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Dois meses de isolamento social: como o PPGJOR está funcionando
As atividades presenciais foram interrompidas na UFSC em 17 de março. O alastramento da epidemia por COVID-19 exigiu rápidas respostas de gestores, professores, servidores e alunos. Todos precisaram se adaptar à nova realidade, buscando condições sanitárias mais seguras.
O PPGJOR também adotou novas rotinas e vem funcionando assim desde então:
> Aulas: foram suspensas para evitar aglomerações de pessoas.
> Bancas de defesa: foram mantidas a distância, e passaram a acontecer por sistema de videoconferência (com gravação e pareceres por escrito). Desde então, foram realizadas duas defesas de doutorado e outras quatro estão marcadas até agosto.
> Exames de qualificação: estão mantidos, também por sistema de videoconferência, e vêm acontecendo.
> Atendimento externo da Secretaria: foi mantido pelo email ppgjor@contato.ufsc.br
> Cumprimento de horário da Secretaria: mantido no horário normal, mas em home-office.
> Cumprimento de horário da Coordenação: mantido no horário convencional, também em home-office.
> Execução das teses e dissertações: alunos mantiveram seus estudos e estão sendo acompanhados pelos orientadores.
> Orientações e atendimento de alunos: mantidas pelos professores, por meio de videochamadas, telefonemas e emails.
> Execução dos projetos de pesquisas dos professores: mantidas, sem trabalho de campo.
> Reuniões do Colegiado: cronograma foi mantido, e as reuniões têm se dado por sistema de videoconferência. Atas são lavradas das reuniões que têm tido maciça participação de docentes e dos representantes discentes.
> Outras reuniões: a coordenação tem participado de reuniões frequentes convocadas pela direção do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e pelo Departamento de Jornalismo, para avaliação da situação e deliberação de ações.
> Edição da revista EJM: editoras e a equipe de colaboradores continuam preparando a edição de junho.
> Grupos de pesquisa: reuniões têm acontecido a distância, conforme agenda dos pesquisadores.
> Projetos de extensão: mantidos, com adaptações necessárias.
> Ações sociais: A pandemia levou associações científicas e meios de comunicação a realizarem debates pela internet e parte de nossos docentes tem atuado como especialistas na área, realizando importante trabalho de divulgação científica e prevenção à doença.
> Preenchimento do relatório Sucupira/Capes: mantido pela Coordenação e Secretaria. Prazo de entrega à ProPG é 5 de junho, conforme determinou a Capes.
> Processo seletivo 2020: foi realizada a 1ª fase e os prazos das demais foram suspensos temporariamente.
> Canais de informação do PPGJOR: site e Twitter são atualizados com regularidade; listas eletrônicas de professores e alunos funcionam normalmente.
> Publicação de artigos, livros e capítulos de livros: professores, mestrandos e doutorandos do PPGJOR deram continuidade à produção intelectual do PPGJOR.
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Gislene Silva lança e-book baseado em seu mestrado
A professora do PPGJOR Gislene Silva está lançando Pesquisa da pesquisa: crítica de teses e dissertações em Comunicação Rural (1978-1988). O livro, em forma de e-book, resulta de seu mestrado concluído há três décadas, depois de ter trabalhado por vários anos como jornalista e como professora de jornalismo.Ao revisitar questões dos anos 80, a autora encontra três sustentações para a validade de científica de se publicar o estudo nos dias de hoje – quando, em vez de cinco programas de pós-graduação em Comunicação, temos mais de cinquenta: recuperação do tema ainda desafiador da comunicação rural, retomada da preocupação epistemológica com o objeto de estudo da Comunicação e reforço da importância de se estudar metodologia da pesquisa.
No prefácio, a professora Maria Immacolata Vassallo de Lopes, da USP, afirma: “Entre todos os achados da dissertação, quero destacar um que é a variedade de metodologias encontradas no corpus das 27 teses/dissertações desconstruídas. Já apontava a autora para a complexidade e a multidimensionalidade dos fenômenos comunicacionais e para a Comunicação como campo transdisciplinar, termo muito distante da época analisada”.
A obra chama atenção especialmente para a indispensabilidade de se investigar com consciência metodológica, aquela que alcança o pesquisador para construir sua investigação no duplo movimento da segurança e liberdade requerido pelo pensamento científico.
O e-book sai pelo selo editorial Kritikos, criado pelo grupo de pesquisa MidiAto – Grupo de Estudos de Linguagem: Práticas Midiáticas (www.usp.br/midiato), sediado na Escola de Comunicações e Artes da USP. Gislene Silva é professora titular da Universidade Federal de Santa Catarina, e atua no PPGJOR onde é integrante da Rede de Pesquisa em Cultura Midiática – Metacrítica e líder do grupo de pesquisa Crítica de Mídia e Práticas Culturais.
O livro pode ser baixado gratuitamente neste link.
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Revista Estudos em Jornalismo e Mídia abre chamada de textos sobre narrativas, testemunhos e subjetividades
A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do PPGJOR/UFSC, está com chamada aberta para receber textos. As editoras Terezinha Silva e Daiane Bertasso Ribeiro informam que a equipe prepara uma edição especial com o tema Narrativas jornalísticas, Testemunhos e Subjetividades, prevista para circular no primeiro semestre de 2021.
O dossiê tem como editoras convidadas as professoras Fabiana Moraes (UFPE) e Marta Maia (UFOP). São aceitos textos em português, espanhol e inglês, tanto com artigos teóricos quanto relatos de pesquisa. A revista é eletrônica, com acesso aberto, circulação semestral, e é classificada como B1 no Qualis/Capes. São aceitas contribuições até 31 de agosto.
Mais informações no site da revista: https://periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/index
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Defesas de mais quatro teses acontecem em junho, julho e agosto
A COVID-19 alterou drasticamente a rotina no PPGJOR, e a realização das defesas públicas de teses e dissertações é um exemplo. Se antes da pandemia, essas sessões aconteciam nas dependências do Centro de Comunicação e Expressão, agora, seguindo instruções sanitárias, elas ocorrem por sistema de videoconferência. Os avaliadores atuam de suas casas e emitem pareceres por escrito. As bancas também são gravadas, e podem ser acompanhadas pela internet em tempo real.
Neste semestre, duas defesas de tese já se deram nessas condições. O PPGJOR tem agendado mais quatro novos trabalhos de doutorado nos próximos meses:
Segunda, 22 de junho, às 14h30: “Poéticas da memória no jornalismo: a dimensão estética e política da reportagem em livro sobre a ditadura civil-militar no Brasil”, tese de Cândida de Oliveira
Quarta, 8 de julho, às 14 horas: “Sistema de mediações algorítmicas e a espiral do silêncio: implicações na recepção de conteúdos noticiosos por integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus e professores da APP-Sindicato, após as eleições de 2018 no Brasil”, tese de Kérley Winques.
Segunda, 13 de julho, às 14 horas: “Da pauta ao play: metodologia para desenvolvimento de newsgames como mídia jornalística”, de Carlos Nascimento Marciano
Segunda, 3 de agosto, às 14 horas: “Notícias autodestrutivas: produção de conteúdo jornalístico na pós-modernidade”, de Ingrid Pereira de Assis.
Programa-se para acompanhar. Os links das salas virtuais são divulgados horas antes das sessões pelo Twitter do Programa, permitindo que a audiência se prepare para os eventos.
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Pesquisadores do Girafa publicam artigos em dois livros sobre rádio
Dois livros lançados recentemente, com estudos sobre o meio radiofônico contam com a participação de pesquisadores do PPGJOR e Departamento do Jornalismo/UFSC que integram o Grupo de Investigação em Rádio, Fonografia e Áudio (GIRAFA). São coletâneas editadas no formato e-book e disponíveis para download gratuito.
Na obra “Rádios universitárias: experiências e perspectivas”, organizada por Eliana Albuquerque (UESC)e Norma Meireles (UFPB), os professores e estudantes da UFSC Valci Zuculoto, Nayane Brito, Guilherme Longo, Beatriz Clasen, Giovanni Vellozo e Gabriel Gentile Aguiar assinam o capítulo “Ensino e Aprendizagem nas coberturas jornalísticas da Rádio Ponto UFSC”. No mesmo livro, em conjunto com pesquisadores de outras instituições, Valci Zuculoto é coautora de “Mapeamento das Condições de Funcionamento de Rádios Vinculadas a instituições públicas de ensino superior”. Esta coletânea traz 23 artigos de 57 pesquisadores e profissionais da radiodifusão universitária do Brasil, Argentina e Espanha. Aborda história, experiências inovadoras e papel das emissoras vinculadas a instituições de ensino superior na divulgação científica e tecnológica e na democratização da comunicação e da cultura.
No e-book “Todos os Rádios do Brasil – novas frequências, sintonias e conexões“, com organização de Norma Meireles (UFPB), Paulo Rogério Costa de Oliveira e João Batista Ferreira Neto (Uneb), os pesquisadores do PPGJor, Jor UFSC e Girafa participam com os seguintes capítulos: “Reflexões sobre o Rádio Catarinense no processo de Migração do AM para o FM”, por Karina Farias, Valci Zuculoto e Beatriz Clasen; “Alô, alô ouvintes internautas! Informações jornalísticas apresentadas nos sites de rádios maranhenses”, de Nayane Brito e Valci Zuculoto; “A história das mulheres no rádio catarinense”, por Ediane Mattos, Karina Farias e Juliana Gobbi Betti; e o prefácio “Nada foi, é ou será longe para o centenário rádio, seus pesquisadores e profissionais”, de Valci Zuculoto. O livro apresenta textos do 3º Simpósio Nacional do Rádio, realizado em 2018 na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Conceição do Coité/BA, promovido pelo GP Rádio e Mídia Sonora da Intercom e reunindo pesquisadores e profissionais do meio de todo país.
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Raquel Longhi organiza e-book internacional sobre narrativas complexas
Já está disponível para download gratuito o e-book “Narrativas complexas”, organizado pela professora Raquel Longhi, do PPGJor, junto aos colegas Arnau Gifreu (Universidad de Girona, Espanha) e Anahí Lovato (Universidad Nacional de Rosário, Argentina) e publicado pela Ria Editorial, de Portugal. A obra de 317 páginas reúne capítulos de 16 pesquisadores, além dos organizadores, e está publicada sob licença Creative Commons.Com prefácio do professor Diego Bonilla, da California State University (EUA), o volume está dividido em duas partes principais. A primeira, “Contextualizações”, apresenta artigos dos organizadores, abrindo com “Narrativas Complexas no Ciberjornalismo. Interface, Imagem, Imersão”, de Raquel Longhi; “Experiencias de Realidad Virtual y Aumentada en Proyectos Transmedia de No Ficción”, de Lovato e “Documental Interactivo como Narrativa Compleja: Autor, Receptor, Modelo de Negocio y Preservación”, por Gifreu.
A segunda parte do livro, “As várias faces das narrativas complexas” traz os artigos que pensam as narrativas complexas a partir de diferentes perspectivas e pontos de vista, como o Jornalismo, a Comunicação, o ensino, a imagem, a memória, as plataformas, o ensino e a memória, dentre outros. Destaque ainda para o artigo de nossa egressa, Marina Empinotti, em co-autoria com Leonardo Santana, Jorge Lino Alves e André Brandão, intitulado “Impressão 3D de Imagens Jornalísticas: Narrativas Complexas para Pessoas Cegas”.
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Ricardo Torres defende tese sobre jornalismo investigativo e vigilância nas comunicações
O doutorando Ricardo José Torres defende na próxima segunda-feira, 11, a tese “Jornalismo vigilante sob vigilância: vulnerabilidades e potencialidades do jornalismo investigativo brasileiro”. O trabalho é a 16ª tese de doutorado produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC).
Orientado pelo professor Rogério Christofoletti, a tese examina ações que envolvem o jornalismo investigativo, apontando potencialidades e vulnerabilidades no ecossistema digital. Além disso, o trabalho verifica implicações da intrusão comunicacional na atividade jornalística e defende a necessidade de estímulos e convenções relacionadas com a formatação de uma cultura de riscos digitais para jornalistas.
Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontece por sistema de videoconferência, e é aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores Rafael de Almeida Evangelista (Unicamp), Daiane Bertasso e Stefanie Carlan da Silveira (ambos da UFSC). A sessão começa às 14 horas e o link para acompanhar a defesa será informado pelo Twitter do PPGJOR momentos antes do início.
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Pesquisadores do objETHOS participam de debate sobre ética e desinformação na pandemia
Dois pesquisadores do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), grupo de pesquisa do PPGJOR, são os próximos convidados do ciclo de debates online promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). Amanhã, 8, Rogério Christofoletti (UFSC) e Sylvia Moretzsohn (UFF/Universidade do Minho) debatem “Ética jornalística e desinformação em tempos de pandemia”.
A discussão acontece a partir das 16h, no canal da SBPJor no YouTube e no perfil do Facebook. É possível enviar perguntas ao vivo para os debatedores.
Este é o segundo episódio do ciclo realizado pela Associação. No primeiro, as pesquisadoras Márcia Amaral (UFSM) e Roseli Fígaro (USP) discutiram as condições de trabalho dos jornalistas que cobrem a Covid-19. O debate está disponível na íntegra aqui.
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Hoje tem Marcha Virtual Pela Ciência! Participe!

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Combate à COVID-19: Extensão do JOR cria panfleto para comunidades de Florianópolis
Alunos da graduação e pós-graduação do Departamento de Jornalismo criaram panfletos para orientar comunidades da gravidade da COVID-19. Na semana passada, foram distribuídos 5 mil cópias no Maciço do Morro da Cruz, em Florianópolis.
O panfleto Xô, Corona faz parte de uma série informativa como medida de prevenção da doença. A ação foi desenvolvida no âmbito da linha de pesquisa Jornalismo e Conhecimento do PPGJOR, em parceria com o Conselho Comunitário do Monte Serrat e o Instituto Padre Vilson Groh.
Participaram da distribuição os estudantes de Jornalismo Diogo Medeiros e Klay Silva, bem como a doutoranda Juliana Freire Bezerra sob orientação do professor Eduardo Meditsch. A ação teve apoio da Associação de Professores da UFSC (APUFSC).






