As professoras Rita Paulino e Valci Zuculoto e as mestrandas Marina Lisboa Empinotti, Anna Barbara Medeiros, Lívia Vieira e Juliana Gomes foram selecionadas para apresentar trabalhos no XI Seminário Internacional da Comunicação, que acontece de 5 a 7 de novembro, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. O tema central do evento é “Imaginário em rede: comunicação, memória e tecnologia” e a programação completa pode ser conferida no site do evento.
Valci Zuculoto e sua orientanda Juliana Gomes participam do GT Mídias Sonoras, com a comunicação “Principais características do rádio atual: transformações e novas propriedades”. No mesmo período, na PUC-RS, a professora Valci também concede um testemunhal/entrevista sobre sua trajetória na pós-graduação para o projeto Memória do PPGCOM daquela universidade.
Rita Paulino e as mestrandas Lívia Vieira e Juliana Gomes marcam presença no GT Tecnologias do Imaginário e Cibercultura, com o trabalho “Zero Interativo: uma releitura exclusiva para tablets do jornal laboratório Zero”. No mesmo GT, com sua orientanda Anna Barbara Medeiros, Rita Paulino ainda apresenta “Jornalismo e big data: transformando dados em informações”.
No GT Estudos em Jornalismo, com o artigo “50 anos do Golpe Militar de 1964: uma leitura interativa para tablets”, a professora Rita Paulino novamente está presente, desta vez em coautoria com a mestranda Marina Lisboa Empinotti.
No GT Comunicação Política, Sílvia Mendes e Wania Bittencourt apresentam o trabalho “Movimentos sociais no século 21: redes digitais e revoltas populares”.
O mestrando Guilherme Imbiriba Guerreiro Neto defende amanhã, 30, no POSJOR a dissertação “O discurso da legitimação do jornalismo: a instituição inscrita nos editoriais”. O trabalho toma por base editoriais dos jornais O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo para compreender como se configura a legitimação da atividade jornalística em termos discursivos e argumentativos.
A dissertação tem orientação do professor Eduardo Meditsch, e ainda compõem a banca avaliadora os professores Luiz Gonzaga Motta e Francisco José Castilhos Karam (ambos da UFSC) e Lia Seixas (UFBA). A defesa pública acontece na Sala Drummond do bloco B do CCE a partir das 14 horas.
O mundo já tem data e hora para acabar. Vai ser na próxima quinta, 24 de outubro, às 18 horas. Pelo menos será assim no palco da programação cultural da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (Sepex), onde acontece a performance radiofônica da “Guerra dos Mundos” numa versão manezinha especialmente produzida para o lançamento de “Rádio e Pânico 2”, organizado por Eduardo Meditsch.
Há 75 anos, na véspera do Dia das Bruxas, o ator, diretor e comunicador Orson Welles deixou os Estados Unidos em alerta, quando usou os microfones da CBS Radio para narrar a história originalmente escrita por H.G.Wells em que marcianos invadem a Terra. Sucesso imediato, a leitura de Welles foi tomada como verdade e muitos acreditaram que se tratava do final dos tempos.
Em 1998, pesquisadores de rádio reunidos na Intercom produziram “Rádio e Pânico”, livro coletivo que celebrava o episódio. Agora, “Rádio e Pânico 2” volta ao tema para atualizar a bibliografia da área.
Mais sobre o livro aqui
O professor do POSJOR Jorge Kanehide Ijuim acaba de relançar pela LabCom Books, editora da Universidade da Beira Interior (Portugal) o livro “Jornal escolar e vivências humanas: um roteiro de viagem”, originalmente publicado em 2005 no Brasil.
Na obra, Ijuim apresenta suas reflexões e experiências de levar o jornalismo às salas de aula do ensino fundamental e médio, em especial as possibilidades da produção de jornais como contribuição ao processo de humanização no meio escolar.
A versão portuguesa do livro foi totalmente revisada e rediagramada. Tem 200 páginas em formato PDF, e seu arquivo tem 20, 7 Megabytes de tamanho. O download é gratuito e pode ser feito em http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/102
O professor do POSJOR Luiz Gonzaga Motta participa nesta quinta-feira, 14, do V Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação (SIPECOM), promovido pela Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O professor Motta integrará a mesa que discutirá “Os desafios da pesquisa em comunicação”, da qual também fazem parte as professoras Liv Sovic, da UFRJ, e Rosário Sanchez Vilela, da Universidade Católica do Uruguai.
Motta lançará durante o evento, no mesmo dia, o seu novo livro “Análise Crítica da Narrativa”, editado pela Editora da UnB.
“Ciber-informações nativas: uma análise da circulação da informação dos cibermeios de autoria de povos indígenas residentes no território brasileiro (2005-2012)”, de Joana Brandão Tavares, foi a dissertação vencedora do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, concedido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). O trabalho concorreu com outras 32 dissertações, e teve orientação do professor Elias Machado.
A SBPJor divulgou hoje os resultados da 8ª edição do prêmio, cuja cerimônia de entrega acontece na noite de 7 de novembro em meio ao 11° Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo e do III Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo (JPJor), na Faculdade de Comunicação da UnB, em Brasília.
O PAGF 2013 foi coordenado pelo professor Leonel Aguiar (PUC-Rio), e também foram premiados Eduardo Luiz Correia (melhor tese: História e ficção na narrativa de um escândalo midiático, orientada por Luiz Gonzaga Motta, UnB, atualmente professor visitante na UFSC), Kevin Willian Kossar Furtado (melhor TCC: O jornalismo em forma de carta no primeiro século da Era Cristã: uma análise das epístolas bíblicas de São Paulo a partir das principais características jornalísticas, orientado por Sérgio Luiz Gadini, UEPG) e Alfredo Vizeu, UFPE (Pesquisador Sênior).
A partir deste mês, e por pelo menos um ano, o POSJOR vai contar com a presença de Paulo Bernardo Vaz na condição de professor visitante. A exemplo do professor Luiz Gonzaga Motta – outro visitante no POSJOR -, Vaz é um experiente docente e pesquisador que agora se agrega ao corpo docente do Programa.
Paulo Bernardo Vaz é graduado em Comunicação Social pela PUC-MG (1974), mestre em Editoração e Audiovisual (1980), diploma de estudos aprofundados (DEA) em Audiovisual e Telemática (1981), doutor em Comunicação e Educação (1983) pela Université de Paris XIII (Paris-Nord), e pós-doutor pela Universidade do Minho (2010). Aposentado da UFMG, mantem-se ainda credenciado como colaborador no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social daquela instituição e no Mestrado Interdisciplinar em Estudos Culturais Contemporâneos da FUMEC.
O professor Paulo Bernardo Vaz é especializado em design gráfico, fotojornalismo, imagem, tipografia e publicidade na mídia impressa. É integrante do Grupo de Pesquisa Imagem e Sociabilidade (Gris) e do Grupo de Pesquisa da Cultura do Impresso (GRISpress).
O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo convida para a conferência “O silêncio na comunicação” com o professor Tito Cardoso e Cunha, da Universidade de Beira Interior (UBI), Portugal. O evento acontece na segunda, 7 de outubro, às 14 horas, no auditório Elke Hering, na Biblioteca Universitária da UFSC. A entrada é franca e a atividade é dirigida a estudantes de graduação e pós, professores, pesquisadores, profissionais e demais interessados.
Tito Cardoso e Cunha estudou filosofia nas universidades de Lisboa, Coimbra, Bruxelas e Louvain. Ensinou no departamento de filosofia da Universidade de Coimbra e nos de ciências da comunicação da Universidade Nova de Lisboa e da Beira Interior. Foi ainda professor visitante no Instituto de Estudos Europeus da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA). Tem-se dedicado ao estudo de retórica e teoria da argumentação, e é autor de diversos livros, entre os quais “Argumentação e crítica” (Minerva, 2004) e “O silêncio na comunicação” (Livros Horizonte, 2005).
Sobre o tema de sua conferência na UFSC, Cardoso e Cunha comenta: “Aparentemente, o silêncio é entendido como o contrário da comunicação, mas sabemos que isso não é verdade. O que se procura é demonstrar como, pelo contrário, sem o silêncio, a comunicação se torna impossível. Na total ausência de silêncio, a comunicação deixa de existir. Há significações que só pelo silêncio encontram a sua melhor expressão”.