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Compós disponibiliza relação dos periódicos da área de Ciências Sociais Aplicadas
Publicado em 12/10/2014 às 22:04

telaEm tempos de muita discussão sobre produção e produtivismo, a Compós coloca à disposição da comunidade a relação dos periódicos da área de Ciências Sociais Aplicadas I (CSAI) que integram o sistema Qualis da Capes. Separados por seu estrato (A1, A2, B1, B2, B3, B4 e B5), o pesquisador se depara com mais de mil e cem títulos. Basta clicar em um deles que o consulente é levado ao respectivo site, que traz todas as informações relativas à publicação. 

Veja o link

Especialista internacional fala sobre governo aberto e jornalismo de dados
Publicado em 07/10/2014 às 08:46

Cartaz AlexanderO Programa de Pós-Graduação em Jornalismo traz a Florianópolis um dos principais especialistas internacionais em jornalismo de dados, governo aberto e tecnologia. Alexander Howard fará palestra no dia 20 de outubro (segunda), às 14 h 30 minutos, no auditório do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, em Florianópolis, sobre “A arte e  a ciência do jornalismo guiado por dados”, em promoção do POSJOR e com apoio do Curso de Jornalismo, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e Consulado dos Estados Unidos em São Paulo.  Howard é editor-chefe do E PLuribus Unum, publicação especializada em governo aberto, tecnologia e inovação, e integra o Conselho Independente sobre Governo Aberto do Canadá. Foi membro do Tow Center for Digital Journalism, da Universidade de Columbia, e do Ash Center for Democratic Innovation and Governance, em Harvard. Escreve para diversos veículos sobre leis e regulações que afetam a Tecnologia da Informação, proteção de dados, identidade on line e privacidade eletrônica. Como debatedores, atuam o prof. Dr. Marcelo Träsel, da PUC do Rio Grande do Sul, especialista em jornalismo participativo e redes sociais; e a profa. Dra. Rita Paulino, subcoordenadora do POSJOR, autora, entre outros , do livro Comunicação e Comunidades Virtuais. O evento tem entrada livre, tradução simultânea e direito a certificado.

 

Tese orientada por professor visitante no POSJOR vence prêmio Capes de Teses 2014
Publicado em 03/10/2014 às 22:50

A doutora Angie Gomes Biondi, orientada pelo prof. Dr. Paulo Bernardo Ferreira Vaz, da Universidade Federal de Minas Gerais e atualmente professor visitante junto ao Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, foi a grande vencedora do  Prêmio CAPES de Teses 2014 na área de Ciências Sociais Aplicadas I, com “Corpo sofredor: figuração e experiência no fotojornalismo”, defendida junto ao programa de Pós- Graduação em Comunicação da UFMG. O trabalho teve co-orientação do prof. dr. Moisés Adão Lemos Martins, da Universidade do Minho, Portugal. O prof. Paulo B., como é conhecido, está há um ano como professor no POSJOR e renovou recentemente, por mais doze meses, seu período como professor visitante. A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá no dia 10 de dezembro de 2014, em Brasília

Mestras pelo POSJOR vencem Prêmio Adelmo Genro Filho/2014
Publicado em 02/10/2014 às 16:44

A jornalista Ana Paula Lückman, que defendeu junto ao POSJOR/UFSC a dissertação “Contribuições do pensamento complexo para o campo epistêmico do jornalismo” , foi a vencedora, na categoria Mestrado, do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo – edição 2014, promovido anualmente pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo. O prêmio será entregue na noite de abertura do Encontro Nacional da SBPJor, 6 de novembro, em Santa Cruz do Sul. A comissão julgadora também atribuiu menção honrosa à dissertação “Interfaces jornalísticas em tablets: o design digital da informação nos aplicativos móveis”, defendida pela jornalista Vivian Rodrigues de Oliveira. As duas mestras foram orientadas, respectivamente, pelas professoras doutoras Gislene da Silva e Rita Paulino.

PREMIADOS DO PAGF 2014
Os avaliadores do Prêmio Adelmo Genro Filho 2014 escolheram as melhores pesquisas científicas nas categorias Doutorado, Mestrado e IC/TCC. Para os nove avaliadores, foi uma tarefa difícil por conta da qualidade dos trabalhos enviados. A comissão da categoria IC/TCC foi formada pelos professores Frederico Tavares (UFOP), Cárlida Emerim (UFSC) e Eduardo Luiz Correia (FIAM). Participaram da comissão da categoria mestrado os professores José Afonso da Silva Junior (UFPE), Lia Seixas (UFBA) e Boanerges Balbino Lopes Filho (UFJF). Os professores Elizabeth Saad Corrêa (USP), Antonio Hohlfeldt (PUCRS) e Luiz Gonzaga Motta (UNB) fizeram parte da comissão julgadora da categoria doutorado. A coordenação geral do Prêmio Adelmo Genro Filho ficou sob a responsabilidade da professora Claudia Irene de Quadros (UFPR). O Prêmio Adelmo Genro Filho é concedido pela SBjor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo.

TCC/IC
A categoria Trabalho de Conclusão de Curso e Iniciação Científica recebeu 12 trabalhos. Destes, sete foram da região Sudeste e cinco da região Sul. O primeiro lugar foi para “Jornalismo em defesa das causas perdidas: antagonismos do contemporâneo na narrativa da Agência Pública”, de César Raydan Diab, da UFOP, orientado pelo professor Reges Toni Schwaab. A menção honrosa ficou com “Jornalismo desenhado: A Narrativa das Histórias em Quadrinhos a Serviço das Reportagens”, de Marianna Salles Falcão, da UERJ, orientada pelo professor Marcelo Kischinhevsky.

MESTRADO
Para a categoria Mestrado, houve 10 inscritos de várias regiões do país: Sul (6), Centro-Oeste (1) e Nordeste (2), além de Coimbra (1), Portugal. Nove dissertações foram defendidas em instituições públicas e uma em particular. A dissertação escolhida foi “Contribuições do pensamento complexo para o campo epistêmico do jornalismo”, de Ana Paula Lückman, da UFSC, orientada pela professora Gislene da Silva. A menção honrosa ficou com a dissertação “Interfaces jornalísticas em tablets: o design digital da informação nos aplicativos móveis”, de Vivian Rodrigues de Oliveira, da UFSC, orientada pela professora Rita de Cássia Paulino.

DOUTORADO
Na categoria doutorado houve sete inscrições, sendo três do Sudeste, dois do Nordeste e uma do Centro Oeste. Duas teses foram defendidas em instituições particulares e cinco em públicas. A tese vencedora foi “EXTRA! EXTRA! Os jornaleiros e as bancas de jornais como espaço de disputas pelo controle da distribuição da imprensa e da economia política dos meios”, de Viktor Henrique Carneiro de Souza Chagas, do CPDoc/FGV, orientado pelo professor Fernando Lattman-Weltman. A menção honrosa foi para “O repórter-amador:uma análise das disposições sociais motivadoras das práticas jornalísticas do cidadão comum”, de Sheila Borges de Oliveira, da UFPE, orientada pela professora Lília Maria Junqueira e co-orientada por Patrícia Bandeira de Melo, professora da Fundação Joaquim Nabuco.

PESQUISADOR SÊNIOR
A categoria Sênior foi indicada pelo Conselho Científico da SBPJor. A professora Zélia Leal Adghirni atuou como professora da Faculdade de Comunicação da UnB entre 1991 e 2014 e foi a escolhida para ganhar o Prêmio Adelmo Genro Filho 2014 por sua trajetória acadêmica e profissional. Ela exerceu a profissão de jornalista por quase 20 anos no Brasil e na França. A docência no jornalismo começou em 1985, quando lecionou na Escola de Jornalismo de Rabat, Marrocos. Também atuou como professora visitante no Instituto de Estudos Políticos (IEP) de Rennes 1 e da Cátedra da Unesco de Jornalismo do Institut de Communication et des Medias da Universidade Stendhal, Grenoble. Ela também é sócia fundadora da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, tendo composto o conselho científico do primeiro mandato da entidade . É doutora em comunicação pela Universidade de Grenoble com pós-doutorado pela Universidade de Rennes 1. É membro da rede de internacional de pesquisa REJ (Réseau d´Etudes Sur Le Journalisme). Pesquisadora com vasta experiência nos estudos de jornalismo e práticas profissionais. Atualmente, prepara, em conjunto com pesquisadores da Linha Jornalismo e Sociedade da Faculdade de Comunicação da UnB, a tradução ao português do clássico “Mudanças Estruturais no Jornalismo”, de Bin, Charron e Bonville.

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Com informações da profa. Dra. Cláudia Irene de Quadros, coordenadora do PAGF de Pesquisa em Jornalismo/2014

Nova edição de “Jornalismo, Ética e Liberdade”
Publicado em 27/09/2014 às 15:54

capa_karam
A Summus Editorial lançou em setembro, em São Paulo, a quarta edição do livro “Jornalismo, Ética e Liberdade”, do prof. Francisco José Castilhos Karam, atualmente coordenador do programa de Pós-Graduação em Jornalismo. Originalmente publicado em 1997, a nova edição, atualizada, revê partes de capítulos anteriores e  inclui análises sobre a Sociedade da Informação e do Conhecimento e sobre a nova etapa do jornalismo diante das redes sociais, do ciberespaço e do novo papel da reportagem. Karam, que integra o Departamento de Jornalismo da UFSC desde 1984, publicou, também pela Summus, “A ética jornalística e o interesse público” e participou de programas de jornalismo em Cuba, Estados Unidos, Espanha e Argentina, integrando, atualmente, o Grupo de Pesquisa Observatório da Ética Jornalística – objETHOS.

 

GIPTele lança segundo livro
Publicado em 25/09/2014 às 22:51

capa_livrotelejornalismo1O Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Telejornalismo, o GIPTele, está lançando o segundo livro que reúne alguns resultados das pesquisas do grupo e da interlocução deste com diferentes pesquisadores, parceiros que integram a Rede de Pesquisadores em Telejornalismo, a Rede TELEJor da Associação Brasileira de Pesquisadores em Telejornalismo (SBPJor) e do Grupo de Pesquisa em Telejornalismo da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM). O livro conta com a chancela do Programa de Pós-graduação em Jornalismo (POSJOR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 Organizado pelas professoras Cárlida Emerim e Rita Paulino, da UFSC, este livro, intitulado Ensaios sobre Televisão e Telejornalismo (Editora Insular), com prefácio de Iluska Coutinho (UFJF/MG), reúne no primeiro capítulo GIPTele Pesquisa, os pesquisadores do grupo como Antonio Brasil (UFSC/SC), Michele Negrini (UFPel/RS), Roberta Roos (Unipampa/RS), Valquíria Kneipp (UFRN/RN) além das organizadoras. No segundo capítulo, GIPTele Convida, pesquisadores estrangeiros como John Pavlik (EUA), Marita Soto (ARG), Marie-France Chambat-Houillon (FRA), Gustavo Aprea (ARG) e Fourouzan Seban (FRA) que mantem uma interlocução de trabalho com o grupo. E, no terceiro capítulo, GIPTele Apresenta, o grupo lança quatro novos pesquisadores em telejornalismo, Ana Juliana Fontes, Beatriz Cavenaghi e Samira Moratti Frazão, formadas pelo Programa de Pós Graduação em Jornalismo da UFSC e Jhonatan Mata, formado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Todos os pesquisadores se dedicam ao aprofundamento dos estudos sobre a televisão e o telejornalismo tratando temas como formatos televisuais, segunda tela, conceitos fundamentais em televisão e telejornalismo e analisam estudos de caso em torno dos temas centrais.

O livro já foi lançado no INTERCOM 2014, em Foz do Iguaçú (PR) e terá lançamento especial no 12º SBPJor, na cidade gaúcha de Santa Cruz dos Sul, em novembro de 2014.

 

Critérios de mídia noticiosa uma Investigação a partir da Polêmica do livro didático
Publicado em 25/09/2014 às 13:14

DEFESA DE DISSERTAÇÃO

CRITÉRIOS DE MÍDIA NOTICIOSA UMA INVESTIGAÇÃO A PARTIR DA POLÊMICA DO LIVRO DIDÁTICO

Mestranda: Wânia Celia Bittencourt                                                                               

Orientadora: Profa. Dra. Gislene da Silva

Banca examinadora

Profa. Dra. Daisi Vogel (POSJOR/UFSC), Profa. Dra. Rosana de Lima Soares (Universidade de São Paulo), Prof. Dr. Bruno Souza Leal (Universidade Federal de Minas Gerais)

Quando: 26 de setembro de 2014 , sexta-feira – 14 horas

Onde: Sala 141 , 1o. andar, prédio A (Centro de Comunicação e Expressão/UFSC)

Pesquisadores do campo da Comunicação percebem uma fragilidade no que se refere a teorias e procedimentos sobre crítica da mídia, que tem caráter esporádico e escassa discussão sobre critérios e valores. A partir de uma experiência técnico-cultural, esta pesquisa elege como objeto de estudo a crítica de mídia noticiosa e seus critérios. A pesquisa orienta-se por dois objetivos: (1) identificar critérios existentes nas falas críticas produzidas pela sociedade sobre as práticas e os processos jornalísticos; (2) fazer a crítica de mídia noticiosa, buscando identificar problemas nas notícias analisadas e inferir critérios de análise de notícias.  Toma-se como objeto empírico o acontecimento jornalístico que ficou conhecido como a polêmica do livro didático, ocorrida no Brasil em maio de 2011, dividido em dois corpus: (a) a repercussão crítica sobre as notícias, reunidas no dossiê Por Uma Vida Melhor, organizado pela ONG Ação Educativa; (b|) as notícias sobre a polêmica no Portal IG.

Galeria de fotos da Palestra do Professor Wolfgang Donsbach
Publicado em 22/09/2014 às 23:53

Fotos: Estevam Scuoteguazza/UFSC

 

 

Tópicos em Jornalismo, Cultura e Sociedade
Publicado em 20/09/2014 às 21:54

O segundo dos quatro minicursos oferecidos em 2014.2 pelo Programa de Pós-Graduação em Jornalismo inicia na terça, 26, às 8h20. Coordenado pelo prof. Dr. Paulo Bernardo Vaz, da Universidade Federal de Minas Gerais e visitante junto ao POSJOR, com aulas na sala 141 (prédio A do CCE) todas as manhãs de 23 a 26 de setembro, a disciplina “Tópicos Avançados em Jornalismo, Cultura e Sociedade: textos, mídias, mediações e processos de significação – noções teóricas e aspectos metodológicos” terá a participação de  mais três professores doutores do Programa de Pós Graduação em Comunicação da UFMG, Bruno Souza Leal, Carlos Alberto Carvalho e Elton Antunes ).

Jornalismo: prática, ensino e papel social do conhecimento moderno
Publicado em 18/09/2014 às 23:05

Por Carlos Marciano,
Jornalista e mestrando junto ao POSJOR/UFSC

 

foto 4Em meio às influências das mudanças tecnológicas, qual o papel social, como ensinar e praticar IMG_20140917_161455875jornalismo?  O Dr. Wolfgang Donsbach, da Universidade Técnica de Dresden, foi quem abordou o tema durante a aula magna do Programa de Pós-Graduação em jornalismo, realizada no dia 17 de setembro, última quarta-feira. Acadêmicos e membros do corpo docente lotaram o auditório Elke Hering, da Biblioteca Universitária,  e ao final participaram do debate com o palestrante.

De acordo com Donsbach, a principal dificuldade para suprir as questões referentes ao jornalismo moderno se deve a grande preocupação com a tecnologia e não com o conteúdo. Para suprir essas carências ele sugere algumas mudanças de atitudes.

Aprimorar as técnicas e almejar maior exatidão sobre os fatos é uma delas. Para isto ser alcançado, uma alternativa é o jornalista atuar também como um pesquisador, ou seja, procurar evidências que comprovem suas informações com mais precisão.

A crise no jornalismo também foi abordada em vários momentos da conversa. Não existe consenso sobre sua real existência e em que medida esta se aplica. No entanto, alguns pontos sobre esta suposição foram debatidos.

Um dos principais fatores foi a chegada da internet e a forma como a informação é difundida neste meio.
Ela proporcionou o que Donsbach menciona como “democratização da notícia”, ou seja, a participação mais ativa do cidadão com sugestões sobre a produção de notícias bem como a seletividade do conteúdo de interesse.

Indicadores comerciais é outro fator. Muitas vezes questões referentes à tradição comercial batem de frente com aquelas relativas às de interesse público. O professor citou como exemplo o fato de notícias perderam espaço para anunciantes, ou quando o corte de custos atinge diretamente os profissionais e como consequência gera-se a queda de qualidade no veículo.

Para Donsbach, um fator puxa o outro. Um corte nas redações, por exemplo, afetará a maneira como a imprensa cobre a realidade. Se esta nova maneira não agradar começa a se perder o conhecimento, pois o público deixa de consumir notícias e consequentemente outras formas de atraí-lo deverão ser pensadas, como o entretenimento, cada vez mais frequente.

foto 1Autores como Walter Lippmann, Jürgen Habermas e Francisco Karam (coordenador do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo) foram citados por Donsbach para embasar seus estudos, que além dos temas já mencionados trataram também de outros assuntos da área como esfera pública e informação compartilhada.

Para o professor, estimular algumas competências pode contribuir na forma de se fazer e ensinar jornalismo. Os jornalistas devem estabelecer relações entre os fatos e, no intuito de analisar a importância dos eventos e reconhecer informações relevantes, precisam saber como aprimorar capacidades analíticas, criticas e narrativas para melhor conhecimento e disseminação do tema.

É necessário entender como o mundo funciona, aprimorar a competência da causalidade que, para ele, é essencial durante a avaliação dos fatos. Deve-se estimular também a competência do processo e assim compreender como o jornalista trabalha com o público e se estas atitudes estão surtindo efeito.

Donsbach reforçou que a razão mais importante para a existência do jornalismo é a validação de informações. Assim, repensar o todo é essencial. Ações que viabilizem a produção não fazem sentido se o conteúdo não for atrativo, afinal, “até o melhor jornalismo precisa de mercado, mas se ninguém quiser ler…”.

 

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