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Pesquisadores do PPGJor mapeiam o jornalismo independente em SC
Uma equipe de estudantes de mestrado e doutorado do PPGJor vai identificar os arranjos nativos digitais de mídia independente no estado de Santa Catarina. O objetivo é traçar um panorama do cenário jornalístico local, compreender as relações de trabalho e as condições de produção desses arranjos, diversos em termos de proposta editorial, temas abordados, público alvo, tamanho das equipes e formas de financiamento.
O trabalho integra o projeto “As relações de comunicação e as condições de produção no trabalho de jornalistas em arranjos econômicos alternativos às corporações de mídia”, conduzido nacionalmente pelo Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CPTC – ECA/USP), e coordenado pela professora Roseli Fígaro. Em Santa Catarina, a equipe conta com os discentes Andressa Kikuti, Jefferson Sousa, Natasha Ramos, Rafael Venuto e Suelyn Luz, sob a coordenação do professor Jacques Mick.
Se você conhece algum projeto jornalístico independente ou alternativo na sua cidade ou região catarinense, indique neste seguinte formulário: https://forms.gle/uRqgDWVymdVttX257
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Dois meses de isolamento social: como o PPGJOR está funcionando
As atividades presenciais foram interrompidas na UFSC em 17 de março. O alastramento da epidemia por COVID-19 exigiu rápidas respostas de gestores, professores, servidores e alunos. Todos precisaram se adaptar à nova realidade, buscando condições sanitárias mais seguras.
O PPGJOR também adotou novas rotinas e vem funcionando assim desde então:
> Aulas: foram suspensas para evitar aglomerações de pessoas.
> Bancas de defesa: foram mantidas a distância, e passaram a acontecer por sistema de videoconferência (com gravação e pareceres por escrito). Desde então, foram realizadas duas defesas de doutorado e outras quatro estão marcadas até agosto.
> Exames de qualificação: estão mantidos, também por sistema de videoconferência, e vêm acontecendo.
> Atendimento externo da Secretaria: foi mantido pelo email ppgjor@contato.ufsc.br
> Cumprimento de horário da Secretaria: mantido no horário normal, mas em home-office.
> Cumprimento de horário da Coordenação: mantido no horário convencional, também em home-office.
> Execução das teses e dissertações: alunos mantiveram seus estudos e estão sendo acompanhados pelos orientadores.
> Orientações e atendimento de alunos: mantidas pelos professores, por meio de videochamadas, telefonemas e emails.
> Execução dos projetos de pesquisas dos professores: mantidas, sem trabalho de campo.
> Reuniões do Colegiado: cronograma foi mantido, e as reuniões têm se dado por sistema de videoconferência. Atas são lavradas das reuniões que têm tido maciça participação de docentes e dos representantes discentes.
> Outras reuniões: a coordenação tem participado de reuniões frequentes convocadas pela direção do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e pelo Departamento de Jornalismo, para avaliação da situação e deliberação de ações.
> Edição da revista EJM: editoras e a equipe de colaboradores continuam preparando a edição de junho.
> Grupos de pesquisa: reuniões têm acontecido a distância, conforme agenda dos pesquisadores.
> Projetos de extensão: mantidos, com adaptações necessárias.
> Ações sociais: A pandemia levou associações científicas e meios de comunicação a realizarem debates pela internet e parte de nossos docentes tem atuado como especialistas na área, realizando importante trabalho de divulgação científica e prevenção à doença.
> Preenchimento do relatório Sucupira/Capes: mantido pela Coordenação e Secretaria. Prazo de entrega à ProPG é 5 de junho, conforme determinou a Capes.
> Processo seletivo 2020: foi realizada a 1ª fase e os prazos das demais foram suspensos temporariamente.
> Canais de informação do PPGJOR: site e Twitter são atualizados com regularidade; listas eletrônicas de professores e alunos funcionam normalmente.
> Publicação de artigos, livros e capítulos de livros: professores, mestrandos e doutorandos do PPGJOR deram continuidade à produção intelectual do PPGJOR.
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Gislene Silva lança e-book baseado em seu mestrado
A professora do PPGJOR Gislene Silva está lançando Pesquisa da pesquisa: crítica de teses e dissertações em Comunicação Rural (1978-1988). O livro, em forma de e-book, resulta de seu mestrado concluído há três décadas, depois de ter trabalhado por vários anos como jornalista e como professora de jornalismo.Ao revisitar questões dos anos 80, a autora encontra três sustentações para a validade de científica de se publicar o estudo nos dias de hoje – quando, em vez de cinco programas de pós-graduação em Comunicação, temos mais de cinquenta: recuperação do tema ainda desafiador da comunicação rural, retomada da preocupação epistemológica com o objeto de estudo da Comunicação e reforço da importância de se estudar metodologia da pesquisa.
No prefácio, a professora Maria Immacolata Vassallo de Lopes, da USP, afirma: “Entre todos os achados da dissertação, quero destacar um que é a variedade de metodologias encontradas no corpus das 27 teses/dissertações desconstruídas. Já apontava a autora para a complexidade e a multidimensionalidade dos fenômenos comunicacionais e para a Comunicação como campo transdisciplinar, termo muito distante da época analisada”.
A obra chama atenção especialmente para a indispensabilidade de se investigar com consciência metodológica, aquela que alcança o pesquisador para construir sua investigação no duplo movimento da segurança e liberdade requerido pelo pensamento científico.
O e-book sai pelo selo editorial Kritikos, criado pelo grupo de pesquisa MidiAto – Grupo de Estudos de Linguagem: Práticas Midiáticas (www.usp.br/midiato), sediado na Escola de Comunicações e Artes da USP. Gislene Silva é professora titular da Universidade Federal de Santa Catarina, e atua no PPGJOR onde é integrante da Rede de Pesquisa em Cultura Midiática – Metacrítica e líder do grupo de pesquisa Crítica de Mídia e Práticas Culturais.
O livro pode ser baixado gratuitamente neste link.
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Revista Estudos em Jornalismo e Mídia abre chamada de textos sobre narrativas, testemunhos e subjetividades
A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do PPGJOR/UFSC, está com chamada aberta para receber textos. As editoras Terezinha Silva e Daiane Bertasso Ribeiro informam que a equipe prepara uma edição especial com o tema Narrativas jornalísticas, Testemunhos e Subjetividades, prevista para circular no primeiro semestre de 2021.
O dossiê tem como editoras convidadas as professoras Fabiana Moraes (UFPE) e Marta Maia (UFOP). São aceitos textos em português, espanhol e inglês, tanto com artigos teóricos quanto relatos de pesquisa. A revista é eletrônica, com acesso aberto, circulação semestral, e é classificada como B1 no Qualis/Capes. São aceitas contribuições até 31 de agosto.
Mais informações no site da revista: https://periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/index
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Defesas de mais quatro teses acontecem em junho, julho e agosto
A COVID-19 alterou drasticamente a rotina no PPGJOR, e a realização das defesas públicas de teses e dissertações é um exemplo. Se antes da pandemia, essas sessões aconteciam nas dependências do Centro de Comunicação e Expressão, agora, seguindo instruções sanitárias, elas ocorrem por sistema de videoconferência. Os avaliadores atuam de suas casas e emitem pareceres por escrito. As bancas também são gravadas, e podem ser acompanhadas pela internet em tempo real.
Neste semestre, duas defesas de tese já se deram nessas condições. O PPGJOR tem agendado mais quatro novos trabalhos de doutorado nos próximos meses:
Segunda, 22 de junho, às 14h30: “Poéticas da memória no jornalismo: a dimensão estética e política da reportagem em livro sobre a ditadura civil-militar no Brasil”, tese de Cândida de Oliveira
Quarta, 8 de julho, às 14 horas: “Sistema de mediações algorítmicas e a espiral do silêncio: implicações na recepção de conteúdos noticiosos por integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus e professores da APP-Sindicato, após as eleições de 2018 no Brasil”, tese de Kérley Winques.
Segunda, 13 de julho, às 14 horas: “Da pauta ao play: metodologia para desenvolvimento de newsgames como mídia jornalística”, de Carlos Nascimento Marciano
Segunda, 3 de agosto, às 14 horas: “Notícias autodestrutivas: produção de conteúdo jornalístico na pós-modernidade”, de Ingrid Pereira de Assis.
Programa-se para acompanhar. Os links das salas virtuais são divulgados horas antes das sessões pelo Twitter do Programa, permitindo que a audiência se prepare para os eventos.



