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Projetos de extensão no PPGJOR fazem cobertura da COVID-19
A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus tem gerado várias ações de extensão que envolvem professores, mestrandos e doutorandos do PPGJOR. Rádio Ponto, TJUFSC e objETHOS oferecem coberturas especiais sobre a doença.
Na Rádio Ponto, a programação leva o nome de “Repórter UFSC Especial – Cobertura COVID 19”. Ela é produzida de forma remota, com a articulação dos repórteres por celulares e outros recursos de comunicação a distância. Os estúdios não estão sendo usados, mas tem sido possível emitir boletins diários como o “Repórter UFSC no combate ao coronavírus”, por exemplo. Temporariamente, a programação está disponível no Spotify e Facebook. A coordenadora da Rádio Ponto e professora do PPGJOR, Valci Zuculoto, explica que “além dos boletins, ainda trabalhamos na criação e produção de peças visuais (logos, cards e perfis) para a identificação da cobertura especial nas nossas redes bem como nas vinhetas sonoras específicas para esta programação”. A cobertura especial envolve professores, técnicos do LabRadiojornalismo, alunos da graduação e da pós-graduação, e está no ar desde 17 de março.
O TJUFSC – telejornal universitário diário e ao vivo que está no seu oitavo ano de transmissões – também está cobrindo a pandemia. Segundo a coordenadora do projeto e professora do PPGJOR, Cárlida Emerim, com os estúdios de TV fechados, a equipe acionou seu planejamento de emergência e o projeto está funcionando através das redes sociais, com a produção de conteúdo jornalístico via smartphone e celular. Estão envolvidos alunos do Departamento de Jornalismo e do PPGJOR da equipe fixa, mais os voluntários e colaboradores que estão fora do país, em intercâmbio. “A comunicação entre a equipe é realizada por várias reuniões entre a coordenação e os bolsistas (via serviço de mensagem instantânea) e com a maioria da equipe através de aplicativos de videochamadas”, explica Cárlida.
As adaptações não interromperam a programação do TJUFSC em nenhum momento, e há atualizações, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Para acompanhar, basta acessar o Facebook, YouTube e o Instagram do projeto.
Entrevistas e análises
O Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) também tem produzido conteúdos especiais sobre a pandemia. Além dos rotineiros artigos dos comentários semanais, a equipe também iniciou em 8 de abril uma série especial de entrevistas com jornalistas e pesquisadores da área. Em pauta, jornalismo científico e de saúde, desinformação nas redes sociais e cuidados éticos na cobertura de tragédias, para citar alguns exemplos.
A série foi concebida pelo doutorando Dairan Paul e é coordenada também pela mestranda Denise Becker. Outros mestrandos e doutorandos que compõem a equipe do objETHOS se envolveram imediatamente na ação e passaram a produzir as entrevistas.
Para acompanhar o conteúdo especial sobre a COVID-19, acesse aqui. -
Professor do PPGJOR debate cobertura da COVID-19 em podcast
O coordenador do PPGJOR/UFSC, Rogério Christofoletti, foi um dos convidados do episódio de estreia do podcast PapoCom, produzido pelo PráxisJor, grupo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará. Christofoletti debateu a qualidade da cobertura jornalística sobre a COVID-19 com a editora do site da revista Piauí, Fernanda da Escóssia, e o professor Ricardo Jorge, do PPGCOM/UFC.
De acordo com Edgar Patrício, mediador do debate e líder do PráxisJor, a ideia é discutir semanalmente as pesquisas realizadas no campo da Comunicação e os impactos que trazem para a sociedade.
O podcast PapoCom está disponível nas principais plataformas de áudio e pode ser ouvido aqui.
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PPGJOR suspende cronograma de processo seletivo
O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo decidiu suspender as datas da segunda e terceira etapas de seu processo seletivo de 2020. A decisão aconteceu logo após o anúncio do resultado preliminar dos aprovados na primeira etapa da seleção.
“A UFSC suspendeu as atividades presenciais até 30 de abril e ainda não sabemos quando a rotina vai estar razoavelmente estabelecida na universidade. Não sabemos, por exemplo, se haverá salas disponíveis para a aplicação da prova escrita da segunda etapa, e se haverá condições de transporte e deslocamento em estradas e aeroportos para os candidatos”, explicou o coordenador do PPGJOR, Rogério Christofoletti.
O PPGJOR aguarda a Administração Central da UFSC para editar um novo cronograma, com as datas da prova de conhecimentos específicos e as entrevistas para arguição dos candidatos. “Com esta decisão, queremos garantir as condições de continuidade do processo seletivo para todos os candidatos que avançaram na seleção. Na disputa por vagas, há inscritos de outros estados brasileiros, inclusive do norte e do nordeste. É importante frisar que estamos suspendendo datas, mas o processo seletivo vai continuar assim que tivermos uma situação sanitária e acadêmica mais segura”, completa.
Candidatos e interessados devem acompanhar os canais de comunicação oficiais do PPGJOR, no site e no Twitter, onde novas decisões e anúncios serão publicados.
O resultado preliminar da primeira etapa foi anunciado hoje, 23, e a listagem definitiva dos aprovados será publicada em 29 de abril, após o prazo para recursos.
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Resultado preliminar da Primeira Fase do Processo Seletivo 2020
O PPGJOR torna público o resultado preliminar da primeira fase de seu processo seletivo de 2020. A lista traz os nomes e as inscrições de candidatos aprovados e não-aprovados na etapa de avaliação de projetos.
De acordo com os editais do processo, eventuais pedidos de revisão de avaliação devem ser enviados entre os dias 24 e 26 de abril, e as respostas a essas solicitações sai até 29 de abril.
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Mestrandos e doutorandos disponibilizam caderno de resumos da Jornada Discente
A Comissão Organizadora da 9ª Jornada Discente do PPGJOR acaba de disponibilizar o caderno de resumos do evento, ocorrido em 2019. A publicação de 119 páginas contém 49 relatos de pesquisa, distribuídos em nove seções: Tecnologias e Inovações; Reportagem e Ética Jornalística; Jornalismo Especializado; Cidadania e Minorias; Tecnologias do Jornalismo, Crítica de Mídia e Valores Profissionais; Jornalismo e Práticas Pedagógicas; Jornalismo e Gênero; Rotinas Produtivas no Jornalismo; Passos Iniciais: Pesquisa em Jornalismo.
A Jornada Discente é um evento do calendário oficial do PPGJOR e sua organização e realização estão a cargo de mestrandos e doutorandos, com apoio da Secretaria e Coordenação do programa.
Saiba mais sobre a Jornada Discente e acesse todos os cadernos de resumos aqui.
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SBPJOR faz debate online sobre a pandemia
(reproduzido a partir do site da SBPJOR)
A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) promove a partir da sexta-feira (24), às 16h, o ciclo de debates online “A pesquisa em Jornalismo em tempos de COVID-19”. Na primeira edição, as pesquisadoras convidadas Roseli Figaro (USP) e Márcia Franz Amaral (UFSM) debaterão o tema “A cobertura e as condições de trabalho dos jornalistas durante a pandemia”. A discussão será ao vivo e haverá mediação para receber perguntas dos internautas.
Roseli Figaro é professora livre-docente e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade de São Paulo (ECA/USP). A pesquisadora é bolsista de Produtividade do CNPq, Nível 2, e coordena o Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT). Na atual gestão da SBPJor (2019-2021), também integra o Conselho Científico da entidade. Já Márcia Franz Amaral é professora Associada IV da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde coordena o Grupo de Pesquisa Estudos de Jornalismo (UFSM/CNPq). Bolsista de Produtividade do CNPq, Nível 2, a pesquisadora tem se dedicado ao estudo de coberturas jornalísticas sobre tragédias.
O objetivo do ciclo de debates online “A pesquisa em Jornalismo em tempos de COVID-19” é destacar, a cada encontro, perspectivas distintas sobre a contribuição da área para a compreensão da complexidade do fenômeno social que envolve a expansão mundial da COVID-19. A ação da SBPJor também integra o conjunto de iniciativas de associações científicas brasileiras que culminará, no dia 7 de maio, na Marcha Virtual pela Ciência no Brasil. A Marcha apresentará como temas principais os maiores desafios da ciência brasileira atualmente: ajudar a vencer a pandemia da COVID-19 e conquistar recursos adequados para a pesquisa, educação, saúde e desenvolvimento sustentável.
A primeira edição do ciclo de debates poderá ser acessada no perfil institucional da SBPJor no Youtube e Facebook.
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PPGJOR apóia nova série de livros de jornalismo
Um conjunto de livros que atenda aos novos currículos de Jornalismo, oferecendo obras para a formação humanística, teórica e prática, sempre preocupadas com a ética e a qualidade da informação numa sociedade democrática. Este é o objetivo da série Novas Diretrizes que a Editora Insular acaba de anunciar com o apoio institucional do PPGJOR.
A iniciativa conta com um conselho editorial internacional, com nomes como Adriana Amado, Carlos Camponez, Roseli Fígaro e Sylvia Moretzshon, e coordenação geral de Samuel Lima, professor do PPGJOR. O planejamento inicial é de que ao menos doze títulos sejam lançados no primeiro ano, sempre com avaliação técnica e científica dos originais e processo profissional de edição. Um dos primeiros livros a sair, já nos próximos meses, é a adaptação da tese de doutorado sobre infografia que William Robson Cordeiro defendeu no PPGJOR.
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Agende-se: defesas por videoconferência acontecem em maio, junho e julho
A pandemia da COVID-19 interrompeu aulas e atendimentos presenciais, mas diversas outras atividades acadêmicas não param. É o caso dos exames de qualificação e das bancas públicas de teses e dissertações.
Por orientação da administração central da UFSC e seguindo instruções sanitárias, as bancas estão acontecendo por sistema de videoconferência, com avaliadores atuando de suas casas e emitindo pareceres por escrito. As bancas também são gravadas, e podem ser acompanhadas pela internet em tempo real.
No PPGJOR, já temos um conjunto de defesas com agendamento aprovado pelo Colegiado. Organize-se para acompanhar. Os links das salas virtuais são divulgados horas antes das sessões pelo Twitter do Programa, permitindo que a audiência se prepare para os eventos.
Segunda, 11 de maio, às 14 horas: “Jornalismo vigilante sob vigilância: vulnerabilidades e potencialidades do jornalismo investigativo brasileiro”, tese de Ricardo José Torres
Segunda, 15 de junho, às 14h30: “Poéticas da memória no jornalismo: a dimensão estética e política da reportagem em livro sobre a ditadura civil-militar no Brasil”, tese de Cândida de Oliveira
Quarta, 8 de julho, às 14 horas: “Sistema de mediações algorítmicas e a espiral do silêncio: implicações na recepção de conteúdos noticiosos por integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus e professores da APP-Sindicato, após as eleições de 2018 no Brasil”, tese de Kérley Winques.
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Atividades presenciais suspensas até 30 de abril por causa da COVID-19
(reproduzido do Notícias da UFSC)
A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica nesta terça-feira, 7 de abril, Portaria Normativa nº 357, que estabelece a prorrogação das atividades acadêmicas e administrativas presenciais até o dia 30 de abril. A medida unifica o período de suspensão, já que as aulas, por conta de Decreto estadual estão suspensas em Santa Catarina até 19 de abril e as atividades administrativas vinham sendo suspensas por períodos de uma semana.
“A decisão se ampara em todos os indicadores gerados por especialistas, segundo os quais o ‘pico’ da curva de expansão do contágio deve ocorrer em torno do dia 20 de abril”, explica o reitor, Ubaldo Cesar Balthazar. Como a UFSC suspendeu as aulas inicialmente no dia 16 de março e depois, com o Decreto estadual, esse período foi ampliado até o dia 19 de abril, houve um movimento especialmente de estudantes de volta para casa. Mais de 30% dos alunos da UFSC têm residência familiar fora das cidades em que estudam.
A partir da ampliação da suspensão das atividades também os setores técnicos e administrativos podem manter-se por mais tempo desenvolvendo atividades remotas – quando possível – e assim preservar o isolamento social, estratégia confirmada por autoridades sanitárias como essencial para conter a propagação em massa. “Insistimos que, o fundamental nesse momento e nos próximos dias e semanas, é cuidarmos de nossa saúde e de nossos amigos e familiares. Ficar em casa”, reforça o reitor.
Desde que houve a suspensão, a UFSC tem demonstrado que está atuando firmemente no combate à pandemia. São inúmeros os projetos de pesquisa e investigação que geram soluções e ações voltadas à segurança, realização de exames, medidas de prevenção, atividades de solidariedade. Além disso, com o fechamento dos Restaurantes Universitários, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) instituiu um programa emergencial, para subsidiar com bolsas os estudantes com cadastro sócio econômico situado na faixa dos mais vulneráveis.
“Temos tido esse cuidado, com estudantes que dependem das refeições e que, neste momento, demanda ainda mais apoio”, diz o pró-reitor da Prae, Pedro Manique Barreto. Além da bolsa, que terá um segundo edital em abril, já foram destinadas cestas básicas aos estudantes da Moradia Estudantil e do alojamento indígena, e remetidos mais de uma tonelada de alimentos a cada um dos outros quatro campi da UFSC. A PRAE, com apoio do Diretório Central dos Estudantes (DCE), segue nesta semana com mais uma ação de distribuição de seis toneladas de alimentos.
“Como eu disse há duas semanas, a Universidade não está parada. Estamos trabalhando, e muito, para manter nossa instituição voltada à preservação de vidas, nosso bem mais importante e essencial”, diz o reitor.
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No PPGJOR, a Secretaria e a Coordenação continuam a funcionar no regime de teletrabalho em horário normal: de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 14 às 17h30. Para se comunicar com a Secretaria, mandar email para ppgjor@contato.ufsc.br Para se comunicar com a Coordenação, escreva para coordenador.ppgjor@contato.ufsc.br
Seguindo as orientações de isolamento social, os docentes do PPGJOR também estão trabalhando em suas casas, desenvolvendo suas pesquisas, orientando alunos e dando sequência ao Processo Seletivo 2020.
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Nova carta coletiva insiste à sociedade para manter isolamento social
Em mais uma carta ao governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, desta vez, endereçada também a prefeitos, secretários de estado e população em geral, o movimento Consciência SC insiste para que sejam mantidas as medidas restritivas de combate à COVID-19. No final de março, a primeira carta do movimento se contrapôs ao plano de retomada das atividades econômicas de Moisés, e dias depois, o governador recuou.
O movimento reúne mais de uma centena de sindicatos, associações, organizações e entidades da sociedade, entre elas o PPGJOR, signatário das duas cartas.
A CARLOS MOISÉS DA SILVA, Governador do Estado de Santa Catarina
A todas e todos as/os Secretárias/os Estaduais de Santa Catarina
Às prefeitas e prefeitos dos municípios de Santa Catarina
Ao povo catarinenseMais uma vez, associações, universidades, instituições, coletivos, núcleos, sindicatos e demais entidades de grupos – representando significativas parcelas da sociedade catarinense – manifestam-se com preocupação diante das medidas de enfrentamento à propagação do novo vírus Sars-Cov-2 e dos casos notificados e os possíveis subnotificados de pessoas com a doença Covid-19 em Santa Catarina.
Na guerra à pandemia do Sars-Cov-2, e contra a Covid-19, até os nomes nos foram apresentados como novidade. Assim, queremos deixar aos cientistas, das mais diferentes áreas naturais e sociais, em especial aos que pesquisam os desdobramentos médicos e biológicos do vírus, a responsabilidade de explorá-lo, compreendê-lo, enfrentá-lo para nos apresentar uma solução para a sobrevivência da nossa vida, a existência no corpo que habitamos. Seja no nosso estado, no Brasil ou no mundo.
Entendemos a ansiedade e a real necessidade para que a maior parte das atividades econômicas e demais rotinas possam ser restabelecidas em Santa Catarina. Mas questionamos a qual custo se dará a retomada dessas atividades “não essenciais”?
A pesquisa do Imperial College, de Londres, prevê mais de 1 milhão de pessoas mortas no Brasil, caso medidas de contenção não sejam tomadas. No outro extremo, com as medidas mais radicais e precoces, o número de brasileiros mortos pode ser de 44 mil. Quantas dessas mortes será da colaboração de Santa Catarina?
É preciso acordarmos no entendimento de que, neste momento, ainda não há convívio seguro para a suspensão do isolamento social que, como já dito, é considerado uma das medidas mais eficazes (se não a principal) no combate à disseminação do novo vírus.
De várias partes do mundo vem o alerta. E mesmo agora, depois de mais de 80 mil pessoas doentes, quando tudo parecia calmo, a China novamente se preocupa e se prepara para tentar conter uma possível segunda onda de contágio.
Ainda não é possível garantir quando ocorrerá o fim da disseminação do novo vírus e suspensão do status de pandemia mundial, portanto faz-se necessário que as autoridades em saúde garantam o melhor cenário, evitando o contágio.
É preciso estruturar e apresentar capacidade de ação em um ambiente em que Santa Catarina possua um número realmente seguro de testes, equipamentos médicos, unidades hospitalares e profissionais aptos ao atendimento da população.
Todas e todos se juntam com um mesmo objetivo: de fazer a ‘vida normal’ voltar a operar. Mas, por agora, o plano deve ser um só: frear a pandemia.
Que cada setor trabalhe, mas trabalhe primeiro estrategicamente, virtualmente, em planejamento. E, que nesses poucos dias que temos para planejar, que o povo possa ficar em casa. O Estado precisa garantir o provento, agora, neste momento, temporariamente.
Que possamos, mais uma vez, de forma conjunta e unificada, consultando a maior quantidade possível de atores e agentes sociais de nosso Estado, entender que se faz necessário e urgente respeitar o calendário técnico e científico visando preservar a vida não apenas “da maioria”, mas de todas e todos os catarinenses.
Entendemos e apoiamos a capacidade e as potencialidades da indústria catarinense. Ela tem força para agir contra o novo vírus. Sendo assim, há muito a ser produzido! Respiradores, máscaras e viseiras, luvas, álcool, desinfetantes, leitos de hospital, estruturas hospitalares, roupas, lençóis, toalhas, travesseiros, materiais de uso único, alimentos e bebidas, equipamentos em aço, madeira, plástico etc, dados para análise do freamento do contágio e de novas medidas estratégicas, aulas e treinamentos, informação responsável e credível, arte e cultura. E muitas outras possíveis produções aqui não citadas.
Muito nos preocupa saber que estamos à beira de um colapso e de uma tragédia e, ao mesmo tempo, os anúncios oficiais pedem a naturalização de conviver com um novo vírus.
Como aceitar que conviveremos ‘seguramente’ com um vírus que, pelos países do mundo em que tem passado, demonstra ser de alto grau de letalidade ou com complicações que requerem Unidades de Terapia Intensiva, sem que tenhamos estruturas de saúde adequadas e universais para tanto?
Mesmo com as atividades essenciais em funcionamento e os setores de produção de máquinas e equipamentos atuantes – todos no auxílio da redução da pandemia – consideramos que o isolamento/distanciamento social seja cumprido como determinação essencial para garantia da saúde do povo catarinense.
- Pelo distanciamento social durante o período de pandemia.
- Pela revisão e manutenção exclusiva dos serviços essenciais.
- Por novos planejamentos para a atuação dos setores paralisados.
- Pela reavaliação das permissões concedidas ao segmento da construção civil, que já está nas ruas.
- Pela intervenção do Estado na economia, garantindo a vida das pessoas físicas e jurídicas.
- Pelo bem comum. Pela saúde pública, contra a pandemia.
Santa Catarina, 4 de abril de 2020.
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