Programa de Pós-Graduação em Jornalismo
  • Pesquisadores do PPGJOR participam de projeto de parceria Brasil-Alemanha

    Três professores e uma doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC estão na equipe do projeto “Communication and Democracy: Media Accountability, Public Service Media, Internet Access and the Right to Information in Germany and Brazil”, que reúne universidades brasileiras e da Alemanha para uma pesquisa de quatro anos. O projeto foi apresentado em junho de 2018 ao edital Probral, da Capes e do Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD), maior serviço alemão de intercâmbio acadêmico.

    Em dezembro passado, foram anunciados os 25 projetos aprovados, e dois apenas da área da Comunicação. “A aprovação indica a relevância da pesquisa que busca a compreensão da contribuição das mídias, do jornalismo, da comunicação pública e do direito à informação para a vitalidade democrática, em perspectiva comparativa internacional, propondo direções adequadas de aperfeiçoamento da produção e circulação de informações”, comenta o coordenador brasileiro do projeto, Danilo Rothberg.

    Além da UFSC, fazem parte da equipe brasileira do projeto pesquisadores da Unesp e UnB. Do lado alemão, a coordenação está com pesquisadora Susanne Fengler, da Technische Universität Dortmund.

    O projeto prevê até 2023 missões de estudo e pesquisa, estágio pós-doutoral e doutorado-sanduíche de brasileiros na Alemanha, e vice-versa. A equipe brasileira tem 13 pesquisadores e quatro são do PPGJOR/UFSC: os professores Jacques Mick, Rita Paulino e Rogério Christofoletti, e a doutoranda Marcionize Bavaresco.


  • Egressa do PPGJOR pesquisa e leciona em Portugal

    Uma recém-doutora formada pelo PPGJOR cruzou o Atlântico para impulsionar sua trajetória acadêmica. Seis meses depois de defender sua tese, Ana Marta Moreira Flores está em Portugal, como “investigadora doutorada” no iNOVA Media Lab, laboratório de destaque do Instituto de Comunicação da Universidade Nova de Lisboa. Além da pesquisa, Ana Marta também terá desafios na sala de aula. Neste ano, vai dividir quatro turmas no mestrado em Gestão e Curadoria da Informação com uma colega docente. O mestrado é oferecido pela Information Management School e pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Nova e as aulas são todas em inglês, já que recebe alunos intercambistas de diversos países.

    A história de Ana Marta com Portugal começou antes da conclusão do doutorado. Desde 2017, ela faz parte do Social Media Research Techniques (SMART), grupo que desenvolve pesquisas com foco em digital methods. Desde 2018, ela também ajuda a organizar o SMART Data Sprint, evento com pesquisadores e cientistas de dados para desenvolver projetos durante uma semana, durante o Digital Media Winter Institute. Na última edição do evento, no mês passado, Ana Marta ofereceu dois workshops: “Shaping questions for Trends Studies through Digital Methods” e “Getting to know data extraction + text analysis tools” (este com a professora Elena Pilipets). “Tem sido uma experiência super rica e desafiadora, porque estou reunindo duas áreas que não têm um histórico combinado e aprendendo muito com isso”, afirma.

    Ana Marta Moreira Flores fez mestrado e doutorado no PPGJOR. Em 2012, ela defendeu uma dissertação sobre Twitter e jornalismo de moda, e sete anos depois, apresentou sua tese sobre estudos de tendências e jornalismo de inovação. Nas duas ocasiões, foi orientada pela professora Raquel Ritter Longhi no grupo de pesquisa Nephijor.


  • Professor em pós-doutorado na UnB

    A partir de março e por um ano, o professor Samuel Lima vai atuar junto ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) para o seu estágio pós-doutoral. Ele estará sob a supervisão do professor Fábio Henrique Pereira.

    Samuel Lima vai investigar a relação jornalismo-conhecimento-hegemonia considerando como marco teórico as obras de Adelmo Genro Filho, Robert Park e principalmente Antonio Gramsci. O professor do PPGJOR pretende consolidar o estudo num livro voltado a estudantes de graduação e pós-graduação em jornalismo e comunicação, a ser lançado em 2021.


  • Pós-graduandas do PPGJOR são selecionadas para Escola de Verão da Alaic

    Mais uma vez, estudantes do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC vão participar da Escola de Verão da Asociación Latino Americana de Investigadores de Comunicación (Alaic). A mestranda Alessandra Natasha Costa Ramos e as doutorandas Janaíne Kronbauer dos Santos e Nayane Cristina Rodrigues de Brito foram selecionadas para a sétima edição do evento que reúne pesquisadores e pós-graduandos de diversos países para minicursos, palestras, debates e vivências de aprimoramento de pesquisa.

    Neste ano, a Escuela de Verano acontece de 2 a 6 de março na Facultad de Ciencias y Artes de la Comunicación da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), em Lima. A iniciativa tem como objetivo aperfeiçoar as pesquisas acadêmicas que estão em desenvolvimento por doutorandos e mestrandos, de modo a qualificar esses estudantes e promover um ambiente cooperativo e internacional.

    A Escuela de Verano é uma promoção da Alaic e de uma rede de universidades do Chile, Bolívia, Uruguai, Venezuela, Argentina, Porto Rico e Brasil, entre as quais a UFSC.

    As pós-graduandas participarão do evento com apoio parcial da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e do PPGJOR.


  • Pesquisadora do PPGJOR faz pós-doutorado no Canadá

    A professora Rita de Cássia Romeiro Paulino, pesquisadora e subcoordenadora do PPGJOR, está de malas prontas para Toronto, no Canadá. Ela foi a única selecionada da área da Comunicação para receber bolsa do CNPq para pós-doutorado no exterior (PDE).

    A partir de março e por um ano, Rita Paulino estará no Social Media Lab, da Ryerson University, sob supervisão do professor Anatoliy Gruzd, diretor de pesquisa daquele laboratório. A pesquisa a ser desenvolvida tem como título “O infoengajamento popular visualizado em dados como um guia para a tomada de decisões, sentimentos e políticas públicas”. A professora do PPGJOR pretende investigar o potencial do papel da participação das pessoas nas redes sociais quando fatos ou notícias de impacto são divulgados na mídia. “A participação popular abrange discussões sobre as condições sociais, econômicas e culturais e permite a prática livre e igualitária de opiniões que podem impactar na determinação de políticas públicas, fortalecer a cidadania, mobilizar comunidades, dar voz a quem não tem”, completa a pesquisadora.


  • REUNIÕES DE COLEGIADO – 2020

    Informamos as datas previstas para as reuniões ordinárias de Colegiado do PPGJOR em 2020.

    Sempre às segundas-feiras, a partir das 13h30:

    20 de fevereiro

    27 de fevereiro

    16 de março

    13 de abril

    4 de maio

    1 de junho

    6 de julho

    10 de agosto

    14 de setembro

    5 de outubro

    16 de novembro

    7 de dezembro

     


  • CALENDÁRIO DE INICIO DAS ATIVIDADES: 2020.1

    A coordenação do PPGJOR disponibiliza o CALENDÁRIO DE INICIO DAS ATIVIDADES para o semestre 2020/1. Clique Aqui! 

     


  • PPGJOR apoia a NOTA DE REPÚDIO À PORTARIA Nº 2.227/MEC/2019

    NOTA DE REPÚDIO À PORTARIA Nº 2.227 DE 31 DE DEZEMBRO DE 2019

     

    A SOCICOM e as Associações Científicas e Acadêmicas do Campo da Comunicação abaixo assinadas, vêm a público repudiar a Portaria 2.227 publicada pelo Ministério da Educação no dia 31 de dezembro de 2019 e que “dispõe sobre os procedimentos para afastamento da sede e do país e concessão de diárias e passagens em viagens nacionais e internacionais, a serviço, no âmbito do Ministério da Educação”.

    O documento configura-se como uma normatização de extremo controle e visa, notadamente, limitar o acesso dos servidores/professores/cientistas/pesquisadores a eventos de diversas naturezas, em que apresentam o resultado de suas pesquisas e em que, ao mesmo tempo, mantém interlocução com os pares, objetivando o aprimoramento e a troca de conhecimentos.

    A Portaria 2.227 além de potencializar a burocracia dos deslocamentos nacionais e internacionais que agora passam todos pela vigilância e total controle do MEC, define no Capítulo XVI  das Disposições Finais, em seu Artigo 55 que a “ participação de servidores em feiras, fóruns, seminários, congressos, simpósios, grupos de trabalho e outros eventos será de, no máximo dois representantes para eventos no país e um representante para eventos no exterior, por unidade, órgão singular ou entida de vincu lada”. E vai além no Parágrafo Único  do mesmo Artigo, ao detalhar que somente o Secret&aacute ;rio-Exe cutivo do MEC poderá autorizar um número maior de participantes em eventos, desde que devidamente justificado.

    Já o Artigo 62, embora delegue competência “aos dirigentes máximos das universidades, institutos federais e demais autarquias, fundações e empresas públicas vinculadas ao MEC para autorizarem, no âmbito de suas respectivas entidades, o afastamento da sede e a concessão de diárias e passagens para deslocamentos nacionais e internacionais […]”,  o faz dentro do que dispõe a presente Portaria, não permitindo, na prática, que as Instituições Federais tenham liberdade para autorizar um número de afastamentos superior, mesmo que seja do inte resse da s Universidades e seus Programas de Pós-Graduação, por exemplo.

    Vale, portanto, ponderar que o Artigo 55 da  Portaria 2.227/19 fere o Artigo 207 do Capítulo III da Constituição Federal, que diz que as “ Universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”; visto que limita a liberdade de gestão das Instituições Federais, por um lado, e, por outro, objetiva destruir a tridimensionalidade do conhecimento e os vínculos indissociáveis entre ensino, pesquisa e extensão, limitando inicialmente a visibilidade da produção científica das IFES e objetivando, a médio prazo, coibir ações de pesquisa no âmbito das Universidades Federais, responsáveis pela maior parte da produção científica do Brasil.

    Tal medida tem a intencionalidade clara de desarticular o sistema de produção e circulação de conhecimento em nosso país, potencialmente articulado pela rede de associações científicas que fomentam a pesquisa e fazem circular o conhecimento entre os públicos de interesse e a sociedade, a partir de eventos, revistas científicas e demais publicações.

    Os eventos científicos serão prejudicados, tanto quanto os pesquisadores. E mais, a Portaria em pauta, também desarticulará as redes nacionais, uma vez que são compostas por grupos e/ou núcleos de pesquisa que trabalham com temáticas e observáveis comuns, logo a imposição do controle e restrição da participação de pesquisadores nos encontros das redes, intenciona quebrar a “coluna vertebral” da construção do conhecimento em nosso país.

    Esse movimento imperativo contraria a política nacional de pós-graduação que, por sua vez, impõe produtividade anual aos docentes/pesquisadores e avalia os programas, além de fomentar a participação em redes nacionais e internacionais de pesquisa, configurando, inclusive, a necessidade de internacionalização da produção cientifica.

    O Ministério da Educação no atual Governo segue em seu firme propósito de desmantelar o sistema público de ensino superior construído ao longo de décadas, assim como de desarticular toda a cadeia de construção da pesquisa, direcionando a política nesse âmbito, para uma atuação mercadológica, o que limitará o acesso da população mais pobre às universidades, como também, restringirá as investigações científicas ao interesse do mercado.

    Pelo exposto repudiamos e conclamamos as forças democráticas brasileiras a agir contra tal medida que se configura como uma imposição autoritária.

    São Paulo, 21 de janeiro de 2020

    SOCICOM-Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas da Comunicação

    ABCIBER-Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura

    ABEJ- Associação Brasileira de Ensino em Jornalismo

    ABP2- Associação Brasileira de Pesquisadores em Publicidade

    ABPCOM- Associação Brasileira de Pesquisadores e Comunicadores em Comunicação Popular, Comunitária e Cidadã

    ABRAPCORP- Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas

    ALCAR- Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia

    COMPÓS- Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação

    FOLKCOM- Rede de Pesquisadores em Folkcomunicação

    FORCINE- Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

    INTERCOM- Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação

    SBPJOR- Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo

    ULEPICC- União Latina de Economia Política da Informação, Comunicação e da Cultura- Seção Brasil

     


  • HORÁRIO DE VERÃO NA UFSC

    Informamos o expediente na secretaria do PPGJOR, de acordo com o Horário de Verão na UFSC :

    Entre os dias 06/01/2020   e  31/01/2020  -> 07h30 às 13h30

    A partir dia 03/02/2020 o expediente retorna no horário normal : 8h00 – 12h00 e 14h00 – 17h00

     

    A coordenação.


  • Nota de Pesar – Profa. Maria Aparecida Baccega

    O PPGJOR se irmana e solidariza aos familiares e amigos da sempre lembrada Profa. Maria Aparecida Baccega, que deixa um legado de conhecimento e de atitudes inestimável para as futuras gerações. Seu trabalho dedicado, incansável e corajoso de aproximar as áreas da comunicação e educação, sua contribuição para a criação da  Licenciatura em Educomunicação (2011) e as pesquisas na área do Comunicação, de Consumo e de Telenovelas, deixados em inúmeros livros e artigos, seguirão demonstrando os caminhos para um estudo entusiasmado e coerente bem como um exemplo de caráter, firmeza e solidariedade.