A comissão organizadora da 3ª Jornada Discente lança o edital com as normas para os mestrandos do POSJOR, convocados a participar do evento que ocorrerá nos dias 12 e 13 de dezembro. Neste ano, a Jornada apresenta como temática a abordagem do conceito central de cada pesquisa. Dentre os conceitos utilizados, o mestrando deve apresentar aquele que considera ser o principal para o desenvolvimento do seu projeto e como este conceito está relacionado com seu trabalho.
O evento tem como objetivo estimular o debate sobre as pesquisas dos alunos. Além das apresentações, os alunos devem elaborar um resumo expandido que será publicado no caderno do evento. O formulário de inscrição deve ser preenchido e enviado entre os dias 11 e 22 de novembro para o email jornadadiscente.posjor@gmail.com. As normas com relação aos resumos e apresentações constam no edital.
O Posjor Ufsc promove na próxima segunda-feira, dia 4, a primeira conferência do ciclo de Leituras Contemporâneas com Luiz Gonzaga Motta. O tema é a “Construção da identidade brasileira” e o evento será realizado no Auditório Elke Hering, na Biblioteca Universitária da UFSC, às 14 horas. É dirigido a professores, pesquisadores e estudantes de diversas áreas e a interessados em geral. A entrada é gratuita, com direito a certificados. Inscrições no local.
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Luiz Gonzaga Motta é um dos mais importantes pesquisadores do jornalismo no país. Desde a metade da década de 1980, Motta atuou na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), respondendo por diversas funções acadêmicas e administrativas na graduação e pós-graduação, aposentando-se em 2012 como professor titular. Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (1968), Master of Arts em Jornalismo – Indiana University (1973), PhD em Comunicação de Massa – University of Wisconsin – Madison (1977), Luiz Gonzaga Motta é também pós-doutor pela Universidade Autónoma de Barcelona (2002/3). Pesquisador em produtividade do CNPq, coordenou ou atuou como consultor para a Fundação Friederich Ebert, UNICEF e ANDI. Foi ainda vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e editor de sua revista, a Brazilian Journalism Research (BJR). Foi secretário nacional de Cultura do Ministério da Cultura, secretário Estado da Comunicação do Governo do Distrito Federal, e secretário de comunicação da UnB. Tem experiência nas áreas de linguagem do jornalismo, narrativas jornalísticas e processos cognitivos e simbólicos, mídia e política e comunicação para o desenvolvimento. Suas pesquisas atuais incluem teoria da notícia, narrativa jornalística e processos cognitivos e simbólicos, história do presente, mídia e política, qualidade da informação e narrativas de identidade nacional. É autor ou organizador de oito livros e publicou artigos no Brasil e no exterior.
O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC chegou a uma importante marca em sua história: 50 dissertações de mestrado foram defendidas publicamente desde que o Programa foi instalado em 2007. Com a defesa do trabalho de Guilherme Imbiriba Guerreiro Neto – “O discurso da legitimação do jornalismo: a instituição inscrita nos editoriais” – na tarde de ontem (30), o Programa alcançou um estágio de amadurecimento e consolidação.
O POSJOR está em sua sétima turma e tem se mostrado um Programa cada vez mais nacionalizado. Os mestrandos vêm de todas as partes do país, e suas dissertações abordam temas teóricos e práticos, da tradição dos estudos do jornalismo e que refletem inovações neste campo. “Nas próximas quatro semanas, teremos outras duas defesas de dissertação e mais onze exames de qualificação”, conta o coordenador Rogério Christofoletti. “Estão agendadas também duas conferências do Ciclo de Leituras Contemporâneas, com o professor Luiz Gonzaga Motta, e dois dias intensos com a 3ª edição da Jornada Discente, com a presença do professor Paulo Bernardo Vaz”, conclui.
Conceito 4 na avaliação da Capes, o POSJOR tem hoje 31 alunos matriculados e 16 professores no corpo docente, entre permanentes, colaboradores e visitantes.
As professoras Rita Paulino e Valci Zuculoto e as mestrandas Marina Lisboa Empinotti, Anna Barbara Medeiros, Lívia Vieira e Juliana Gomes foram selecionadas para apresentar trabalhos no XI Seminário Internacional da Comunicação, que acontece de 5 a 7 de novembro, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. O tema central do evento é “Imaginário em rede: comunicação, memória e tecnologia” e a programação completa pode ser conferida no site do evento.
Valci Zuculoto e sua orientanda Juliana Gomes participam do GT Mídias Sonoras, com a comunicação “Principais características do rádio atual: transformações e novas propriedades”. No mesmo período, na PUC-RS, a professora Valci também concede um testemunhal/entrevista sobre sua trajetória na pós-graduação para o projeto Memória do PPGCOM daquela universidade.
Rita Paulino e as mestrandas Lívia Vieira e Juliana Gomes marcam presença no GT Tecnologias do Imaginário e Cibercultura, com o trabalho “Zero Interativo: uma releitura exclusiva para tablets do jornal laboratório Zero”. No mesmo GT, com sua orientanda Anna Barbara Medeiros, Rita Paulino ainda apresenta “Jornalismo e big data: transformando dados em informações”.
No GT Estudos em Jornalismo, com o artigo “50 anos do Golpe Militar de 1964: uma leitura interativa para tablets”, a professora Rita Paulino novamente está presente, desta vez em coautoria com a mestranda Marina Lisboa Empinotti.
No GT Comunicação Política, Sílvia Mendes e Wania Bittencourt apresentam o trabalho “Movimentos sociais no século 21: redes digitais e revoltas populares”.
O mestrando Guilherme Imbiriba Guerreiro Neto defende amanhã, 30, no POSJOR a dissertação “O discurso da legitimação do jornalismo: a instituição inscrita nos editoriais”. O trabalho toma por base editoriais dos jornais O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo para compreender como se configura a legitimação da atividade jornalística em termos discursivos e argumentativos.
A dissertação tem orientação do professor Eduardo Meditsch, e ainda compõem a banca avaliadora os professores Luiz Gonzaga Motta e Francisco José Castilhos Karam (ambos da UFSC) e Lia Seixas (UFBA). A defesa pública acontece na Sala Drummond do bloco B do CCE a partir das 14 horas.
O mundo já tem data e hora para acabar. Vai ser na próxima quinta, 24 de outubro, às 18 horas. Pelo menos será assim no palco da programação cultural da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (Sepex), onde acontece a performance radiofônica da “Guerra dos Mundos” numa versão manezinha especialmente produzida para o lançamento de “Rádio e Pânico 2”, organizado por Eduardo Meditsch.
Há 75 anos, na véspera do Dia das Bruxas, o ator, diretor e comunicador Orson Welles deixou os Estados Unidos em alerta, quando usou os microfones da CBS Radio para narrar a história originalmente escrita por H.G.Wells em que marcianos invadem a Terra. Sucesso imediato, a leitura de Welles foi tomada como verdade e muitos acreditaram que se tratava do final dos tempos.
Em 1998, pesquisadores de rádio reunidos na Intercom produziram “Rádio e Pânico”, livro coletivo que celebrava o episódio. Agora, “Rádio e Pânico 2” volta ao tema para atualizar a bibliografia da área.
Mais sobre o livro aqui
O professor do POSJOR Jorge Kanehide Ijuim acaba de relançar pela LabCom Books, editora da Universidade da Beira Interior (Portugal) o livro “Jornal escolar e vivências humanas: um roteiro de viagem”, originalmente publicado em 2005 no Brasil.
Na obra, Ijuim apresenta suas reflexões e experiências de levar o jornalismo às salas de aula do ensino fundamental e médio, em especial as possibilidades da produção de jornais como contribuição ao processo de humanização no meio escolar.
A versão portuguesa do livro foi totalmente revisada e rediagramada. Tem 200 páginas em formato PDF, e seu arquivo tem 20, 7 Megabytes de tamanho. O download é gratuito e pode ser feito em http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/102
O professor do POSJOR Luiz Gonzaga Motta participa nesta quinta-feira, 14, do V Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação (SIPECOM), promovido pela Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O professor Motta integrará a mesa que discutirá “Os desafios da pesquisa em comunicação”, da qual também fazem parte as professoras Liv Sovic, da UFRJ, e Rosário Sanchez Vilela, da Universidade Católica do Uruguai.
Motta lançará durante o evento, no mesmo dia, o seu novo livro “Análise Crítica da Narrativa”, editado pela Editora da UnB.
“Ciber-informações nativas: uma análise da circulação da informação dos cibermeios de autoria de povos indígenas residentes no território brasileiro (2005-2012)”, de Joana Brandão Tavares, foi a dissertação vencedora do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, concedido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). O trabalho concorreu com outras 32 dissertações, e teve orientação do professor Elias Machado.
A SBPJor divulgou hoje os resultados da 8ª edição do prêmio, cuja cerimônia de entrega acontece na noite de 7 de novembro em meio ao 11° Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo e do III Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo (JPJor), na Faculdade de Comunicação da UnB, em Brasília.
O PAGF 2013 foi coordenado pelo professor Leonel Aguiar (PUC-Rio), e também foram premiados Eduardo Luiz Correia (melhor tese: História e ficção na narrativa de um escândalo midiático, orientada por Luiz Gonzaga Motta, UnB, atualmente professor visitante na UFSC), Kevin Willian Kossar Furtado (melhor TCC: O jornalismo em forma de carta no primeiro século da Era Cristã: uma análise das epístolas bíblicas de São Paulo a partir das principais características jornalísticas, orientado por Sérgio Luiz Gadini, UEPG) e Alfredo Vizeu, UFPE (Pesquisador Sênior).