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Ciclo de lives vai discutir o jornalismo na pandemia
Como os jornalistas estão trabalhando em meio à maior epidemia mundial das últimas décadas? Quais são as dificuldades para se obter informação? E quais as soluções para esses profissionais? Estas são questões que devem ser abordadas no ciclo de lives Jornalismo em Pandemia, uma realização do curso de Jornalismo e do PPGJOR/UFSC, que começa nesta sexta, 29, a partir das 16 horas.
O convidado de estreia é o jornalista Marcelo Soares, diretor da Lagom Data e que atua como jornalista de dados desde 1998. Soares já foi editor de audiência e dados da Folha de S. Paulo e é membro do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). Ele foi o primeiro a fazer monitoramento diário de casos de coronavírus por município no Brasil. Na live “COVID em SC: a curva que não se vê”, Marcelo Soares vai compartilhar ideias e sugestões para quem quiser investigar o que está acontecendo com os dados em Santa Catarina. A atividade é voltada prioritariamente a estudantes da graduação e pós-graduação em jornalismo, já que as vagas são limitadas.
Link da live: https://conferenciaweb.rnp.br/events/covid-em-sc-a-curva-que-nao-se-ve-ciclo-de-lives-jornalismo-em-pandemia

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Professor do PPGJOR debate crise do jornalismo e a pandemia
O professor Rogério Christofoletti, coordenador do PPGJOR, é o convidado do do projeto “Conexão Sindjorce”, série de lives promovidas pelo Sindicato dos Jornalistas do Ceará para debater o jornalismo e a situação dos trabalhadores da mídia. A live acontece hoje, 27, a partir das 18 horas, e o assunto é o agravamento da crise do jornalismo provocada pela pandemia de Covid-19. Segundo os organizadores, o objetivo é “entender essa nova conjuntura, marcada por demissões, reduções salariais, suspensão de contratos de trabalho e risco de vida para os jornalistas”. A live terá participação ainda do presidente do Sindjorce, Rafael Mesquita, e da segunda vice-presidente da Fenaj e diretora de comunicação do sindicato, Samira de Castro.
Para acompanhar a live, acesse: facebook.com/sindjorce

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Pesquisadores do PPGJor mapeiam o jornalismo independente em SC
Uma equipe de estudantes de mestrado e doutorado do PPGJor vai identificar os arranjos nativos digitais de mídia independente no estado de Santa Catarina. O objetivo é traçar um panorama do cenário jornalístico local, compreender as relações de trabalho e as condições de produção desses arranjos, diversos em termos de proposta editorial, temas abordados, público alvo, tamanho das equipes e formas de financiamento.
O trabalho integra o projeto “As relações de comunicação e as condições de produção no trabalho de jornalistas em arranjos econômicos alternativos às corporações de mídia”, conduzido nacionalmente pelo Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CPTC – ECA/USP), e coordenado pela professora Roseli Fígaro. Em Santa Catarina, a equipe conta com os discentes Andressa Kikuti, Jefferson Sousa, Natasha Ramos, Rafael Venuto e Suelyn Luz, sob a coordenação do professor Jacques Mick.
Se você conhece algum projeto jornalístico independente ou alternativo na sua cidade ou região catarinense, indique neste seguinte formulário: https://forms.gle/uRqgDWVymdVttX257
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Dois meses de isolamento social: como o PPGJOR está funcionando
As atividades presenciais foram interrompidas na UFSC em 17 de março. O alastramento da epidemia por COVID-19 exigiu rápidas respostas de gestores, professores, servidores e alunos. Todos precisaram se adaptar à nova realidade, buscando condições sanitárias mais seguras.
O PPGJOR também adotou novas rotinas e vem funcionando assim desde então:
> Aulas: foram suspensas para evitar aglomerações de pessoas.
> Bancas de defesa: foram mantidas a distância, e passaram a acontecer por sistema de videoconferência (com gravação e pareceres por escrito). Desde então, foram realizadas duas defesas de doutorado e outras quatro estão marcadas até agosto.
> Exames de qualificação: estão mantidos, também por sistema de videoconferência, e vêm acontecendo.
> Atendimento externo da Secretaria: foi mantido pelo email ppgjor@contato.ufsc.br
> Cumprimento de horário da Secretaria: mantido no horário normal, mas em home-office.
> Cumprimento de horário da Coordenação: mantido no horário convencional, também em home-office.
> Execução das teses e dissertações: alunos mantiveram seus estudos e estão sendo acompanhados pelos orientadores.
> Orientações e atendimento de alunos: mantidas pelos professores, por meio de videochamadas, telefonemas e emails.
> Execução dos projetos de pesquisas dos professores: mantidas, sem trabalho de campo.
> Reuniões do Colegiado: cronograma foi mantido, e as reuniões têm se dado por sistema de videoconferência. Atas são lavradas das reuniões que têm tido maciça participação de docentes e dos representantes discentes.
> Outras reuniões: a coordenação tem participado de reuniões frequentes convocadas pela direção do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e pelo Departamento de Jornalismo, para avaliação da situação e deliberação de ações.
> Edição da revista EJM: editoras e a equipe de colaboradores continuam preparando a edição de junho.
> Grupos de pesquisa: reuniões têm acontecido a distância, conforme agenda dos pesquisadores.
> Projetos de extensão: mantidos, com adaptações necessárias.
> Ações sociais: A pandemia levou associações científicas e meios de comunicação a realizarem debates pela internet e parte de nossos docentes tem atuado como especialistas na área, realizando importante trabalho de divulgação científica e prevenção à doença.
> Preenchimento do relatório Sucupira/Capes: mantido pela Coordenação e Secretaria. Prazo de entrega à ProPG é 5 de junho, conforme determinou a Capes.
> Processo seletivo 2020: foi realizada a 1ª fase e os prazos das demais foram suspensos temporariamente.
> Canais de informação do PPGJOR: site e Twitter são atualizados com regularidade; listas eletrônicas de professores e alunos funcionam normalmente.
> Publicação de artigos, livros e capítulos de livros: professores, mestrandos e doutorandos do PPGJOR deram continuidade à produção intelectual do PPGJOR.
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Gislene Silva lança e-book baseado em seu mestrado
A professora do PPGJOR Gislene Silva está lançando Pesquisa da pesquisa: crítica de teses e dissertações em Comunicação Rural (1978-1988). O livro, em forma de e-book, resulta de seu mestrado concluído há três décadas, depois de ter trabalhado por vários anos como jornalista e como professora de jornalismo.Ao revisitar questões dos anos 80, a autora encontra três sustentações para a validade de científica de se publicar o estudo nos dias de hoje – quando, em vez de cinco programas de pós-graduação em Comunicação, temos mais de cinquenta: recuperação do tema ainda desafiador da comunicação rural, retomada da preocupação epistemológica com o objeto de estudo da Comunicação e reforço da importância de se estudar metodologia da pesquisa.
No prefácio, a professora Maria Immacolata Vassallo de Lopes, da USP, afirma: “Entre todos os achados da dissertação, quero destacar um que é a variedade de metodologias encontradas no corpus das 27 teses/dissertações desconstruídas. Já apontava a autora para a complexidade e a multidimensionalidade dos fenômenos comunicacionais e para a Comunicação como campo transdisciplinar, termo muito distante da época analisada”.
A obra chama atenção especialmente para a indispensabilidade de se investigar com consciência metodológica, aquela que alcança o pesquisador para construir sua investigação no duplo movimento da segurança e liberdade requerido pelo pensamento científico.
O e-book sai pelo selo editorial Kritikos, criado pelo grupo de pesquisa MidiAto – Grupo de Estudos de Linguagem: Práticas Midiáticas (www.usp.br/midiato), sediado na Escola de Comunicações e Artes da USP. Gislene Silva é professora titular da Universidade Federal de Santa Catarina, e atua no PPGJOR onde é integrante da Rede de Pesquisa em Cultura Midiática – Metacrítica e líder do grupo de pesquisa Crítica de Mídia e Práticas Culturais.
O livro pode ser baixado gratuitamente neste link.



