PPGJOR define indicados aos prêmios acadêmicos nacionais de teses e dissertações em Comunicação

05/04/2024 21:25

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJOR/UFSC) definiu no final de fevereiro os cinco trabalhos acadêmicos do Curso de Jornalismo que vão representar a instituição em três dos principais prêmios nacionais promovidos pelo Ministério da Educação. São dois indicados ao Prêmio Compós de Teses e Dissertações, outros dois ao Prêmio Intercom de Teses e Dissertações e um ao Prêmio Capes de Tese, uma das mais altas distinções entre os prêmios da área científica.

Ao Prêmio Capes, a tese escolhida foi “A legitimidade social do jornalismo: intersecções entre Teorias do Jornalismo e Teorias Democráticas”, da estudante Marcionize Elis Bavaresco, orientada pelo professor doutor Carlos Augusto Locattelli.

Para a disputa do Prêmio Compós de Teses e Dissertações, a tese escolhida pelo PPOGJOR foi “Jornalistas em Aliança: Tecendo redes de proteção e resistência na formulação de uma perspectiva de gênero transnacional”, da estudante Jessica Gustafson Costa, com orientação das professoras Daiane Bertasso e Karina Janz Woitowicz.

Para concorrer entre as dissertações, foi indicado o trabalho “Jornalismo com perspectiva de gênero e eleições 2018: análise das coberturas jornalísticas dos portais Catarinas, Gênero e Número e Revista Azmina”, das estudantes Barbara Maria Popadiuk, orientada pela professora Daiane Bertasso.

Por fim, a comissão também definiu duas indicações do PPGJOR para concorrerem ao Prêmio Intercom de Teses e Dissertações. A tese escolhida foi: “Como o Jornalismo do interior de Santa Catarina absorveu o WhatsApp nas suas práticas e se tornou refém do aplicativo para distribuir sua produção durante a pandemia de Covid-19”, do estudante Ricardo Luiz Aoki, orientado pela professora Rita de Cássia Romeiro Paulino.

Já como dissertação, a comissão escolheu “O radiojornalismo pede passagem: a cobertura do desfile da Acadêmicos do Grande Rio no Carnaval 2022 pelas rádios Tupi, Roquette Pinto e Arquibancada”, do estudante carioca Anderson Luiz Condor Baltar, orientado pela professora Valci Regina Mousquer Zuculoto.

Os vencedores serão conhecidos até 12 de junho, e os prêmios serão entregues durante o 47º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom 2024), em setembro, na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Camboriú, Santa Catarina.

Matheus Mello defende tese sobre cobertura do futebol catarinense

17/09/2020 08:35

O doutorando Matheus Simões Mello defende amanhã, 18, às 14h, a tese “Complexidades identitárias em Santa Catarina: análise de narrativas de rivalidade entre times catarinenses na mídia esportiva impressa local”, pesquisa orientada pela professora Cárlida Emerim e co-orientada pelo professor Mauro César Silveira.

A pesquisa buscou entender como quatro jornais catarinenses constroem as narrativas de rivalidade entre os cinco principais clubes de futebol do estado: Chapecoense, Criciúma, Joinville, Avaí e Figueirense. Para o estudo, foram examinados 342 exemplares publicados entre 2009 e 2018. A queda do avião LaMia 2933, ocorrida em novembro de 2016 e que vitimou a delegação da Chapecoense e jornalistas esportivos, não foi incluída nas análises. A hipótese inicial era que as publicações construíram narrativas divergentes entre si, e utilizaram de características socioculturais das respectivas cidades para descrever a(s) equipe(s) conterrânea(s) e os rivais estaduais, premissa que foi parcialmente confirmada pelo pesquisador.

Compõem a banca examinadora os professores do PPGJOR Rogério Christofoletti e Jorge Kanehide Ijuim. O avaliador externo será o professor Rafael Fortes, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). A defesa será realizada por videoconferência, respeitando as normas de distanciamento físico. Para acompanhá-la, basta acessar este link. Alunos matriculados do PPGJOR podem registrar suas presenças aqui.

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Ingrid Pereira de Assis defende tese sobre snapchat e instagram

01/08/2020 08:40

A doutoranda Ingrid Pereira de Assis defende na próxima segunda-feira, 3, a tese “Notícias autodestrutivas: produção de conteúdo jornalístico na pós-modernidade”. O trabalho é a vigésima tese de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC). A tese aborda a produção de notícias para as plataformas de redes sociais Snapchat e Instagram (Stories).

A pesquisa foi orientada pela professora Cárlida Emerim e coorientada pelo professor Pedro Almeida, da Universidade de Aveiro (Portugal), instituição onde a doutoranda realizou o período de sanduíche, entre setembro de 2019 e fevereiro de 2020.

Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontecerá por sistema de videoconferência, sendo aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores Raquel Ritter Longhi e Eduardo Meditsch (ambos do PPGJOR/UFSC), José Ribamar Ferreira Júnior (UFMA) e Denis Porto Renó (UNESP). A sessão começa às 14 horas e, para acompanhar a defesa, basta entrar neste link.

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Carlos Marciano defende tese sobre jogos jornalísticos

09/07/2020 08:44

O doutorando Carlos Nascimento Marciano defende na próxima segunda-feira, 13, a tese “Da pauta ao play: proposta metodológica para o planejamento e desenvolvimento de newsgames”. O trabalho é mais uma tese de doutorado produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC).

A tese marca uma década de estudos de Carlos Marciano sobre newsgames, os jogos jornalísticos, e de forma aplicada, propõe o método “Dez passos para o desenvolvimento de newsgames”. O método foi construído a partir das experiências em 10 oficinas, tendo como público alvo estudantes e profissionais que já atuavam no mercado de trabalho. Além disso, o trabalho amplia a conceituação dos jogos jornalísticos, ao definir critérios para diferenciar newsgames dos jogos embasados em notícias, e dos Serious Games, com a elaboração do Game Design Document para Newsgames (GDDN).  A pesquisa foi orientada pela professora Rita Paulino, e coorientada pela professora Raquel Longhi.

Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontecerá por sistema de videoconferência, sendo aberta para assistência. Participam como avaliadores as professoras Dulce Márcia Cruz (PPGE/UFSC) e Cárlida Emerim (PPGJOR/UFSC), além do professor Rogério Christofoletti (PPGJOR/UFSC). A sessão começa às 14 horas e o link para acompanhar a defesa será informado pelo Twitter do PPGJOR momentos antes do início.

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Kérley Winques defende tese sobre mediações algorítmicas e espiral do silêncio

06/07/2020 08:43

No Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, 8 de julho, a doutoranda Kérley Winques defende a tese “Mediações algorítmicas e espiral do silêncio: as dimensões estruturantes igreja e sindicato na recepção de conteúdos noticiosos em plataformas digitais”. O trabalho é a 18ª tese de doutorado produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC).

A pesquisa explora os processos sociais que envolvem algoritmos e sujeitos e investiga as implicações dessa relação na recepção e na circulação de informações jornalísticas na internet, tendo em vista que essas implicações também atingem a opinião pública e performam os usos, apropriações e significados atribuídos aos conteúdos jornalísticos que encontram esses espaços. Uma das propostas é repensar alguns tópicos tradicionais da pesquisa de mídia e comunicação à luz de intervenções algorítmicas. Nesse sentido, o estudo parte do pressuposto de que o modelo de poder e exclusão formado pelos filtros algorítmicos fomentou as reconfigurações da espiral do silêncio, teoria formulada por Elizabeth Noelle-Neumann, durante o período eleitoral e após a eleição de 2018. A tese foi orientada pela professora Raquel Ritter Longhi.

Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontece por sistema de videoconferência, e é aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores Claudia Irene de Quadros (UFPR), Rafael do Nascimento Grohmann (UNISINOS), Stefanie Carlan da SilveiraRogério Christofoletti (ambos da UFSC). A sessão começa às 14 horas e o link para acompanhar a defesa será informado momentos antes do início pelo Twitter do Programa.

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Cândida de Oliveira defende tese sobre escrita no jornalismo e ditadura

16/06/2020 18:31

A doutoranda Cândida de Oliveira defende na próxima segunda-feira, 22, a tese “Poéticas da memória para um jornalismo contemporâneo: políticas da escrita em livros jornalísticos sobre a ditadura civil-militar brasileira”. O trabalho é a 17ª tese de doutorado produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC).

Orientada pelo professor Jorge Kanehide Ijuim, a tese aborda a relação entre narrativas de memórias e políticas da escrita no jornalismo, focalizando os modos do (in)dizível e do (in)visível em histórias da resistência à ditadura militar brasileira publicadas no contexto da Comissão Nacional da Verdade (CNV). O trabalho propõe uma reflexão sobre o papel do jornalismo na reconfiguração do social a partir de suas potencialidades e possibilidades estético-políticas, de possíveis estímulos a sensibilidades e afetividades outras relacionadas à memória da ditadura e à própria vida comum partilhada.

Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontece por sistema de videoconferência, e é aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores Marta Maia (UFOP), Reges Schwaab (UFSM), Gislene Silva e Daisi Vogel (ambos da UFSC). A sessão começa às 14 horas e o link para acompanhar a defesa será informado momentos antes do início pelo Twitter do Programa.

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Defesas de mais quatro teses acontecem em junho, julho e agosto

12/05/2020 08:39

A COVID-19 alterou drasticamente a rotina no PPGJOR, e a realização das defesas públicas de teses e dissertações é um exemplo. Se antes da pandemia, essas sessões aconteciam nas dependências do Centro de Comunicação e Expressão, agora, seguindo instruções sanitárias, elas ocorrem por sistema de videoconferência. Os avaliadores atuam de suas casas e emitem pareceres por escrito. As bancas também são gravadas, e podem ser acompanhadas pela internet em tempo real.

Neste semestre, duas defesas de tese já se deram nessas condições. O PPGJOR tem agendado mais quatro novos trabalhos de doutorado nos próximos meses:

Segunda, 22 de junho, às 14h30: “Poéticas da memória no jornalismo: a dimensão estética e política da reportagem em livro sobre a ditadura civil-militar no Brasil”, tese de Cândida de Oliveira

Quarta, 8 de julho, às 14 horas: “Sistema de mediações algorítmicas e a espiral do silêncio: implicações na recepção de conteúdos noticiosos por integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus e professores da APP-Sindicato, após as eleições de 2018 no Brasil”, tese de Kérley Winques.

Segunda, 13 de julho, às 14 horas: “Da pauta ao play: metodologia para desenvolvimento de newsgames como mídia jornalística”, de Carlos Nascimento Marciano

Segunda, 3 de agosto, às 14 horas: “Notícias autodestrutivas: produção de conteúdo jornalístico na pós-modernidade”, de Ingrid Pereira de Assis.

Programa-se para acompanhar. Os links das salas virtuais são divulgados horas antes das sessões pelo Twitter do Programa, permitindo que a audiência se prepare para os eventos.

Tags: Defesas

Ricardo Torres defende tese sobre jornalismo investigativo e vigilância nas comunicações

08/05/2020 08:42

O doutorando Ricardo José Torres defende na próxima segunda-feira, 11, a tese “Jornalismo vigilante sob vigilância: vulnerabilidades e potencialidades do jornalismo investigativo brasileiro”. O trabalho é a 16ª tese de doutorado produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR/UFSC).

Orientado pelo professor Rogério Christofoletti, a tese examina ações que envolvem o jornalismo investigativo, apontando potencialidades e vulnerabilidades no ecossistema digital. Além disso, o trabalho verifica implicações da intrusão comunicacional na atividade jornalística e defende a necessidade de estímulos e convenções relacionadas com a formatação de uma cultura de riscos digitais para jornalistas.

Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontece por sistema de videoconferência, e é aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores Rafael de Almeida Evangelista (Unicamp), Daiane Bertasso e Stefanie Carlan da Silveira (ambos da UFSC). A sessão começa às 14 horas e o link para acompanhar a defesa será informado pelo Twitter do PPGJOR momentos antes do início.

Tags: Defesaspesquisa em jornalismo

Criselli Montipó defende a 15ª tese do PPGJOR

03/04/2020 08:53

A doutoranda Criselli Montipó defende na próxima segunda-feira, 6 de abril, a tese “Por palavras que agem: sentidos da cidadania e direitos humanos na práxis de repórteres”. O trabalho é a 15ª tese de doutorado, produzida e orientada no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo. O PPGJOR/UFSC passou a oferecer vagas de doutorado em 2014.

Orientada pelo professor Jorge Kanehide Ijuim, a tese se propõe a compreender os conceitos de cidadania e direitos humanos entre jornalistas brasileiros. Atendendo às orientações sanitárias excepcionais, a banca de defesa acontece por sistema de videoconferência, e é aberta para assistência. Participam como avaliadores os professores José Carlos Fernandes (UFPR), Daiane Bertasso Ribeiro e Rogério Christofoletti (ambos da UFSC).

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Defesa de Tese» Do fotojornalismo ao jornalismo visual: uma reflexão sobre o uso de imagens técnicas no jornalismo contemporâneo

10/12/2019 10:56

A tese intitulada “Do fotojornalismo ao jornalismo visual: uma reflexão sobre o uso de imagens técnicas no jornalismo contemporâneo”, de Silvio da Costa Pereira, será defendida na sexta-feira, 13 de dezembro de 2019, a partir das 9 horas. A sessão é aberta ao público e será realizada na sala Drummond, no Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE/UFSC).

O trabalho analisa as transformações que vêm ocorrendo nos usos e costumes relacionados à produção imagética para discutir e revisar o conceito de fotojornalismo. A abordagem parte da tradição construída ao longo do século XX, baseada em noções como a objetividade jornalística e a capacidade documental da fotografia, e as contrapõe a compreensões mais contemporâneas de fotografia, bem como busca observá-las no contexto de transformações que vêm ocorrendo no campo jornalístico. Tal discussão situa e fornece ferramental para analisar os dados oriundos de uma pesquisa de campo de corte etnográfico em três redações brasileiras, onde o autor acompanhou o trabalho de fotojornalistas e outros profissionais que captam, editam, publicam ou produzem relatos que se valem de fotografias e vídeos. O objetivo do estudo é construir uma compreensão a respeito do fotojornalismo embasada nos limites e possibilidades dados pela cultura e tecnologia atuais.

O trabalho foi orientado pela professora Drª Raquel Ritter Longhi (UFSC), e coorientado pela professora Drª Cárlida Emerim (UFSC). A banca será composta pelas professoras Drª Dulcília Buitoni (USP), Drª Flávia Guidotti (UFSC) e Drª Rita Paulino (UFSC).

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