Juliana Rosas defende tese sobre ombudsman de imprensa

03/12/2021 07:41

Na próxima segunda-feira (6), a partir das 14 horas, Juliana de Amorim Rosas, doutoranda do PPGJOR, defende a tese “Quem vigia os vigilantes? O ombudsman e a teoria da crítica de imprensa”, orientada pelo professor Rogério Christofoletti. A banca de avaliação é formada pelos professores Fernando Oliveira Paulino (UnB), Kelly Prudencio (UFPR) e Jacques Mick (UFSC).

A pesquisa examina a crítica do ombudsman à luz da Teoria da Crítica de Imprensa, traçada pela pesquisadora americana Wendy Wyatt em livro de 2007. A crítica jornalística é analisada em colunas de ombudsman publicadas nos jornais Correio da Paraíba, Folha de S. Paulo e O Povo, do Ceará. O ombudsman de imprensa tradicionalmente está incumbido de atender os leitores e realizar crítica do veículo onde trabalha.

A tese está dividida em oito capítulos e o empírico é apresentado em duas partes, com colunas publicadas em meados dos anos 1990 – década de maior influência e proliferação do ombudsman, e em 2019 – quando se comemorou 30 anos do surgimento da função no país. A análise apresenta características textuais e da função nos três jornais analisados, identifica a crítica de imprensa encontrada e suas implicações para o jornalismo e a democracia. A metodologia utilizada foi a Análise de Conteúdo, auxiliada pelo software Iramuteq. Entre as conclusões, constata-se que, de modo predominante, veículos noticiosos e ombudsmans possuem visão distinta de modelos democráticos no jornalismo e poucas vezes a crítica alcança o ideal deliberativo proposto pela Teoria da Crítica de Imprensa.

A sessão de defesa acontece por vias remotas, seguindo as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, e pode ser acompanhada por este link. Estudantes do PPGJOR podem registrar sua presença aqui.

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Mestrando defende dissertação sobre convergência em rádios comunitárias maranhenses

29/11/2021 07:38

O mestrando do PPGJOR Jefferson Sousa defende amanhã, 30, a dissertação intitulada “Dos Herts aos Bits: O radiojornalismo comunitário maranhense em ambiente convergente”. A banca acontece a partir das 15 horas, de forma remota, e pode ser acompanhada por este link. Os professores Eduardo Meditsch, Ed Wilson Araújo e Katia Fraga são os avaliadores da pesquisa. A sessão será presidida pela orientadora Valci Zuculoto. A lista de presença para mestrandos e doutorandos do PPGJOR pode ser assinada aqui.

Na pesquisa, Jefferson verifica se e como as emissoras comunitárias regularizadas maranhenses utilizam das potencialidades e possibilidades tecnológicas em seus produtos radiojornalísticos. Ao todo, o mestrando observa 20 rádios comunitárias que têm presença em plataformas digitais e redes sociais. A pesquisa usou abordagem multimétodos, com análise documental, análise quali-quanti e observação simples.

A dissertação é dividida em quatro capítulos. No primeiro, são detalhados os passos metodológicos da pesquisa e suas implicações no objeto de estudo. O segundo trata das abordagens epistemológicas sobre as rádios comunitárias brasileiras, suas histórias e a luta constante pelo direito a ter voz. No terceiro capítulo, o mestrando descreve como as emissoras comunitárias utilizam das tecnologias emergentes em tempos de convergência tecnológica e midiática. No último capítulo, são feitas as análises das rádios estudadas, detalhando como essas emissoras usufruem das tecnologias emergentes em seus produtos radiojornalísticos.

A análise aponta que os recursos da convergência têm sido subutilizados pelas rádios comunitárias. Conclui-se que essas emissoras podem ter no ambiente digital uma oportunidade para ampliar seu contato com o ouvinte internauta, sua produção radiojornalística local e hiperlocal, e ainda como melhorar sua renda, por meio de financiamento coletivo. Além disso, outras formas e formatos de produtos radiojornalísticos estão em evidência no ciberespaço.

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Mestrando defende dissertação sobre radiojornalismo no Facebook

20/10/2021 07:45

A dissertação “A transmissão do radiojornalismo na live do Facebook e o caso da Banda B” será avaliada amanhã, 21, às 10 horas, pela banca composta pela professora Rita Paulino (UFSC) e os professores Eduardo Meditsch (UFSC) e Luiz Artur Ferraretto (UFRGS). Na pesquisa, o mestrando Gabriel Lopes Witiuk, sob a orientação da professora Valci Zuculoto, buscou verificar as transformações que lives do Facebook provocam na transmissão de radiojornalismo.

As metodologias utilizadas foram o Estudo de Caso e a Análise Documental. Para alcançar o objetivo geral, foi feito um monitoramento, durante 15 dias úteis, dos programas Jornal Banda B 1ª edição e Jornal Banda B 2ª edição, com o intuito de levantar dados sobre as seguintes categorias: multimidialidade, multitemporalidade, interatividade e imagem por parte da emissora.

A análise dos programas da Banda B foi uma maneira de entender o uso radiojornalístico dalive do Facebook, enaltecendo a importância e necessidade de todas as categorias acima – que são entendidas como características da transmissão por meio do streaming do Facebook.

Por conta das restrições sanitárias impostas pela pandemia, a sessão publica de defesa acontece por videoconferência e pode ser acompanhada por este link. A lista de presença para mestrandos e doutorandos do PPGJOR pode ser assinada aqui.

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Dissertação sobre transparência no jornalismo tem banca na sexta

13/09/2021 08:12

A mestranda do PPGJOR Denise Becker defende na próxima sexta, 17, a dissertação “Transparência como valor e prática: contribuições do Projeto Credibilidade para o jornalismo brasileiro”. A banca acontece a partir das 14 horas, por sistema remoto, e pode ser acompanhada neste link. A lista de presença para alunos do Programa pode ser acessada aqui. Participam como avaliadores do trabalho a professora Lívia de Souza Vieira (UFBA) e o professor Samuel Pantoja Lima (UFSC). A sessão será presidida pelo orientador, professor Rogério Christofoletti.

Na dissertação, Denise Becker examina as contribuições do Projeto Credibilidade para a promoção e implementação da transparência em três redações: Folha de S. Paulo, Poder 360 e O Povo. A iniciativa brasileira é o único capítulo internacional The Trust Project – um projeto global que visa a desenvolver padrões de transparência para tornar a imprensa mais confiável. Para isso, foi criado um Sistema de Indicadores de Credibilidade. Por meio de análise documental, pesquisa bibliográfica, estudo de casos múltiplos e entrevistas em profundidade com os colíderes do The Trust Project no Brasil bem como jornalistas com cargo de chefia e repórteres das três redações, a mestranda examina a recomendação do protocolo de transparência, a metodologia e motivações do Projeto Credibilidade bem como se dá a implementação e absorção nas redações.

A concepção da transparência aplicada à lida jornalística traz elementos para dar visibilidade ao jornalismo, torná-lo mais colaborativo e inclusivo. Neste sentido, é necessário tornar público o que sempre foi privado – o modo de fazer jornalismo, reforçar abertamente a relação do jornalista com suas audiências e, assim, descortinar as redações com o propósito de tornar as notícias mais conhecidas e valorizadas aos olhos dos públicos.

A mestranda organizou os resultados da pesquisa em três eixos de análise: a) transparência recomendada; b) transparência observada e c) transparência desejada. A análise da implementação da transparência com as recomendações do Projeto Credibilidade mostrou uma transparência gerenciada pelas regras e princípios editoriais das organizações noticiosas, condição que dá pouca autonomia para os jornalistas implementarem todos os recursos disponíveis para a visibilidade do seu trabalho. Conclui-se que a transparência implementada pelos veículos é um fenômeno amplo, abrange valores, cultura, hábito e técnica jornalística, um processo ainda em fase de adaptação.

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Mestranda defende dissertação sobre jornalismo da Revista AzMina

25/08/2021 10:38

A dissertação “Por uma perspectiva de gênero no jornalismo: construção de categorias analíticas e uma análise de conteúdo da Revista AzMina” será avaliada amanhã, 26, às 14 horas, pela banca composta pelas professoras Gislene Silva (UFSC) e Karina Woitowicz (UEPG). Na pesquisa, a mestranda Gabriela Schander, sob orientação da professora Daiane Bertasso, buscou analisar os elementos que constituem uma perspectiva de gênero no jornalismo e perceber como a Revista AzMina mobiliza tais elementos nas reportagens produzidas.

Para realizar a investigação, na primeira etapa foram consultados 20 textos dentre artigos, manuais de recomendação e guias de estilo que abordassem a prática de jornalismo com perspectiva de gênero restritos geograficamente à produção latino-americana. Na segunda etapa, 31 reportagens da editoria Especiais da Revista AzMina foram analisadas. A metodologia utilizada foi a Análise de Conteúdo.

Durante o trabalho de pesquisa, os elementos recomendados para a prática de jornalismo com perspectiva de gênero foram agrupados em cinco categorias, a saber: a) incorporação de mulheres nos meios de comunicação; b) diversificação de fontes; c) linguagem inclusiva; d) subjetividade na prática jornalística; e) transversalização temática. A análise de AzMina à luz dessas categorias mostrou que o veículo aciona elementos, agrega camadas, como também não desenvolve plenamente determinados componentes presentes nas categorias elaboradas. Conclui-se que a interseccionalidade, a inclusão e a visibilização de mulheres são aspectos constantes na produção da revista.

A defesa pode ser acompanhada por aqui. A lista de presença está disponível aqui.

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Dissertação analisa representações de pessoas com deficiência no portal G1

02/08/2021 13:45

A dissertação “Representações sociais de pessoas com deficiência em notícias do portal G1” será avaliada na próxima quarta-feira, 4, às 14 horas, pela banca composta pelos professores Jorge Ijuim e Isabel Colucci, ambos da UFSC. Na pesquisa, a mestranda Thais Araujo de Freitas, sob orientação da professora Terezinha Silva, buscou identificar e analisar as representações construídas pelo jornalismo sobre as pessoas com deficiência, para compreender se e como os textos jornalísticos incorporam os novos entendimentos sobre a deficiência, potencializando a construção de representações sociais que evidenciam o lugar-cidadão dessas pessoas na sociedade e o tipo de ações e políticas públicas que elas demandam.

Para realizar a investigação, foram coletadas 373 matérias publicadas, ao longo do ano de 2019, no G1, líder nacional entre os portais informativos genuinamente brasileiros e que oferece acesso gratuito ao conteúdo. A análise foi desenvolvida a partir do conceito de representações sociais, na abordagem proposta por Serge Moscovici.

A análise mostrou que as pessoas com deficiência são representadas com maior frequência como vítimas de violação de direitos. Elas também aparecem como vítimas de agressões, principalmente estupro, e como alvo de caridade. Entre as conclusões, o trabalho aponta que, embora as pessoas com deficiência tenham os direitos reconhecidos, elas ainda são silenciadas na mídia analisada. Esse processo de silenciamento se dá de duas formas: por exclusão, quando as perspectivas delas mesmas são desconsideradas, ignoradas e excluídas por completo; e por tutela, quando mobilizam-se pessoas próximas, como pais, mães e irmãos, para falarem como fontes de informação no lugar das próprias pessoas com deficiência.

A defesa será pela plataforma Conferência Web e pode ser acessada neste link.

Mestrandos e doutorandos do PPGJor poderão assinar a lista de presença aqui.

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Doutoranda defende tese sobre direitos animais no jornalismo brasileiro

18/06/2021 10:22

Na próxima terça-feira, 22, às 9h30 da manhã, a doutoranda Daniela Caniçali Martins Pinto defende a tese “Pode o animal falar? Um estudo sobre o especismo no jornalismo brasileiro contemporâneo”. A pesquisa parte de uma perspectiva não-antropocêntrica e não-especista para questionar se e como a “voz” de outras espécies é considerada nas práticas jornalísticas atuais. As matérias selecionadas para o corpus são analisadas pelos critérios da “leitura em contraponto”, proposta por Edward Said.

O primeiro capítulo da tese apresenta um panorama histórico com os principais argumentos desenvolvidos em defesa dos animais no Ocidente. O segundo está voltado à cobertura da “Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos” realizada pela Folha de S. Paulo em 10 anos (2010-2019), a qual é contraposta com uma reportagem sobre rodeios publicada na revista Piauí. Dessa forma, a autora buscou averiguar se veículos com perfis editoriais distintos abordam um mesmo tema de formas igualmente distintas. O terceiro capítulo analisa a cobertura de uma decisão judicial que proibiu temporariamente a exportação de gado vivo em todo o país. O caso ocorreu em fevereiro de 2018 e levantou intensos debates sobre maus-tratos a animais nesse tipo de comércio. São examinadas 171 matérias publicadas por 17 veículos.

Nas considerações finais, a pesquisa retoma a perspectiva teórica de Said e de outros autores dos estudos decoloniais, trazendo reflexões suscitadas pela análise empírica. Suas conclusões são confrontadas às de outros estudos na área de Jornalismo, refletindo de forma mais ampla sobre as práticas jornalísticas contemporâneas. Ao final, a autora procura responder à pergunta colocada no título: “Pode o animal falar?”

A tese, orientada pela professora Daisi Vogel, terá como banca avaliadora Gislene Silva, Jorge Ijuim, e Mauro Silveira. A defesa será pela plataforma Conferência Web e pode ser acessada neste link. Mestrandos e doutorandos do PPGJor poderão assinar a lista de presença aqui.

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Mestranda defende dissertação sobre representações sociais nos jornais dos chamados povos “ciganos”

19/02/2021 11:45

Na próxima segunda-feira, dia 22, a mestranda Anaíra Sousa de Moraes Sarmento defende a dissertação “Representações sociais dos povos chamados ‘ciganos’ em jornais brasileiros (2008-2018)”.

A pesquisa tem como objeto de estudo as representações sociais construídas pela cobertura jornalística brasileira sobre os povos de etnia Romani, chamados “ciganos”. O objetivo é identificar e analisar as representações construídas acerca desses sujeitos e comunidades, no âmbito do jornalismo, buscando compreender e tensionar a relação entre tais representações, a cidadania e os direitos da população Romani no Brasil. Definiu-se como objeto empírico os jornais Estado de Minas (MG), Correio (BA) e O Popular (GO), por se localizarem nos estados brasileiros com maior concentração de acampamentos “ciganos”. A mestranda parte do pressuposto de que a mídia jornalística desempenha um papel fundamental no processo de (re)construção de representações sobre indivíduos e/ou grupos sociais, e que o modo de representar afeta a forma como eles são reconhecidos ou não enquanto sujeitos de direitos.

A dissertação, orientada pela professora Maria Terezinha da Silva, terá como banca avaliadora as professoras Gislene Silva (UFSC) e Leslie Sedrez Chaves (UFSC). A sessão inicia às 9 horas, via plataforma Conferência Web, e pode ser acessada neste link. Mestrandos e doutorandos do Programa poderão assinar a lista de presença aqui.

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Doutoranda do PPGJOR defende tese sobre a informação crítico-emancipatória nos programas radiofônicos femininos

08/02/2021 15:02

Na próxima quarta-feira, dia 10, a doutoranda Juliana Cristina Gobbi Betti defende a tese intitulada “Informação crítico-emancipatória com perspectiva de gênero: os direitos das mulheres nos programas radiofônicos femininos”.

Assumindo uma concepção epistemológica feminista, a pesquisa analisa as características da produção radiofônica segmentada para o público feminino, observando na informação transmitida o potencial para a construção de um conhecimento crítico-emancipatório sobre os direitos das mulheres. Para isso, utiliza procedimentos metodológicos da Hermenêutica de Profundidade, tendo como objeto empírico o programa Mulheres de Palavra, uma produção jornalística da Rádio Câmara de Brasília. Igualmente, recupera a memória do que foi produzido por e para elas ao longo da história do rádio brasileiro, inventariando os programas que integram tal segmento e, sempre que possível, relacionando-os ao contexto dos avanços nos direitos das mulheres.

A tese, orientada pelo professor Eduardo Meditsch, terá como banca avaliadora as professoras Debora Cristina Lopez (UFOP), Valci Zuculoto (UFSC) e Terezinha da Silva (UFSC). A sessão inicia às 14 horas, via plataforma Conferência Web, e pode ser acessada neste link. Mestrandos e doutorandos do Programa poderão assinar a lista de presença aqui.

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Karina Woehl de Farias defende tese sobre migração do AM ao FM no rádio catarinense

14/12/2020 11:32

A doutoranda Karina Woehl de Farias defende a tese: “Do AM para o FM: adaptações do radiojornalismo na migração de dial em Santa Catarina”. No formato online, a banca ocorre amanhã, 15. O trabalho é a primeira tese de doutorado em radiojornalismo do PPGJOR/UFSC.

A pesquisa discute um dos principais fenômenos do meio na atualidade e reflete as transformações e continuidades na programação radiojornalística com a troca de dial, com o olhar para Santa Catarina. O estudo aponta caminhos e tendências do rádio, que agora transfere-se para o FM.

A tese orientada pela professora Valci Mousquer Zuculoto e terá como banca avaliadora os professores Nair Prata (UFOP), Eduardo Meditsch (UFSC) e Cárlida Emerim (UFSC).

A sessão inicia às 15 horas, via plataforma Conferência Web, e pode ser acessada neste link. Mestrandos e doutorandos do Programa poderão assinar a lista de presença aqui.

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