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Defesas de mais quatro teses acontecem em junho, julho e agosto
A COVID-19 alterou drasticamente a rotina no PPGJOR, e a realização das defesas públicas de teses e dissertações é um exemplo. Se antes da pandemia, essas sessões aconteciam nas dependências do Centro de Comunicação e Expressão, agora, seguindo instruções sanitárias, elas ocorrem por sistema de videoconferência. Os avaliadores atuam de suas casas e emitem pareceres por escrito. As bancas também são gravadas, e podem ser acompanhadas pela internet em tempo real.
Neste semestre, duas defesas de tese já se deram nessas condições. O PPGJOR tem agendado mais quatro novos trabalhos de doutorado nos próximos meses:
Segunda, 22 de junho, às 14h30: “Poéticas da memória no jornalismo: a dimensão estética e política da reportagem em livro sobre a ditadura civil-militar no Brasil”, tese de Cândida de Oliveira
Quarta, 8 de julho, às 14 horas: “Sistema de mediações algorítmicas e a espiral do silêncio: implicações na recepção de conteúdos noticiosos por integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus e professores da APP-Sindicato, após as eleições de 2018 no Brasil”, tese de Kérley Winques.
Segunda, 13 de julho, às 14 horas: “Da pauta ao play: metodologia para desenvolvimento de newsgames como mídia jornalística”, de Carlos Nascimento Marciano
Segunda, 3 de agosto, às 14 horas: “Notícias autodestrutivas: produção de conteúdo jornalístico na pós-modernidade”, de Ingrid Pereira de Assis.
Programa-se para acompanhar. Os links das salas virtuais são divulgados horas antes das sessões pelo Twitter do Programa, permitindo que a audiência se prepare para os eventos.
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Pesquisadores do Girafa publicam artigos em dois livros sobre rádio
Dois livros lançados recentemente, com estudos sobre o meio radiofônico contam com a participação de pesquisadores do PPGJOR e Departamento do Jornalismo/UFSC que integram o Grupo de Investigação em Rádio, Fonografia e Áudio (GIRAFA). São coletâneas editadas no formato e-book e disponíveis para download gratuito.
Na obra “Rádios universitárias: experiências e perspectivas”, organizada por Eliana Albuquerque (UESC)e Norma Meireles (UFPB), os professores e estudantes da UFSC Valci Zuculoto, Nayane Brito, Guilherme Longo, Beatriz Clasen, Giovanni Vellozo e Gabriel Gentile Aguiar assinam o capítulo “Ensino e Aprendizagem nas coberturas jornalísticas da Rádio Ponto UFSC”. No mesmo livro, em conjunto com pesquisadores de outras instituições, Valci Zuculoto é coautora de “Mapeamento das Condições de Funcionamento de Rádios Vinculadas a instituições públicas de ensino superior”. Esta coletânea traz 23 artigos de 57 pesquisadores e profissionais da radiodifusão universitária do Brasil, Argentina e Espanha. Aborda história, experiências inovadoras e papel das emissoras vinculadas a instituições de ensino superior na divulgação científica e tecnológica e na democratização da comunicação e da cultura.
No e-book “Todos os Rádios do Brasil – novas frequências, sintonias e conexões“, com organização de Norma Meireles (UFPB), Paulo Rogério Costa de Oliveira e João Batista Ferreira Neto (Uneb), os pesquisadores do PPGJor, Jor UFSC e Girafa participam com os seguintes capítulos: “Reflexões sobre o Rádio Catarinense no processo de Migração do AM para o FM”, por Karina Farias, Valci Zuculoto e Beatriz Clasen; “Alô, alô ouvintes internautas! Informações jornalísticas apresentadas nos sites de rádios maranhenses”, de Nayane Brito e Valci Zuculoto; “A história das mulheres no rádio catarinense”, por Ediane Mattos, Karina Farias e Juliana Gobbi Betti; e o prefácio “Nada foi, é ou será longe para o centenário rádio, seus pesquisadores e profissionais”, de Valci Zuculoto. O livro apresenta textos do 3º Simpósio Nacional do Rádio, realizado em 2018 na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Conceição do Coité/BA, promovido pelo GP Rádio e Mídia Sonora da Intercom e reunindo pesquisadores e profissionais do meio de todo país.
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Raquel Longhi organiza e-book internacional sobre narrativas complexas
Já está disponível para download gratuito o e-book “Narrativas complexas”, organizado pela professora Raquel Longhi, do PPGJor, junto aos colegas Arnau Gifreu (Universidad de Girona, Espanha) e Anahí Lovato (Universidad Nacional de Rosário, Argentina) e publicado pela Ria Editorial, de Portugal. A obra de 317 páginas reúne capítulos de 16 pesquisadores, além dos organizadores, e está publicada sob licença Creative Commons.Com prefácio do professor Diego Bonilla, da California State University (EUA), o volume está dividido em duas partes principais. A primeira, “Contextualizações”, apresenta artigos dos organizadores, abrindo com “Narrativas Complexas no Ciberjornalismo. Interface, Imagem, Imersão”, de Raquel Longhi; “Experiencias de Realidad Virtual y Aumentada en Proyectos Transmedia de No Ficción”, de Lovato e “Documental Interactivo como Narrativa Compleja: Autor, Receptor, Modelo de Negocio y Preservación”, por Gifreu.
A segunda parte do livro, “As várias faces das narrativas complexas” traz os artigos que pensam as narrativas complexas a partir de diferentes perspectivas e pontos de vista, como o Jornalismo, a Comunicação, o ensino, a imagem, a memória, as plataformas, o ensino e a memória, dentre outros. Destaque ainda para o artigo de nossa egressa, Marina Empinotti, em co-autoria com Leonardo Santana, Jorge Lino Alves e André Brandão, intitulado “Impressão 3D de Imagens Jornalísticas: Narrativas Complexas para Pessoas Cegas”.
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Ricardo Torres defende tese sobre jornalismo investigativo e vigilância nas comunicações
O doutorando Ricardo José Torres defende na próxima segunda-feira, 11, a tese “Jornalismo vigilante sob vigilância: vulnerabilidades e potencialidades do jornalismo investigativo brasileiro”. O trabalho é a 16ª tese de doutorado produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC).
Orientado pelo professor Rogério Christofoletti, a tese examina ações que envolvem o jornalismo investigativo, apontando potencialidades e vulnerabilidades no ecossistema digital. Além disso, o trabalho verifica implicações da intrusão comunicacional na atividade jornalística e defende a necessidade de estímulos e convenções relacionadas com a formatação de uma cultura de riscos digitais para jornalistas.
Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontece por sistema de videoconferência, e é aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores Rafael de Almeida Evangelista (Unicamp), Daiane Bertasso e Stefanie Carlan da Silveira (ambos da UFSC). A sessão começa às 14 horas e o link para acompanhar a defesa será informado pelo Twitter do PPGJOR momentos antes do início.
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Pesquisadores do objETHOS participam de debate sobre ética e desinformação na pandemia
Dois pesquisadores do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), grupo de pesquisa do PPGJOR, são os próximos convidados do ciclo de debates online promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). Amanhã, 8, Rogério Christofoletti (UFSC) e Sylvia Moretzsohn (UFF/Universidade do Minho) debatem “Ética jornalística e desinformação em tempos de pandemia”.
A discussão acontece a partir das 16h, no canal da SBPJor no YouTube e no perfil do Facebook. É possível enviar perguntas ao vivo para os debatedores.
Este é o segundo episódio do ciclo realizado pela Associação. No primeiro, as pesquisadoras Márcia Amaral (UFSM) e Roseli Fígaro (USP) discutiram as condições de trabalho dos jornalistas que cobrem a Covid-19. O debate está disponível na íntegra aqui.
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Hoje tem Marcha Virtual Pela Ciência! Participe!

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Combate à COVID-19: Extensão do JOR cria panfleto para comunidades de Florianópolis
Alunos da graduação e pós-graduação do Departamento de Jornalismo criaram panfletos para orientar comunidades da gravidade da COVID-19. Na semana passada, foram distribuídos 5 mil cópias no Maciço do Morro da Cruz, em Florianópolis.
O panfleto Xô, Corona faz parte de uma série informativa como medida de prevenção da doença. A ação foi desenvolvida no âmbito da linha de pesquisa Jornalismo e Conhecimento do PPGJOR, em parceria com o Conselho Comunitário do Monte Serrat e o Instituto Padre Vilson Groh.
Participaram da distribuição os estudantes de Jornalismo Diogo Medeiros e Klay Silva, bem como a doutoranda Juliana Freire Bezerra sob orientação do professor Eduardo Meditsch. A ação teve apoio da Associação de Professores da UFSC (APUFSC).
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UFSC prorroga suspensão de atividades presenciais até 31 de maio
(reproduzido a partir do Notícias da UFSC)
A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou hoje, 29, a Portaria Normativa nº 359, que prorroga a suspensão das atividades acadêmicas e administrativas presenciais até 31 de maio.
Seguem suspensas as atividades de ensino em todos os níveis e modalidades, em todas as unidades da Universidade. Além disso, a Portaria prorroga a suspensão de atividades acadêmicas presenciais como bancas, concursos, reuniões, entre outras.
O expediente presencial nas atividades técnicas e administrativas em todas as unidades da UFSC, exceto nos setores de saúde, segurança e nas situações de caráter inadiável e essencial, também seguem suspensas.
O documento ressalta, no entanto, que as medidas poderão ser alteradas a depender de fatos novos que justifiquem sua alteração.
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PPGJOR publica resultado definitivo da 1ª fase do processo seletivo
A Coordenação do PPGJOR, atendendo às decisões da Comissão de Seleção, torna público o resultado definitivo da Primeira Fase do Processo Seletivo 2020. O edital traz os 28 nomes dos aprovados na etapa de avaliação de projetos de pesquisa, após as respostas aos recursos apresentados.
Por conta das restrições sanitárias impostas pela pandemia, as datas das próximas fases foram suspensas temporariamente pelo Edital nº 007/PPGJOR/2020. Para a continuidade da seleção, os aprovados na Primeira Fase devem aguardar novas instruções nos canais oficiais de comunicação do PPGJOR.
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Como o PPGJOR vem se adaptando ao contexto da pandemia
O alastramento mundial da COVID-19 impôs desafios também ao Programa de Pós-Graduação em Jornalismo. Medidas restritivas foram decretadas pelos governos municipal, estadual e federal, e pela própria UFSC. Há sete semanas, o PPGJOR precisou adotar novas rotinas para se adaptar, e o Programa vem funcionando da seguinte forma:
> Aulas: foram suspensas em 17 de março para evitar aglomerações que acelerem o contágio.
> Bancas de defesa: mantidas a distância, por sistema de videoconferência.
> Exames de qualificação: mantidos, por sistema de videoconferência.
> Atendimento externo da Secretaria: mantido por email.
> Cumprimento de horário da Secretaria: mantido no horário convencional, mas em home-office.
> Cumprimento de horário da Coordenação: mantido no horário convencional, mas em home-office.
> Execução das teses e dissertações: mantidas pelos alunos com acompanhamento dos orientadores.
> Orientações e atendimento de alunos: mantidas pelos professores, a distância.
> Execução dos projetos de pesquisas dos professores: mantidas.
> Reuniões do Colegiado: foram mantidas por sistema de videoconferência e têm acontecido mensalmente.
> Edição da revista EJM: a equipe continua preparando a edição de junho.
> Grupos de pesquisa: reuniões têm acontecido a distância.
> Projetos de extensão: mantidos, com adaptações pontuais.
> Preenchimento do relatório Sucupira/Capes: mantido pela Coordenação e Secretaria.
> Processo seletivo 2020: realizada a 1ª fase e suspensos temporariamente os prazos das demais.
> Canais de informação do PPGJOR: site e Twitter são atualizados com regularidade; listas eletrônicas de professores e alunos funcionando normalmente.
Além disso, os docentes do PPGJOR têm dado entrevistas ou participado de debates como especialistas, têm escrito artigos científicos e dado pareceres para revistas da área, e têm se envolvido em outras atividades acadêmicas. Sempre de suas casas.






