Programa de Pós-Graduação em Jornalismo
  • Rafael Winch defende tese sobre posições de fala de pessoas pobres no jornalismo

    O doutorando Rafael Rangel Winch defende na próxima segunda-feira (20), às 14 horas, a tese “Jornalismo e pobreza: lugares para as fontes de classes populares e desigualdade social naturalizada”. A pesquisa tem a orientação da professora Daiane Bertasso.

    A tese quer compreender como o discurso jornalístico sobre a pobreza valora as vozes das fontes de classes populares. Para tanto, o doutorando parte da hipótese de que o jornalismo situa as vozes das pessoas pobres em posições que naturalizam a desigualdade social. Com base na noção de valoração das vozes, processo que estabelece lugares para diferentes atores do campo jornalístico, Rafael mapeia e discute as posições que as pessoas em situação de pobreza ocupam em reportagens dos programas televisivos Câmera Record, Caminhos da Reportagem e Profissão Repórter.

    Os resultados da análise sinalizam uma valoração das vozes que preponderantemente cede para as pessoas pobres lugares relacionados à descrição, ilustração e lamentação e interdita espaços vinculados à opinião, proposição e saber. Tal processo é altamente emocional e corrobora uma construção discursiva em que o jornalismo naturaliza questões estruturais em torno da desigualdade social brasileira.

    Compõem a banca examinadora da pesquisa a professora do PPGJOR Terezinha Silva e as avaliadoras externas Débora Thayane de Oliveira Lapa Gadret (Unisinos) e Márcia Franz Amaral (UFSM). A defesa ocorrerá por videoconferência, respeitando as normas de distanciamento físico, e pode ser acompanhada por este link.


  • Bolsas Fapesc: resultado da seleção no PPGJOR

    A Comissão Permanente de Bolsas do PPGJOR/UFSC e a Coordenação do Programa divulgam o resultado da seleção interna destinada a selecionar e indicar doutorandos(as) e mestrandos(as) interessados(as) na alocação de bolsas de Mestrado e Doutorado a que se refere o edital Fapesc Nº 48/2021.

    O objetivo deste edital Fapesc (e sua retificação) é fomentar projetos de pesquisa de desenvolvimento científico, tecnológico e inovação, através de bolsas de mestrado e doutorado acadêmicos e profissionais, vinculados às instituições de ensino superior de Santa Catarina.

    Cada Programa de Pós-Graduação receberá até duas bolsas de Mestrado e até duas bolsas de Doutorado. A indicação às bolsas, portanto, ainda depende da Fapesc. Assim, os selecionados no processo interno do PPGJOR, principalmente os classificados para as duas vagas de cada nível, podem providenciar os documentos listados no edital Fapesc Nº 48/2021, mas devem aguardar o contato da secretaria e/ou coordenação do PPGJOR. Os estudantes devem estar atentos ao cumprimento de todos os requisitos e documentos necessários à indicação, conforme as orientações divulgadas pelo Programa em 03 de dezembro e em 13 de dezembro.

    Considerando os critérios estabelecidos nas orientações, o resultado final do processo de seleção interna é o seguinte:

    DOUTORADO

    1º. Jéssica Gustafson Costa

    2º. Thaís Araújo de Freitas

    3º. Matheus Manuel Lobo Pismel

    4º. Juliana Gomes

    5º. Raphaela Xavier de Oliveira Ferro

    6º. Letícia de Faria Avila dos Santos

    7º. Lauriano Atílio Benazzi

    MESTRADO

    1º. Douglas Barbosa Gomes


  • Pesquisadores do PPGJOR publicam em revista portuguesa

    A nova edição da revista Comunicação Pública traz artigo assinado por pesquisadores do PPGJOR e do grupo de pesquisa Girafa. O artigo “Da reportagem ao podcast: aproximação entre a reportagem radiofônica especial e o podcast “CBN Especial”‘, do doutorando Arnaldo Zimmermann e da professora Valci Zuculoto, analisa as estruturas e as especificidades de três edições de podcast da rádio CBN entre 2019 e 2020 e as relaciona com o formato reportagem radiofônica especial.

    A Comunicação Pública é uma revista da Escola Superior de Comunicação Social, de Portugal. A edição atual (Vol. 16 N.º 31) traz o dossiê temático “Os Novos Territórios do Podcast”, com trabalhos de pesquisadores de várias nacionalidades.

    Artigo está disponível em: https://journals.ipl.pt/cpublica/article/view/55

    A edição completa pode ser conferida em: https://journals.ipl.pt/cpublica/index


  • Janaíne Kronbauer defende tese sobre socialização de conhecimentos pelo jornalismo

    Amanhã, sexta-feira (17), a partir das 14h30, a doutoranda do PPGJOR, Janaíne Kronbauer defende a tese intitulada “A socialização de conhecimentos pelo jornalismo: afinidades e diferenças com as práticas pedagógicas do ensino formal”. A banca de avaliação é composta pelo professor emérito da Unisinos e atualmente professor visitante da Universidade Federal de Goiás José Luiz Braga e pelos professores do PPGJOR Daiane Bertasso e Samuel Pantoja Lima. A pesquisa foi orientada pelo professor Eduardo Meditsch.

    Organizada em cinco capítulos, a tese apresenta concepções teóricas sobre o conhecimento, sua socialização, as fases de desenvolvimento cognitivo e da aprendizagem por parte dos sujeitos. A seguir, avança na descrição de seis categorias escolhidas para a análise do objeto: contrato comunicativo, sistemas peritos, autoridade atribuída, dispositivos e formatos, conhecimentos sobre os auditórios e finalidades da socialização. Com perfil qualitativo, o estudo utiliza-se de entrevistas semiestruturadas com especialistas nas áreas da comunicação/jornalismo e da educação para estabelecer quadros comparativos sobre as práticas de socialização de conhecimentos operadas pelas agências do ensino formal e do jornalismo.

    Apesar das afinidades identificadas, destaca-se o distanciamento quanto ao conhecimento sobre o perfil dos auditórios vinculados ao jornalismo e ao ensino formal. Quanto às finalidades da socialização, mesmo havendo características compartilhadas entre as agências é preciso relativizá-las, uma vez que o propósito final do jornalismo não se vincula a fins específicos de aprendizagem, como no caso do ensino formal.

    Respeitando os protocolos de restrição impostos pela pandemia de Covid-19, a sessão de defesa da tese será remota. É possível acompanhá-la por meio deste link. Discentes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.


  • Paulo Mueller defende dissertação sobre inovação no telejornalismo catarinense

    Amanhã, sexta-feira (17), a partir das 15 horas, Paulo José Mueller, mestrando do PPGJOR, defende a dissertação “Telejornalismo local e os aspectos históricos da inovação no telejornal Bom Dia Santa Catarina”, orientada pela professora Cárlida Emerim. A banca de avaliação é formada pelas professoras Cristiane Finger (PUC/RS) e Rita Paulino (UFSC).

    A pesquisa parte do estudo de caso do Bom Dia Santa Catarina, um dos mais antigos e ininterruptos programas no ar na televisão catarinense, para investigar e buscar por meio do percurso histórico do telejornal, a existência de elementos inovadores para compreender a função assumida pela inovação no telejornalismo local.

    A dissertação está dividida em três capítulos discutindo o estatuto e o papel da imagem na televisão e no telejornalismo, permeando o caminho das inovações e percorrendo a história do objeto empírico. Como metodologia foi adotada uma proposta híbrida pela falta de arquivos públicos de imagem de acesso livre aos programas telejornalísticos mo Brasil, empreendendo pelo estudo de caso e análise semiótica tanto no âmbito do conteúdo quanto da expressão, recorrendo também a História Pública como técnica de pesquisa.

    Por meio dos fragmentos de materiais audiovisuais, a análise identifica as características de inovação desde a estreia do programa nos anos 1980 até 2018. Entre os resultados estão a contribuição para o restabelecimento da história recente do telejornalismo local catarinense e do próprio programa estudado, a compreensão de que as inovações tecnológicas pouco contribuíram para potencializar as formas narrativas na produção e no conteúdo noticioso, além da constatação de que a facilitação tecnologia e de inovação não dispensa os seres humanos nos processos constitutivos de um telejornal.

    A sessão de defesa acontece a distância, por sistema de videoconferência, e pode ser acompanhada por este link. Estudantes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.


  • Magali Moser defende tese sobre a reportagem como método

    A doutoranda Magali Moser defende amanhã, 16 de dezembro, a partir das 14h30, a tese intitulada “O método da reportagem: um estudo a partir de depoimentos de repórteres especiais”, orientada pelo professor Eduardo Meditsch. Os professores Raúl Osório Vargas (Universidad de Antioquia, na Colômbia), Valci Zuculoto e Jorge Kanehide Ijuim (ambos do PPGJOR/UFSC) compõem a banca de avaliação. A defesa será por sistema de videoconferência e pode ser acessada neste link. Discentes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.

    O estudo apresenta como objetivo central avançar na explicitação do método da reportagem em profundidade, aquela que transgride os limites, condicionamentos e restrições impostos pelas rotinas e padrões dominantes na indústria jornalística. O referencial teórico parte da concepção do jornalismo como forma social de conhecimento, das noções de conhecimentos tácito e explícito e das competências jornalísticas.

    Depoimentos coletados em pesquisa documental e entrevistas em profundidade com 12 repórteres especiais com atuação no Brasil servem como objeto empírico. O corpus se baseia nas respostas de Adriana Carranca, Andrea Dip, Armando Antenore, Caco Barcellos, Chico Felitti, Daniela Arbex, Fabiana Moraes, Fábio Bispo, José Hamilton Ribeiro, Mauri König, Natália Viana e Renan Antunes de Oliveira (in memoriam).

    A tese é formada por sete capítulos. Como guia para os procedimentos metodológicos, a análise de conteúdo tem como critérios os três saberes jornalísticos: de reconhecimento, de procedimento e de narração. Os resultados revelam dificuldades dos profissionais em explicitar suas metodologias de trabalho, porém, a análise permite identificar semelhanças e regularidades no processo de produção, subjacentes aos fazeres individuais, evidenciando a existência de um método profissional.


  • Doutoranda defende tese sobre a carreira dos jornalistas de dados

    Amanhã, quarta-feira, 15, a partir das 10 horas, Patrícia Medeiros de Lima, doutoranda do PPGJOR, defende a tese “O micromundo dos jornalistas de dados no Brasil: carreira profissional e construção de identidade”, orientada pela professora Rita de Cássia Romeiro Paulino (UFSC) e coorientada pelo professor Fábio Henrique Pereira (UnB). A banca de avaliação é formada pelos professores Márcio Carneiro dos Santos (UFMA), Florence Le Cam (ULB) e Daiane Bertasso (UFSC).

    O objetivo da pesquisa é analisar a carreira dos jornalistas de dados brasileiros. Para isso, é observada a carreira no jornalismo e como o Jornalismo de Dados (JD) se configura na trajetória profissional dos entrevistados. Trata-se de indivíduos que, no percurso da carreira, ingressaram no micromundo do JD, espaço situado entre mundos sociais distintos. O Jornalismo de Dados integra o mundo dos jornalistas, por se utilizar de um conjunto de convenções tanto associadas às práticas e valores tradicionais da produção jornalística, como a de bandeiras ideológicas advindas das Ciências da Computação, entre outros mundos

    O trabalho está divido em cinco capítulos. O primeiro, apresenta uma revisão de estudos sobre o Jornalismos de Dados. O segundo, trata dos aportes teóricos aos quais a pesquisa se filia, como os estudos das profissões a partir do Interacionismo Simbólico. No terceiro é desenvolvido o percurso metodológico, que parte de uma triangulação de métodos. O quarto capítulo é composto pelos dados do prelúdio da análise, capítulo que antecede e sustenta o capítulo de análise. E por fim, o quinto capítulo que apresenta a análise das carreiras dos jornalistas de dados brasileiros.

    A sessão de defesa acontece por via remota, seguindo as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, e pode ser acompanhada por este link. Estudantes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.


  • Bolsas Fapesc: Comissão do PPGJOR amplia inscrições para mestrandos

    A Comissão Permanente de Bolsas do PPGJOR/UFSC vai receber até a próxima quarta-feira, dia 15/12, inscrições de mestrandos interessados em concorrer a bolsas de Mestrado previstas no edital nº 48/2021 da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Como até o último dia 12 de dezembro não houve inscrições de mestrandos que integravam o edital anual de bolsas 2021 do PPGJOR, a Comissão decidiu nesta segunda-feira, 13/12, abrir a possibilidade para a inscrição de mestrandos não bolsistas e que não tenham participado do edital anual do Programa.

    Os mestrandos interessados devem ler com atenção o edital nº 48/2021 da Fapesc e verificar se seu projeto de pesquisa no Programa de Pós-Graduação está alinhado com os objetivos do edital e se poderá estabelecer relações com ao menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (por exemplo, Igualdade de gênero; Redução das desigualdades; Educação de qualidade; Consumo e produção responsáveis; Paz, Justiça e Instituições Eficazes, Fome Zero, Agricultura Sustentável, etc ). É importante ainda atentar aos “critérios para seleção dos bolsistas”, à documentação que será exigida para a “implementação da bolsa” e ao “Plano de Trabalho do Bolsista” (ANEXO III do edital). Além das exigências específicas do edital Fapesc, é necessário que os interessados cumpram todas as demais exigências da legislação vigente sobre bolsas (Resolução 01/2018 do PPGJOR).

    Para se inscrever, os mestrandos devem enviar três documentos: 1) Histórico acadêmico no PPGJOR; 2) Declaração simples assinada, atestando poder cumprir todas as exigências e poder apresentar todos os documentos requeridos pelo edital FAPESC nº 48/2021 (conferir o item 8 do edital, das letras “a” até “k”, e item 9, das letras “b” até “i”), até o prazo estabelecido no Cronograma do PPGJOR para a indicação do/a bolsista; e 3) Plano de Trabalho adequado aos objetivos e aos critérios de seleção de bolsistas estabelecidos no edital FAPESC nº 48/2021, conforme o modelo do Anexo III do edital, assinado pelo mestrando e por seu orientador.

    Os documentos para a inscrição dos mestrandos devem ser enviados à Comissão de Bolsas através do email bolsas.ppgjor@contato.ufsc.br , até a próxima quarta-feira, dia 15/12. No assunto do e-mail deverá constar: Nome da/o candidata/o_Inscrição Seleção Bolsa FAPESC Edital 48/2021.

    A Comissão esclarece que os prazos da seleção interna no PPGJOR são exíguos para poder atender ao cronograma e datas estabelecidas pelo edital Fapesc. Informa ainda que o resultado final da seleção interna (Mestrado e Doutorado) deve ser divulgado até o dia 17 de dezembro. No caso do Doutorado, a Comissão recebeu inscrições de sete doutorandos.


  • Projeto promove debate sobre direitos humanos, subjetividade e jornalismo

    O projeto de extensão DHJor realiza amanhã, 14, uma mesa de debates com o tema “Subjetividade e direitos humanos: perspectivas para tensionar o jornalismo no século XXI”. O evento acontece por sistema de videoconferência e pode ser acompanhado ao vivo, a partir das 19 horas, pelo YouTube.

    “A subjetividade é uma categoria chave para pensar o jornalismo”, afirmam os organizadores. “Modos de perceber e sentir a realidade, padrões de comportamento, políticas, ações, posições e corporalidades podem ser entendidas e problematizadas a partir de discursos e narrativas midiáticas que permeiam nosso cotidiano de diversas maneiras”.

    Destinado a estudantes, professores e profissionais da área e aberto gratuitamente à comunidade em geral, o debate fecha o ciclo de atividades desenvolvidas pelo DHJor em 2021. Vinculado ao Departamento de Jornalismo e ao PPGJOR, o DHJor é coordenado pela professora Daiane Bertasso Ribeiro e pelo professor Jorge Kanehide Ijuim, reunindo 11 estudantes do PPGJor, sendo oito do doutorado e três do mestrado, além de contar com a participação de egresso e egressas que hoje atuam em outras instituições de ensino superior.

    Neste debate, o DHJor propõe ainda refletir sobre as articulações entre subjetividade e direitos humanos no jornalismo a partir de abordagens teórico-filosóficas que dialogam ou se inscrevem no pensamento decolonial e que pautaram as atividades do projeto durante todo o ano. Assim, traz à tona temáticas de gênero, meio-ambiente, indígenas, étnico-raciais, da infância, violência, entre outras diversidades e desigualdades pautadas por uma narrativa cotidiana que, apesar de estar sob ataque na contemporaneidade, tem se afirmado como prática resistência.


  • Natasha Ramos defende dissertação sobre a sustentabilidade de nativos digitais

    A mestranda Alessandra Natasha Costa Ramos defende na próxima terça-feira, 14, a partir das 15 horas, a dissertação “Sustentabilidade financeira de meios jornalísticos nativos digitais no Brasil: um estudo a partir do Mapa do Jornalismo Independente”. O trabalho é orientado pela professora Stefanie Carlan da Silveira, e a banca de avaliação é formada pelas professoras Egle Spinelli (ESPM-SP) e Raquel Ritter Longhi (UFSC).

    A pesquisa examina formas de financiamento que possibilitam a sustentabilidade de meios jornalísticos nativos digitais no Brasil. O debate proposto fundamenta-se em conceitos como o de modelo de negócio, inovação midiática, jornalismo digital, jornalismo independente, jornalismo alternativo e nativos digitais.

    A dissertação está dividida em três capítulos e tem como objeto empírico composto o Mapa do Jornalismo Independente, publicado em 2016 pela agência Pública, com atualmente 217 iniciativas nativas digitais, e o conteúdo das respostas a questionários aplicados junto aos responsáveis por estes projetos de mídia. O objetivo da pesquisa é discutir, com base nos modelos de negócios de meios jornalísticos nativos digitais existentes, propostas de valor, formas de financiamento e relacionamento com o público que podem se relacionar à sustentabilidade financeira dos projetos mapeados. As ações metodológicas se dividem entre o estudo do Mapa e a aplicação de questionário junto aos responsáveis pelas iniciativas mapeadas, com conjunto de perguntas orientadas às duas hipóteses da pesquisa: 1) a de que muitas das iniciativas de jornalismo digital independente são encerradas ou encontram-se inativas pela dificuldade de se pensar e efetivamente implementar formas de financiamento que possibilitem a sustentação do projeto; e 2) a de que as iniciativas ativas (em funcionamento) que conseguiram estabelecer sua sustentabilidade financeira o fizeram a partir da diversificação de suas formas de financiamento para pelo menos três fontes de receita. Dentre as conclusões, está que a principal dificuldade enfrentada tanto pelos meios encerrados/inativos quanto pelos os arranjos jornalísticos ativos que não atingiram a sustentabilidade financeira é o efetivo estabelecimento de modelos de financiamento que gerem receita suficiente para sustentar o negócio. Nesse sentido, as fundações aparecem com destaque em modelos de negócios sustentáveis.

    A sessão de defesa acontece a distância, por sistema de videoconferência, e pode ser acompanhada por este link. Estudantes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.