISMO

    Humanização do jornalismo requer humanização do jornalista Jorge Kanehide Ijuim e Lynara Ojeda

    Metodologias de estudo da cobertura jornalística: análise das teses e dissertações do Programa de Pós-graduação em Jornalismo da UFSC
    Ricardo A. C. Pereira, Marisvaldo Silva Lima, Luiz Henrique Zart e Sebastião Nascimento Junior

    Documentário como produção jornalística: valores-notícia nos TCCs de Jornalismo

    Caroline Westerkamp Costa

    Além das atividades e apresentações de trabalho, os professores do PPGJOR, Valci Zuculoto e Jorge Kaneide Ijuim, conquistaram prêmios e distinções no evento. Valci ganhou o Prêmio Luiz Beltrão – Categoria Maturidade Acadêmica – Intercom 2024, enquanto Jorge foi homenageado com o Jubileu de Prata pelos 25 anos de atuação junto à entidade.


  • Professora do JOR e PPGJOR UFSC recebe Prêmio Luiz Beltrão – categoria Maturidade Acadêmica

    A professora Valci Regina Mousquer Zuculoto, do Curso de graduação e do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC, é vencedora do 26º Prêmio Luiz Beltrão, na categoria Maturidade Acadêmica, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom)  ao conjunto da obra de pesquisador(a) sênior que tenha obtido reconhecimento nacional e/ou internacional. Valci Zuculoto vai receber a premiação nesta próxima quarta-feira, dia 4 de setembro, a partir das 19h30, em cerimônia a ser realizada no Auditório do Bloco 7 da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Camboriú/SC, durante o 47º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.

    O Prêmio Luiz Beltrão é promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) desde 1998 e tem quatro categorias: Maturidade Acadêmica. Liderança Emergente, Instituição Paradigmática e Grupo Inovador. As indicações de candidaturas, primeiramente, são feitas pela comunidade acadêmica das ciências da comunicação (não se restringe apenas aos associados da Intercom), dirigentes e colegiados dos cursos de comunicação (graduação e pós), institutos de pesquisa e outras entidades da área. Entre as candidaturas validadas conforme o regulamento da premiação, a escolha dos(as) vencedores(as) é feita por um colegiado, composto por ex-presidentes da Intercom, pelo atual presidente da entidade e por vencedores(as) em todos os anos do Prêmio Luiz Beltrão na Categoria “Maturidade Acadêmica”. 

    Valci Zuculoto, professora do Departamento de Jornalismo da UFSC há 34 anos, desde 1990, é jornalista por formação (UFRGS), Mestre e Doutora (PUCRS) e Pós-Doutora em Comunicação (UFRJ). Atual presidenta da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (ALCAR), também coordena a Rede de Pesquisa em Radiojornalismo (RadioJor) da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a webemissora Rádio Ponto UFSC. É Conselheira da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (ABEJ), secretária de educação da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e diretora do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC). Já atuou na Zero Hora, Rádio Gaúcha, Isto É, O Globo. Foi diretora da rádio FM Cultura/Porto Alegre. Autora de “A programação de rádios públicas brasileiras” e “No ar, a história da notícia de rádio no Brasil”, além de organizadora/coautora de várias outras publicações sobre rádio e jornalismo.

    Entre outras premiações, já recebeu o Prêmio Luiz Beltrão da Intercom (2017), na categoria Liderança Emergente. Nesta edição do Prêmio Luiz Beltrão, é vencedor da categoria Liderança Emergente o professor Álvaro Bufarah Júnior, da Universidade Mackenzie (SP), que realizou seu pós-doutorado no PPGJOR UFSC em 2020, sob a supervisão da professora Valci Zuculoto. Os outros vencedores do Luiz Beltrão são: Categoria Instituição paradigmática para o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social; Categoria Grupo inovador para o Grupo de Estudos Muniz Sodré sobre Relações Raciais (GEMS) – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

     


  • Conferência do Presidente da Lusocom sobre Camus para o PPGJOR tem nova sala

    O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC promove na próxima quinta-feira, 5 de setembro, a conferência internacional “Percursos do bem fazer jornalismo: reflexões a partir de Camus”, com o professor Carlos Camponez, da Universidade de Coimbra. O evento acontece a partir das 14 horas no Auditório Elke Hering, na Biblioteca Universitária, e é gratuito e aberto ao público. Camponez é presidente da Federação Lusófona de Ciências da Comunicação (Lusocom) e vice-presidente da Associação Portuguesa das Ciências da Comunicação (SOPCOM). Pesquisador experiente, o conferencista é um dos principais autores lusófonos sobre ética profissional no jornalismo, tendo publicado artigos e livros sobre o tema, com destaque para “Deontologia do Jornalismo” (Ed. Almedina, 2011) e “Jornalismo e Qualidade no Mundo de Expressão Portuguesa” (University Saint Joseph, 2022). Esta é a segunda vez de Camponez no PPGJOR. Na primeira, cumpriu uma curta estância de intercâmbio científico em 2017, quando deu um minicurso sobre liberdade de expressão no século XXI e estreitou colaborações com o Observatório da Ética Jornalística (objETHOS). Na conferência da próxima quinta, Camponez vai abordar um tema de interesse recente: a experiência como jornalista de Albert Camus (1913-1960), escritor franco-argelino que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1957 e que ofereceu grandes contribuições para se pensar a liberdade, a responsabilidade e a própria condição humana. Para Camponez, a trajetória de Camus traz algumas pistas de como o jornalismo pode ser exercido na atualidade. A conferência internacional “Percursos do bem fazer jornalismo: reflexões a partir de Camus” é uma promoção do PPGJOR e mais uma atividade das celebrações dos 10 anos do Doutorado em Jornalismo.


  • Professora do PPGJOR ministra minicurso para jornalistas sobre cobertura de feminicídios

    Uma parceria entre os grupos de pesquisa GCODES (Gênero, Comunicação, Democracia e Sociedade, do PPGCP/UFPA),  Transverso – Estudos em Jornalismo, Interesse Público e Crítica,  (PPGJOR/UFSC) e o Sindicato dos Jornalistas do Pará (SINJOR) reuniu jornalistas em um minicurso sobre violência de gênero e cobertura jornalística.  O evento, realizado de forma remota no dia 21 de agosto, teve a participação de 47 pessoas. O minicurso foi ministrado pela professora Terezinha Silva, do grupo de pesquisa Transverso (PPGJOR/UFSC), que nos últimos anos tem coordenado pesquisas sobre cobertura de feminicídios. O tema é objeto de sua pesquisa também no período de pós-doutorado, realizado em parte na Universidade de Sevilha, na Espanha (setembro/2023 a fevereiro/2024), e parte junto à Universidade Federal do Pará (março a agosto/2024). Ao contextualizar o tema no minicurso, ela lembrou que as estatísticas sobre feminicídios no Brasil (1.467 em 2023) ou em quaisquer dos estados brasileiros, todos os anos, mostram o quanto o problema é estrutural.  Disse que se trata de um problema público, de todos, e que seu enfrentamento depende de ações coletivas, envolvendo muitos atores e instituições, como os meios de comunicação, que têm um papel crucial na prevenção primária às violências de gênero que acabam levando aos feminicídios. Defendeu a necessidade de  maior sensibilidade e compromisso dos meios e de jornalistas com o combate da violência contra as mulheres, o que significa um tratamento mais cuidadoso e menos superficial dos feminicídios, que supere a abordagem meramente policial-judiciária e passe a discutir as causas e as políticas de prevenção, porque o problema traz conseqüências tanto para as mulheres quando para o restante da sociedade.  Em sua exposição, a professora indicou uma série de limites que as pesquisas sobre o tema têm mostrado no tratamento dos crimes contra mulheres na cobertura da imprensa. Indicou também uma série de sugestões de ações que podem contribuir para melhorar a cobertura.  Compiladas de vários estudos e pesquisas sobre o tratamento do tema pelos meios de comunicação, as sugestões foram apresentadas na forma de um  “check-list  para avaliar a qualidade da cobertura de feminicídio”. Disse que o check-list é uma ferramenta que pode auxiliar tanto os jornalistas que fazem a cobertura do tema,  quanto de pesquisadoras(es) ou outras pessoas interessadas em analisar a qualidade do tratamento desses crimes na imprensa. A vice-presidenta do SINJOR-PARÁ, Simone Romero, destacou a importância da parceria entre academia e sindicato para a concretização de atividades de formação como a realizada e para o diálogo sobre os problemas que afetam a sociedade e a atividade jornalística. Lembrou dos desafios enfrentados no contexto atual para o exercício da profissão. Entre eles, apontou a  plataformização do jornalismo – um problema transnacional que as entidades profissionais estão tendo que enfrentar, já que traz impactos consideráveis para os(as) jornalistas,  para o desempenho de suas atividades e suas condições  de trabalho. Na lógica das  plataformas –  explicou –  o que importa é a  instantaneidade e não a qualidade ou aprofundamento do que é tratado. E isso impacta no que é considerado de relevância, porque passa a  ser relacionada com acessos e cliques, o que produz uma série de distorções. No debate aberto após o minicurso é mediado pela professora Rayza Sarmento, coordenadora do GCODES/PPGCP/UFPA, as participantes também destacaram a importância dessas iniciativas e espaços para  a formação de jornalistas; de sensibilizar os(as) profissionais  para uma cobertura mais comprometida com a igualdade e  os direitos das mulheres; de fazer uma cobertura mais crítica  em relação às obrigações do Estado em garantir a proteção das vítimas de violência de gênero, sem que isso signifique minimizar a relevância de mecanismos que têm salvado a vida de muitas mulheres, como as medidas protetivas;  de ampliar as fontes de informação utilizadas nas notícias sobre feminicídios, buscando incluir também mais mulheres como fontes especializadas; e  de reforçar  a formação  em ética nos cursos de jornalismo.