Programa de Pós-Graduação em Jornalismo
  • Nova edição da EJM traz dossiê sobre 100 anos do rádio

    Os 100 anos do rádio são tema do dossiê especial da revista Estudos em Jornalismo e Mídia (EJM), do PPGJOR/UFSC, que acaba de ser publicada. A edição, relativa ao segundo semestre de 2021, apresenta 20 artigos, dos quais 11 fazem parte do especial “100 anos de Metamorfose – Rádio e Inovação”, coordenado pelas professoras Debora Cristina Lopez (UFOP) e Valci Zuculoto (UFSC) e pelo professor Marcelo Kischinhevsky (UFRJ). Como elas e ele apontam na apresentação do especial, são 11 trabalhos diversificados, que dão um panorama da produção contemporânea de pesquisadores brasileiros da radiofonia, convidam os leitores a pensar o meio e demonstram a vitalidade em seu centenário.

    Além desses 11 trabalhos, a segunda edição anual da revista EJM traz nove artigos da seção Temas Livres. Eles abordam temáticas diversAs, como assessoria de imprensa, ensino de fotojornalismo, reportagem multimídia, transformações no imaginário do Jornalismo, e a relação do discurso jornalístico com as vozes das classes populares e com a alteridade. A edição traz ainda duas resenhas de livros e uma entrevista com a professora e pesquisadora chilena Cláudia Mellado Ruiz, da Escola de Jornalismo da Universidade Católica de Valparaíso (Chile), que coordena duas pesquisas internacionais – a Journalistic Role Performance (JRP) e a JRP-COVID -, ambas com a participação do professor do PPGJOR/UFSC, Jacques Mick.

    Para a próxima edição, prevista para junho de 2021, a revista EJM trará o dossiê “Narrativas jornalísticas, testemunhos e subjetividades”, que está sendo coordenado pelas editoras convidadas Marta Maia (UFOP) e Fabiana Moraes (UFPE). Além disso, as editoras da revista, Terezinha Silva e Flávia Guidotti, lembram que a revista continua recebendo artigos em fluxo contínuo para avaliação e publicação nas próximas edições. A revista EJM pode ser acessada aqui.


  • Jornada Discente recebe propostas de trabalho até 5 de fevereiro

    Foi dada a largada para a 10ª Jornada Discente do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJOR/UFSC). Em assembleia, estudantes definiram que o prazo para submissão dos resumos simples será aberto em 5 de janeiro e se estende até o dia 5 de fevereiro. Já a data limite para envio dos resumos expandidos é 23 de fevereiro de 2021.

    Na mesma reunião, também foram estruturadas as comissões responsáveis pela organização da jornada, inclusive a de Logística, que no momento estuda qual plataforma e quais sistemas de interação e transmissão on-line serão utilizados para realizar o evento, respeitando as regras de isolamento social durante a pandemia. Após a realização de testes, mais informações serão repassadas nas próximas semanas.

    O evento será realizado de 15 a 19 de março de 2021, de forma totalmente on-line. A 10ª Jornada Discente tem como objetivo estimular o debate e intercâmbio científico entre discentes e docentes do PPGJor.

    Acompanhem as notícias a respeito do andamento do evento na nossa página no Facebook.

    O que: Prazo para submissão de resumos de trabalhos na 10ª Jornada Discente do Programa de Pós-Graduação de Jornalismo (PPGJor/UFSC) (online).

    Envio dos Resumos simples: De 5 de janeiro a 5 de fevereiro de 2021 (resumo de até dez linhas, entre 900 e 1000 caracteres, seguindo padronização de resumo de artigo).

    Envio dos Resumos expandidos:  Até 23 de fevereiro de 2021.

    Quem pode enviar: Estudantes de mestrado e de doutorado do PPGJor/UFSC.

    Como enviar:  Via formulário, que será disponibilizado posteriormente.

    Data da 10ª Jornada Discente:  De 15 a 19 de março de 2021.


  • PPGJOR terá política de ações afirmativas

    O Colegiado do PPGJOR aprovou em sua última reunião do ano, dia 7, o relatório encaminhado pela comissão formada para fazer estudos legais e de viabilidade para adoção de ações afirmativas no programa. Designada em agosto, a comissão foi presidida pelo professor Jacques Mick e formada ainda pelos professores Marcelo Tragtenberg (Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades, SAAD/UFSC), Leslie Chaves e Ildo Golfetto (ambos do Departamento de Jornalismo), pela doutoranda Jéssica Gustafson Costa, pelo mestrando Jefferson de Sousa Moraes e pelo servidor Técnico-Administrativo em Educação André Luiz.

    Os membros da comissão foram especialmente escolhidos por seus conhecimentos e especialidades no tema, por terem sido alcançados por políticas inclusivas, e por suas trajetórias pessoais de envolvimento com movimentos sociais e identitários. A comissão discutiu por três meses, analisando legislação, condições locais de implementação, e casos bem-sucedidos na universidade. Acompanhada pela Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades da UFSC, a Comissão trabalhou num momento muito oportuno, já que a comunidade universitária estava especialmente envolvida nessas discussões. No final de outubro, por exemplo, o Conselho Universitário da UFSC aprovou por unanimidade a minuta de resolução criando a Política de Ações Afirmativas para negros, indígenas, pessoas com deficiência e outras categorias de vulnerabilidade social nos cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) e stricto sensu (mestrado e doutorado). Fora do ambiente acadêmico, o ambiente é também muito propício e receptivo: 59% dos brasileiros são a favor de cotas nas universidades públicas, conforme pesquisa do Poder360.

    Em seu relatório, a comissão sugere que o PPGJOR reserve até a metade das vagas anuais abertas no programa em seu processo seletivo para ações afirmativas, sendo 30% para estudantes negros (pretos e pardos) e indígenas, assegurada uma vaga a indígena (caso haja candidatos), e 20% para pessoas com deficiência, quilombolas, pessoas transexuais ou travestis, refugiados, apátridas, portadores ou solicitantes de visto humanitário, sendo 8% para pessoas com deficiência e assegurada uma vaga para cada um dos três outros grupos (caso haja candidatos). O relatório recomenda ainda ajustes nos editais do PPGJOR, capacitação do corpo docente, formulação de estratégias de acolhimento e até adaptação física às novas necessidades, entre outros aspectos. Para contribuir, a comissão ainda ofereceu sugestões de minutas para o edital de processo seletivo do Programa.

    A comissão concluiu seu relatório num dia simbólico – 20 de novembro, data que marca a celebração da consciência negra -, e o Colegiado do PPGJOR aprovou por unanimidade o trabalho dos especialistas. Durante a reunião, o presidente da comissão, Jacques Mick, ressaltou que a adoção de ações afirmativas vai ser um dos maiores desafios da história do PPGJOR. No relatório, a comissão considerou: “Não apenas estamos certos da disposição e da capacidade da comunidade do programa de acolher e implantar tal política, como acreditamos na contribuição desse tipo de iniciativa para minorar, no que está ao nosso alcance, a imensa e inaceitável desigualdade social brasileira”.

    Com as recomendações do relatório, a Coordenação do PPGJOR vai preparar uma proposta de política interna para ações afirmativas, que deve ser apreciada pelo Colegiado já na primeira reunião do próximo ano. “Pretendemos aprovar este documento e um edital com novas regras para que o processo seletivo de 2021 seja mais inclusivo ainda”, completa o coordenador do Programa, Rogério Christofoletti.


  • Pesquisadoras participam do simpósio da ABCiber

    Três pós-graduandas do PPGJOR participam nesta semana, apresentando trabalhos no 13º Simpósio da ABCiber, que vai de hoje, 16, a 19 de dezembro. A mestranda Natasha Ramos estará amanhã, 17, da mesa “Economia colaborativa, economia do compartilhamento e novos modelos de negócios” com o trabalho “Financiamento de nativos digitais: o exemplo do site O Barato de Floripa”. No dia seguinte, a mestranda Olga Lopes e a doutoranda Mariane Ventura apresentam o artigo “Affordances de personalização na construção de sentido sobre a covid-19 no jornalismo de dados” na sessão temática “Jornalismo de dados, ética da informação, fake news e crise dos pontos de vista centrais”.

  • Mestranda do PPGJOR publica capítulo em livro na Argentina

    A mestranda Alessandra Natasha Costa Ramos terá artigo publicado como um dos capítulos do livro “Otras Plataformas. Tramas de una convergencia periférica en sectores populares, cooperativos y alternativos”. Editada pelo Centro de Estudos Avançados da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina,  a obra terá apresentação virtual amanhã, 16, às 17h, e reúne resultados de pesquisas de 16 autores de diferentes universidades argentinas, além de artigo da pós-graduanda do PPGJOR.

    “Minha participação neste livro como autora aconteceu a partir da experiência na Escola de Verão da ALAIC, em março desde ano. Durante a semana que passei em Lima (Peru), estive em contato com diversos pesquisadores e professores, dentre eles, a professora Daniela Monje, da Universidade Nacional de Córdoba, que me convidou a participar com uma versão do artigo que submeti à Escola”, explica Natasha.

    Participam do lançamento virtual do livro, Beatriz Busaniche (Fundación Vía Libre); Alberto Calvo (COLSECOR); Ariel Fernández Alvarado (CATEL) e Claudia Villamayor (UNLP e Pesquisadora da UNQ). O evento será transmitido ao vivo às 17 horas pelo canal do YouTube “Proyecto ECA”: https://youtu.be/_Tj3TqH9jU4


  • Karina Woehl de Farias defende tese sobre migração do AM ao FM no rádio catarinense

    A doutoranda Karina Woehl de Farias defende a tese: “Do AM para o FM: adaptações do radiojornalismo na migração de dial em Santa Catarina”. No formato online, a banca ocorre amanhã, 15. O trabalho é a primeira tese de doutorado em radiojornalismo do PPGJOR/UFSC.

    A pesquisa discute um dos principais fenômenos do meio na atualidade e reflete as transformações e continuidades na programação radiojornalística com a troca de dial, com o olhar para Santa Catarina. O estudo aponta caminhos e tendências do rádio, que agora transfere-se para o FM.

    A tese orientada pela professora Valci Mousquer Zuculoto e terá como banca avaliadora os professores Nair Prata (UFOP), Eduardo Meditsch (UFSC) e Cárlida Emerim (UFSC).

    A sessão inicia às 15 horas, via plataforma Conferência Web, e pode ser acessada neste link. Mestrandos e doutorandos do Programa poderão assinar a lista de presença aqui.


  • Nota: Solidariedade à jornalista Schirlei Alves

    Os professores do Departamento de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação da UFSC manifestam solidariedade à jornalista Schirlei Alves, processada por danos morais após publicar reportagem no The Intercept Brasil sobre o caso Mariana Ferrer. O caso ganhou repercussão nacional pelos comentários humilhantes contra a vítima durante o julgamento. Criar obstáculos ou intimidar jornalistas no seu exercício de informar e reportar constitui ameaça à liberdade de imprensa, ao direito à informação e ao exercício profissional ético do jornalismo, pilares fundamentais da construção de uma sociedade mais igualitária e democrática.

    Florianópolis, 14 de dezembro de 2020.


  • Aula magna com dirigente da Unesco é na segunda, 14

    O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo realiza sua aula magna de 2020 na próxima segunda-feira, 14, com o tema “Pluralismo polarizado da internet e os riscos para as democracias”.

    O conferencista é Guilherme Canela, chefe da Seção de Liberdade de Expressão e Segurança dos Jornalistas do Setor de Comunicação e Informação da Unesco. A atividade é aberta a todos e acontece a partir das 10 horas em transmissão ao vivo aqui no YouTube.

    Canela assumiu o posto na sede da Unesco em Paris depois de coordenar diversos trabalhos de destaque na América Latina e Caribe. Atuou em Brasília e Montevideo, e como conselheiro de Comunicação e Informação na região, liderou a Iniciativa de Promoção da Democracia e da Liberdade de Expressão em sistemas judiciais e a Secretaria do Comitê Regional do Programa Memória do Mundo. Nesse período, foi a autoridade regional da Unesco para temas relacionados à segurança dos jornalistas.

    Formado em Relações Internacionais pela UnB e mestre em Ciências Políticas pela USP, Canela coordenou o Departamento de Estudos sobre Mídia e Jornalismo da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), foi membro do grupo de trabalho do Ministério da Justiça que criou a classificação indicativa de programas na TV, e foi presidente do Comitê Consultivo sobre Infância e Meios no Uruguai.

    Guilherme Canela co-organizou 10 livros sobre mídia, direitos humanos, desenvolvimento, democracia e mobilização social. Com Solano Nascimento, publicou o livro “Acesso à Informação e Controle Social das Políticas Públicas“, e participou ativamente nos processos de discussão e implementação de leis de acesso à informação no Brasil e Paraguai.

    A aula magna marca o ingresso da turma 2020 no PPGJOR e é um evento oficial e obrigatório para mestrandos e doutorandos, que podem registrar presença aqui.


  • PPGJOR lança edital para doutorado sanduíche no exterior

    O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) lança hoje edital para a etapa de seleção interna do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da Capes. Podem participar candidatos doutorandos que já tenham qualificado suas teses ou cumprido um ano do curso, além de atenderem os requisitos do edital. As inscrições vão até o dia 10 de fevereiro de 2021, com resultados em 26 de fevereiro.

    Está em disputa uma vaga e a comissão designada para avaliar as candidaturas é formada pelas professoras Maria Terezinha da Silva e Cárlida Emerim, doutorandos Dairan Mathias Paul e Lynara Ojeda de Souza, e egressa Amanda de Souza Mirada. São suplentes na comissão as professoras Stefanie Carlan da Silveira e Flávia Garcia Guidotti, os doutorandos Caetano Machado e Juliana de Amorim Rosas, e o egresso Matheus Simões Mello.

    Pelo PDSE/Capes, o PPGJOR já enviou alunos para a Inglaterra, Espanha, Alemanha e Portugal, com resultados muito positivos.


  • Jessica Gustafson vence o Prêmio Francisco Morel, da Intercom

    A doutoranda do PPGJOR Jessica Gustafson Costa venceu a edição 2020 do Prêmio Francisco Morel concedido pela Intercom. O prêmio destaca pesquisas de mestrado, apresentadas nos grupos de pesquisa da entidade durante seu encontro anual. Jessica era uma das três finalistas e venceu com o trabalho “Conhecimentos Localizados no Jornalismo: Uma proposta de sentido de objetividade que potencialize os projetos feministas”. O anúncio foi feito na noite de hoje, 9, durante o 43º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, realizado pela internet com organização da UFBA.

    “É com muita alegria que recebo o prêmio Francisco Morel, da Intercom, evento que participo sempre e que tem um importante papel na minha formação como pesquisadora, sempre possibilitando que nossos trabalhos sejam debatidos junto aos colegas, promovendo novas e boas reflexões”, disse. “Fico ainda mais feliz por ser especificamente esse artigo, que trata sobre a construção de uma perspectiva feminista dentro do jornalismo, reconhecendo a importância da articulação entre as teorias do campo e os estudos de gênero”.

    Jessica concluiu seu mestrado em junho de 2018, quando foi orientada pela professora Daiane Bertasso Ribeiro. No mesmo ano, ingressou no doutorado, onde permanece pesquisando. Em 2019, ela lançou o livro “Jornalistas e Feministas: a construção da perspectiva de gênero no jornalismo” (Ed. Insular). Atualmente, Jessica Gustafson Costa é também professora substituta no Departamento de Jornalismo da UFSC.