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Seminário internacional debate mídia, política e credibilidade jornalística

Refletir o papel do jornalismo na cobertura das eleições brasileiras 2018 e a credibilidade da informação divulgada para a sociedade são os objetivos do “Seminário Internacional: mídia, política e credibilidade da informação jornalística”. O evento gratuito ocorrerá no dia 30 de novembro, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Entre os convidados estão o pesquisador colombiano Germán Ortiz-Leiva (Universidad del Rosário, Bogotá) e o editor-executivo do The Intercept Brasil, Leandro Demori.
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Defesa de tese: “’Violência fascinante em vidas tão normais’: estigmatização e invisibilidade social na recepção de noticiários criminais”
A tese “‘Violência fascinante em vidas tão normais’: estigmatização e invisibilidade social na recepção de noticiários criminais”, de Hendryo André, será defendida no dia 29 de novembro, a partir das 14h. A sessão é aberta ao público e ocorrerá na sala 33 do Departamento de Jornalismo (sala de redação I) do Centro de Comunicação e Expressão (CCE/UFSC).
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Defesa de Dissertação: “A Formação para o Jornalismo Científico nas ações de ensino, pesquisa e extensão no curso de jornalismo da UFSC”

A dissertação “A Formação para o Jornalismo Científico nas ações de ensino, pesquisa e extensão no curso de jornalismo da UFSC”, de Luiza Mylena Costa, será defendida no dia 30 de novembro, a partir das 14h. A sessão é aberta ao público e ocorrerá na sala 413, Bloco A, do Centro de Comunicação e Expressão (CCE/UFSC).
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Professores do PPGJOR e ex-alunos do Programa participam do 4o Congresso de Jornalistas para dispositivos Móveis – JDM2018
As professoras Rita Paulino e Stefanie Carlan da Silveira participam do 4o Congresso de Jornalistas para dispositivos Móveis – JDM2018, promovido pela Universidade Beira Interior em Portugal. Na mesa 2 com o tema: Os dispositivos móveis como plataforma de consumo de notícias a professora Rita Paulino, com os colegas Pedro Jerónimo – Instituto Superior Miguel Torga (ISMT) Portugal e Marina Empinotti, ex-aluna do PPGJOR apresentaram a pesquisa Experiência do Usuário (UX) em apps de conteúdo jornalístico. E na mesa 3 com o tema Narrativas jornalísticas para dispositivos móveis a professora Stefanie Carlan da Silveira apresentará a pesquisa Jornalismo ubíquo para smartphones: proposta de instrumento de análise de propriedades técnicas.Site do evento: http://jdm.ubi.pt/pt/
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Lançada a Rede Lusófona pela Qualidade da Informação
Pesquisadores e representantes profissionais do jornalismo lançaram oficialmente no último dia 14 a Rede Lusófona pela Qualidade da Informação (RLQI). A cerimônia que marcou a criação da rede se deu na Sala do Senado, nas dependências da Universidade de Coimbra, Portugal, e foi presidida pelo reitor João Gabriel Silva. A Universidade Federal de Santa Catarina, através do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), participa da rede, que vai desenvolver pesquisas, realizar eventos, promover mobilidade docente e discente, além de produzir material de referência para os nove países de língua portuguesa no mundo. “Este é um momento muito oportuno para juntarmos esforços para pesquisar e ajudar a combater notícias falsas e a desinformação geral”, comenta o professor Rogério Christofoletti, um dos coordenadores do objETHOS e que participou do lançamento. A RLQI é também uma realização do projeto de internacionalização do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR), que completou 10 anos em 2017.
A RLQI vai colocar a língua portuguesa a serviço da qualidade da informação, da democracia e do conhecimento, sintetizou Carlos Camponez, professor da Universidade de Coimbra e principal articulador da rede. Camponez esteve no PPGJOR/UFSC este ano para um período de intercâmbio acadêmico e retornou a Coimbra com objetivos de criar um observatório de mídia como o objETHOS. Em Portugal, o professor foi incentivado a ampliar o projeto, o que levou à rede lusófona. “Temos membros da Europa, África, Ásia e América, de todos os países da comunidade de língua portuguesa, e isso nos garante uma capilaridade única para investigar e conhecer melhor os contextos da informação nessas regiões”, avalia Christofoletti.Entre os países lusófonos há muitas assimetrias. Enquanto o Brasil tem dimensões continentais, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe são arquipélagos; Guiné-Bissau, Angola e Moçambique são jovens repúblicas africanas e Macau é uma cidade com regime administrativo especial ligado ao governo chinês. Portugal tem um sistema de mídia tradicional ao passo que Timor-Leste busca fortalecer sua democracia depois das tensões para a libertação da Indonésia. A RLQI vai atuar nesse mosaico de realidades, e aprofundar os estudos sobre os mercados de comunicação nesses países, as práticas jornalísticas e, sobretudo, a ética dos profissionais e organizações noticiosas.
Além do objETHOS/UFSC, fazem parte da Rede Lusófona pela Qualidade da Informação as universidades de Coimbra, Cabo Verde, Lisboa, Lusófona da Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, e de São José (Macau), além da Escola Superior de Jornalismo de Moçambique, Rede Nacional de Observatórios da Imprensa (Renoi), Sindicato dos Jornalistas de Portugal, Ordem dos Jornalistas de Guiné-Bissau, Conselho de Imprensa de Timor Leste, Clube dos Jornalistas e Entidade Reguladora da Comunicação, de Portugal.
Os primeiros movimentos da RLQI são a elaboração de um projeto de pesquisa internacional e o lançamento do site do observatório lusófono da comunicação.







